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Alternadores Aeronáuticos
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Alternadores Aeronáuticos
IAC AC 65-9A / FAA Ch.12
Prof. Fabriciu Alarcão Veiga Benini
Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico · Área Aeronáutica
Engenheiro Eletricista · Mestre em Sistemas Dinâmicos · Doutor em Telecomunicações
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SÃO PAULO
Campus São Carlos
Gerador corrente
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Visão geral: o alternador e os critérios de classificação (parte 1)

  • O que é o alternador: é o gerador de corrente alternada (CA) da aeronave.
  • Como em todo gerador, a voltagem nasce por indução — movimento relativo entre campo magnético e enrolamento.
  • O que muda em relação ao gerador CC já estudado é o caminho da voltagem até a carga.
  • Classificação pelo sistema de excitação — nas aeronaves, um destes três métodos:
  • Gerador CC de acoplamento direto: gerador CC fixado no mesmo eixo do gerador CA;

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Variação bateria
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Visão geral: o alternador e os critérios de classificação (parte 2)

  • uma variação usa CC da bateria para a excitação e passa a se auto-excitar depois.
  • Transformação e retificação do próprio CA: depende do magnetismo residual para a voltagem CA inicial;
  • a partir daí o campo é alimentado com voltagem retificada do próprio gerador CA.
  • Tipo integrado sem escova:
  • gerador CC no mesmo eixo, com o circuito de excitação completado por retificadores de silício no lugar do coletor e das escovas;
  • montados sobre o eixo, a saída deles alimenta diretamente o campo rotativo principal.

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Número fases
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Visão geral: o alternador e os critérios de classificação (parte 3)

  • Classificação pelo número de fases da saída: monofásicos, bifásicos, trifásicos ou de seis ou mais fases;
  • na aeronave o trifásico é o mais usado.
  • Classificação pelo tipo de estator e rotor:
  • no tipo induzido rotativo,
  • o induzido gira através de um campo estacionário — existe somente em alternadores de baixa potência e não é usado normalmente;
  • o tipo campo rotativo é usado quase universalmente na aeronave.

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Escova
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Visão geral: o alternador e os critérios de classificação (parte 4)

  • Por que CA e por que sem escova:
  • as aeronaves acima de 12.500 libras combinam os sistemas CA e CC,
  • e a maioria das aeronaves modernas usa alternador sem escova — mais eficiente por não ter escovas para desgastar ou centelhar em altitudes elevadas.
  • [LACUNA:
  • a fonte não apresenta o argumento de peso × potência que motivou a adoção do CA — buscar na bibliografia complementar de geração de corrente alternada.]

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Alternador induzida
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Como nasce a voltagem alternada (parte 1)

  • No alternador, a voltagem é induzida nos enrolamentos do induzido pela rotação do campo magnético do rotor.
  • Para o princípio não importa qual dos dois gira: é o movimento relativo entre campo e enrolamento que gera a voltagem.
  • Os polos do rotor são adjacentes de polaridade oposta:
  • numa máquina de quatro polos, passam sucessivamente por um ponto do estator um polo sul, um polo norte,
  • um polo sul e um polo norte.

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Como nasce a voltagem alternada (parte 1)
Medida rotor
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Como nasce a voltagem alternada (parte 2)

  • À medida que o rotor gira, o fluxo que atravessa um enrolamento cresce, cai a zero, inverte de sentido,
  • cresce no sentido oposto e volta a zero — e a voltagem induzida acompanha exatamente essa variação.
  • Por isso a voltagem gerada é alternada por natureza. Não existe, nos enrolamentos do induzido, nenhum dispositivo que a torne unidirecional:
  • esse papel é do comutador, e só no gerador CC.

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Como nasce a voltagem alternada (parte 2)
Ciclo completo
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Como nasce a voltagem alternada (parte 3)

  • Um ciclo completo da voltagem ocorre quando o rotor gira o ângulo suficiente para que dois polos adjacentes (um norte e um sul) passem por um mesmo enrolamento.
  • Esse dado liga a frequência da voltagem ao número de polos e à rotação, o que será feito adiante.
  • Como cada polo do rotor está na mesma posição relativa diante dos enrolamentos,
  • todos os grupos polares do estator são cortados por números iguais de linhas de força magnéticas a qualquer tempo:

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Como nasce a voltagem alternada (parte 3)
Voltagens induzidas
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Como nasce a voltagem alternada (parte 4)

  • as voltagens induzidas em todos os enrolamentos têm a mesma amplitude, ou valor.
  • Na prática:
  • amplitude e frequência acompanham a rotação — um acionamento que não entrega a rotação prevista se reflete imediatamente na voltagem de saída.

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Como nasce a voltagem alternada (parte 4)
Possui enrolamento
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Campo rotativo e induzido estacionário: por que o alternador de aeronave é assim construído (parte 1)

  • O alternador do tipo campo rotativo possui um enrolamento de induzido estacionário (o estator) e um enrolamento de campo rotativo (o rotor).
  • O campo girante induz a voltagem no induzido fixo.
  • O alternador do tipo induzido rotativo é semelhante ao gerador CC:
  • o induzido gira através de um campo magnético estacionário, e a voltagem CA gerada é aplicada sem modificação à carga,
  • por meio de anéis coletores e escovas.
  • A corrente da carga precisa, então, atravessar contatos móveis.

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Campo rotativo e induzido estacionário: por que o alternador de aeronave é assim construído (parte 1)
Necessita anéis
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Campo rotativo e induzido estacionário: por que o alternador de aeronave é assim construído (parte 2)

  • Um induzido rotativo necessita de anéis coletores e escovas para conduzir ao circuito externo a corrente da carga.
  • Os anéis coletores possuem uma duração menor e o centelhamento é um perigo contínuo;
  • por isso os alternadores de alta voltagem são geralmente do tipo induzido estacionário e campo rotativo.
  • A vantagem decisiva do induzido estacionário: o induzido pode ser ligado diretamente à carga, sem contatos móveis no circuito de carga.

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Campo rotativo e induzido estacionário: por que o alternador de aeronave é assim construído (parte 2)
Ligação direta
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Campo rotativo e induzido estacionário: por que o alternador de aeronave é assim construído (parte 3)

  • A ligação direta torna possível ainda o uso de condutores de grande seção transversal, isolados devidamente para alta voltagem.
  • O que sobra no circuito móvel: apenas o campo.
  • A voltagem e a corrente fornecidas ao campo rotativo são relativamente pequenas,
  • e por isso anéis coletores e escovas são adequados para esse circuito.
  • Conclusão para a manutenção: no alternador de aeronave, os contatos móveis de maior risco — os do circuito de carga — desapareceram;

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Campo rotativo e induzido estacionário: por que o alternador de aeronave é assim construído (parte 3)
Desgaste concentrado
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Campo rotativo e induzido estacionário: por que o alternador de aeronave é assim construído (parte 4)

  • o desgaste fica concentrado no circuito de campo e, nos tipos sem escova, nem isso:
  • não há anéis coletores, comutadores nem escovas, quer no alternador ou no excitador.

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Campo rotativo e induzido estacionário: por que o alternador de aeronave é assim construído (parte 4)
Induzida gerador
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Por que a mesma armadura serve para CA e CC (parte 1)

  • Como a FEM induzida em um gerador é alternada,
  • o mesmo tipo de enrolamento pode ser usado tanto em um alternador como em um gerador CC.
  • A diferença não está no que o enrolamento gera, mas em como a voltagem sai dele.
  • No gerador CC,
  • a FEM gerada nos enrolamentos do induzido é convertida em uma voltagem unidirecional CC por meio de segmentos coletores (o comutador) e escovas.
  • É o comutador que "endireita" a voltagem a cada meia volta do induzido.

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Alternador induzido
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Por que a mesma armadura serve para CA e CC (parte 2)

  • No alternador de induzido rotativo, a voltagem CA gerada é aplicada sem modificação à carga, por meio de anéis coletores e escovas:
  • nada é retificado, o que sai é corrente alternada.
  • No alternador de campo rotativo — o tipo usado em aeronave — o induzido é estacionário e se liga diretamente à carga,
  • novamente sem contatos móveis no circuito de carga.
  • É por isso que, ao comparar as duas máquinas na bancada,

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Enrolamento induzido
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Por que a mesma armadura serve para CA e CC (parte 3)

  • o enrolamento do induzido pode parecer o mesmo e a voltagem de saída ser completamente diferente:
  • o que muda é o dispositivo coletor — comutador, no gerador CC; anéis coletores, no alternador de induzido rotativo;
  • ligação direta, no alternador de campo rotativo.
  • O raciocínio também explica a arquitetura das fontes de aeronave:
  • quando se precisa de CC a partir de uma máquina CA, não se coloca um comutador — coloca-se um retificador,

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Unidade alternadora
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Por que a mesma armadura serve para CA e CC (parte 4)

  • como na unidade alternadora-retificadora e no tipo integrado sem escova, com retificadores montados no próprio eixo do rotor.

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Possui estator
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Alternador monofásico (parte 1)

  • Um alternador monofásico possui um estator constituído de vários enrolamentos em série,
  • formando um circuito único no qual é gerada uma voltagem de saída.
  • No esquema de quatro polos, o estator possui quatro peças polares espaçadas igualmente ao redor da carcaça,
  • e o rotor possui quatro polos, com polos adjacentes de polaridade oposta.
  • À medida que o rotor gira, as voltagens CA são induzidas nos enrolamentos do estator.
  • Como cada polo do rotor está na mesma posição relativa diante de um enrolamento do estator,

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Alternador monofásico (parte 1)
Quatro grupos
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Alternador monofásico (parte 2)

  • os quatro grupos polares são cortados por números iguais de linhas de força a qualquer tempo;
  • as voltagens induzidas possuem, portanto, a mesma amplitude a qualquer momento.
  • Os quatro enrolamentos do estator estão ligados entre si de modo que as voltagens CA estejam em fase, ou "adicionadas em série".
  • O diagrama mostra por que a ligação soma:
  • se o polo 1 do rotor, um polo sul, induz uma voltagem no sentido indicado pela seta no enrolamento do estator 1,
  • o polo 2, um polo norte,

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Alternador monofásico (parte 2)
Induz voltagem
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Alternador monofásico (parte 3)

  • induz voltagem no sentido oposto na bobina do estator 2 — e as duas bobinas devem ser ligadas exatamente como no diagrama para que as voltagens se somem.
  • Com o mesmo raciocínio na rotação horária do campo,
  • a voltagem induzida na bobina do estator 3 tem o mesmo sentido da voltagem da bobina 1,
  • e a da bobina 4 tem sentido oposto.
  • Resultado:
  • os quatro grupos de bobina, ligados em série,

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Alternador monofásico (parte 3)
Fornecem voltagem
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Alternador monofásico (parte 4)

  • fornecem uma voltagem total igual a quatro vezes a voltagem de qualquer um dos enrolamentos.
  • Limitação do monofásico:
  • como a força fornecida por um circuito monofásico é pulsante,
  • esse tipo é inconveniente em muitas aplicações — o que explica a preferência pelos circuitos polifásicos na aeronave.

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Alternador monofásico (parte 4)
Alternadores bifásicos
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Alternador bifásico e trifásico: as três fases defasadas de 120º (parte 1)

  • Os alternadores bifásicos possuem dois ou mais enrolamentos monofásicos, espaçados simetricamente ao redor do estator.
  • Os dois enrolamentos estão separados fisicamente de tal modo que a voltagem induzida em um deles está defasada de 90º em relação à voltagem induzida no outro.
  • Os enrolamentos do bifásico são separados eletricamente um do outro:
  • quando um enrolamento está sendo cortado por um fluxo máximo, o outro não está sendo cortado por nenhum fluxo.
  • É essa condição que estabelece a relação de 90º entre as duas fases.

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Alternador bifásico e trifásico: as três fases defasadas de 120º (parte 1)
Padrão bordo
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Alternador bifásico e trifásico: as três fases defasadas de 120º (parte 2)

  • O trifásico é o padrão de bordo:
  • um circuito trifásico, ou polifásico, é empregado na maioria dos alternadores de aeronave, no lugar do monofásico ou do bifásico.
  • O alternador trifásico possui três enrolamentos monofásicos espaçados,
  • de modo que a voltagem induzida em cada enrolamento esteja 120º fora de fase em relação às voltagens dos outros dois enrolamentos.
  • As três voltagens estão espaçadas de 120º e são similares às voltagens que seriam geradas por três alternadores monofásicos com voltagens defasadas de 120º.

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Alternador bifásico e trifásico: as três fases defasadas de 120º (parte 2)
Independentes outra
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Alternador bifásico e trifásico: as três fases defasadas de 120º (parte 3)

  • As três fases são independentes uma da outra.
  • O diagrama esquemático mostra cada uma das três fases — o rotor é omitido por simplicidade — e, ao lado,
  • as formas de onda das três voltagens, onde se vê a defasagem de 120º e a igualdade de amplitude.
  • Observação de projeto:
  • um diagrama de estator trifásico mostrando todas as bobinas torna-se complexo e difícil de interpretar,
  • e é por isso que se trabalha com o esquema simplificado das três fases.

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Alternador bifásico e trifásico: as três fases defasadas de 120º (parte 3)
Bordo
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Alternador bifásico e trifásico: as três fases defasadas de 120º (parte 4)

  • Uso a bordo:
  • a energia trifásica alimenta as finalidades que exigem potência maior, como o aquecimento resistivo nas hélices,
  • nos dutos do motor e nos pára-brisas.

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Alternador bifásico e trifásico: as três fases defasadas de 120º (parte 4)
Alternador depende
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A frequência da voltagem gerada: f = (P × N) / 120 (parte 1)

  • A frequência da voltagem do alternador depende de duas coisas: da velocidade do rotor e do número de polos.
  • Quanto maior a velocidade, mais alta a frequência; quanto mais polos tiver o rotor, mais alta a frequência numa certa velocidade.
  • Na relação f = (P × N) / 120:
  • P é o número de polos do rotor (contagem total, e não pares de polos);

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A frequência da voltagem gerada: f = (P × N) / 120 (parte 1)
Velocidade rotação
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A frequência da voltagem gerada: f = (P × N) / 120 (parte 2)

  • N é a velocidade de rotação em rpm; f é a frequência em ciclos por segundo (c.p.s.), isto é, em hertz (Hz).
  • O 120 vem de 2 × 60:
  • cada volta do rotor produz um ciclo por par de polos,
  • e dividir a rotação por 60 a dá em voltas por segundo.
  • Exemplos com valores de aeronave (400 Hz): 12 polos a 4.000 rpm → 12 × 4.000 ÷ 120 = 400 Hz;
  • 6 polos a 8.000 rpm → 400 Hz.

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A frequência da voltagem gerada: f = (P × N) / 120 (parte 2)
Conta inversa
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A frequência da voltagem gerada: f = (P × N) / 120 (parte 3)

  • A conta inversa é tão útil quanto a direta:
  • N = (120 × f) ÷ P e P = (120 × f) ÷ N.
  • Num alternador que gira de 5.700 a 6.300 rpm e fornece de 380 a 420 Hz,
  • P = 120 × 400 ÷ 6.000 = 8 polos — e a fórmula confirma as pontas da faixa:
  • 380 Hz a 5.700 rpm e 420 Hz a 6.300 rpm.
  • Numa certa frequência, quanto mais pares de polos, menor a velocidade necessária:

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A frequência da voltagem gerada: f = (P × N) / 120 (parte 3)
Alternador polos
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A frequência da voltagem gerada: f = (P × N) / 120 (parte 4)

  • um alternador de dois polos gira o dobro da velocidade de um de quatro polos para a mesma frequência.
  • Consequência prática:
  • a frequência acompanha a rotação do acionamento — com rotação variável, ela varia na mesma proporção,
  • o que exige uma transmissão de velocidade constante, tratada adiante.

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A frequência da voltagem gerada: f = (P × N) / 120 (parte 4)
Acoplado diretamente
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Acoplamento ao motor e o conjunto do alternador (parte 1)

  • Acoplamento:
  • o alternador está acoplado diretamente ao motor do avião por meio de um acoplamento de acionamento flexível,
  • que absorve os pequenos desalinhamentos entre o eixo do motor e o do alternador.
  • Nos aviões maiores, os alternadores acionados pelos motores são acoplados à unidade de transmissão à velocidade constante (CSD = constant speed drive),
  • na parte inferior dos motores.
  • Composição do conjunto: o alternador completo é constituído por um circuito excitador de CA, um retificador rotativo e o alternador propriamente dito.

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Acoplamento ao motor e o conjunto do alternador (parte 1)
Campo rotativo
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Acoplamento ao motor e o conjunto do alternador (parte 2)

  • O campo rotativo, que produz a voltagem induzida no induzido estacionário, é excitado pelo excitador de CA,
  • cuja saída é convertida em CC por retificadores localizados no eixo do rotor.
  • Refrigeração: o ar de refrigeração é conduzido à unidade por uma tomada de injeção de ar, na tampa de entrada de ar;
  • nos motores ele é sangrado do duto de descarga da ventoinha (FAN) e, no solo ou em voo,
  • é conduzido para fora do avião pela saída de ar do motor.

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Acoplamento ao motor e o conjunto do alternador (parte 2)
Unidade alternadora
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Acoplamento ao motor e o conjunto do alternador (parte 3)

  • Unidade alternadora-retificadora (UAR):
  • em muitos aviões com peso inferior a 12.500 libras usa-se um conjunto em que a seção alternadora entrega CA trifásica em ligação delta com um retificador trifásico de onda completa — a saída da unidade é CC.
  • Por isso a unidade é às vezes chamada de gerador CC:
  • a saída é CC e ela é usada nos sistemas CC, embora seja, na verdade, uma unidade alternadora-retificadora.
  • É auto-excitada, mas não contém ímã permanente:

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Acoplamento ao motor e o conjunto do alternador (parte 3)
Excitação partida
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Acoplamento ao motor e o conjunto do alternador (parte 4)

  • a excitação de partida vem da bateria e, logo após a partida, ela passa a se auto-excitar.
  • A voltagem de saída CC é regulada por um regulador de voltagem do tipo pilha de carvão.
  • Dados de operação: velocidade média de 2.100 a 9.000 rpm, saída CC de 26 a 29 volts e 125 ampères.

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Acoplamento ao motor e o conjunto do alternador (parte 4)
Alternador escova
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A excitação: do regulador ao campo rotativo (parte 1)

  • No alternador sem escova não há anéis coletores, comutadores nem escovas,
  • quer no alternador ou no excitador — nada para desgastar ou centelhar em altitude elevada.
  • O excitador e a cadeia de excitação:
  • o excitador de CA consiste em um campo CC de seis polos estacionários e um induzido rotativo.
  • O campo excitador é alimentado com CC do regulador de voltagem e cria uma voltagem trifásica no induzido do excitador;

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A excitação: do regulador ao campo rotativo (parte 1)
Retificada corrente
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A excitação: do regulador ao campo rotativo (parte 2)

  • essa CA é retificada, e a corrente contínua resultante alimenta o campo rotativo do alternador, que induz a voltagem no induzido estacionário.
  • A corrente que o regulador entrega à bobina de campo em paralelo controla a saída do alternador.
  • A bobina de campo em paralelo — ligada entre os terminais "A" e "F" — consiste em dois fios trançados,
  • enrolados em seis bobinas em série sobre os seis polos principais, com polaridades alternadamente invertidas.
  • As extremidades dos fios isolados vão ao terminal "F" e, numa delas,

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A excitação: do regulador ao campo rotativo (parte 2)
Diretamente enquanto
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A excitação: do regulador ao campo rotativo (parte 3)

  • um fio liga-se diretamente ao "A" enquanto o outro passa por um termistor de característica inversa de resistência-temperatura:
  • a frio, sua resistência elevada bloqueia a corrente em um dos fios;
  • a quente,
  • ela cai a valor desprezível e a corrente se divide pelos dois — a resistência combinada a alta temperatura fica praticamente igual à de um único fio a baixa,
  • o que dá a compensação de temperatura do campo excitador.
  • Excitação na partida sem dispositivo especial:

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A excitação: do regulador ao campo rotativo (parte 3)
Permanentes montados
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A excitação: do regulador ao campo rotativo (parte 4)

  • seis ímãs permanentes montados na estrutura do excitador, entre os seis polos do estator,
  • aumentam a voltagem residual e dispensam dispositivo especial na partida.
  • Estabilização:
  • a bobina de estabilização, enrolada sobre a bobina de excitação de campo,
  • só é usada com regulador de voltagem do tipo amplificador magnético;
  • com regulador transistorizado, a estabilização é feita por realimentação no próprio regulador, que amortece as flutuações da saída.

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A excitação: do regulador ao campo rotativo (parte 4)
Corrente máxima
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Fator de potência e classificação do alternador (parte 1)

  • A corrente máxima que pode ser fornecida por um alternador depende da dissipação máxima de calor (queda de potência I² R) que pode ser mantida no induzido e da que pode ser mantida no campo.
  • A corrente do induzido varia com a carga, como nos geradores CC.
  • O efeito que não existe no gerador CC:
  • nos geradores CA, cargas que atrasam o fator de potência tendem a desmagnetizar o campo do alternador,

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Voltagem saída
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Fator de potência e classificação do alternador (parte 2)

  • e a voltagem de saída é mantida somente pelo aumento da corrente do campo CC.
  • Com carga de fator de potência atrasado, o regulador precisa entregar mais corrente de campo para manter a mesma voltagem nos terminais.
  • Por essa razão os geradores de corrente alternada são geralmente classificados de acordo com o kVA, o fator de potência, as fases,
  • a voltagem e a frequência.
  • Exemplo de classificação:

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Gerador classificado
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Fator de potência e classificação do alternador (parte 3)

  • um gerador pode ser classificado em 40 kVA, 208 volts, 400 ciclos, trifásico e com um fator de potência de 75%.
  • O que cada termo significa:
  • kVA indica a potência aparente — é a saída em kVA, ou a relação entre a corrente e a voltagem,
  • na qual o gerador deve operar.
  • Fator de potência é a expressão da relação entre a potência aparente (volt-ampère) e a potência real ou efetiva (watts).

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Unidades diferentes
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Fator de potência e classificação do alternador (parte 4)

  • São unidades diferentes: a potência aparente se mede em volt-ampère e a potência real em watts.
  • Número de fases é o número de voltagens independentes geradas; os geradores trifásicos geram três voltagens espaçadas de 120º.
  • Valores reais de bordo:
  • alternadores de aeronave fornecem 30 ou 40 kVA cada, com fator de potência de 0,95 de adiantamento até 0,75 de retardamento,
  • voltagem de 120 a 208 volts, 380 a 420 Hz e rotação de 5.700 a 6.300 rpm.

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Estator trifásico
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Ligação estrela ("Y") e delta (parte 1)

  • O estator trifásico tem três enrolamentos:
  • em vez de o alternador possuir 6 fios, um dos fios de cada fase pode ser ligado para formar uma junção comum,
  • e o estator passa a ser chamado de ligação em "Y" ou estrela.
  • O fio comum pode ser procedente ou não do alternador: se sair, será o fio neutro.
  • Ligação "Y" (estrela):
  • no esquema "A",

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Ligação estrela ("Y") e delta (parte 1)
Estator comum
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Ligação estrela ("Y") e delta (parte 2)

  • o estator em "Y" não tem fio comum saindo do alternador e cada carga é ligada através de duas fases em série (RAB entre "A" e "B",
  • RAC entre "A" e "C",
  • RB entre "B" e "C") — a voltagem em cada carga é maior do que a de uma fase única.
  • Em "Y":
  • a voltagem medida através de duas fases é a soma vetorial das voltagens de fase individuais — em condições equilibradas,
  • a voltagem de linha é 1,73 vez a voltagem de fase —,

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Ligação estrela ("Y") e delta (parte 2)
Enquanto corrente
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Ligação estrela ("Y") e delta (parte 3)

  • enquanto a corrente de linha é igual à corrente de fase, pois há somente um caminho de corrente no fio da linha.
  • Ligação "delta": o estator pode ser ligado de extremidades a extremidades, como no esquema "B": as voltagens são iguais às de fase;
  • as correntes de linha são a soma vetorial das correntes de fase;
  • e a corrente de linha é 1,73 vez a corrente de fase, com cargas equilibradas.
  • Comparação para cargas iguais (igual kW de saída):

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Ligação estrela ("Y") e delta (parte 3)
Fornece corrente
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Ligação estrela ("Y") e delta (parte 4)

  • a ligação delta fornece corrente de linha maior, com voltagem de linha igual à de fase;
  • a ligação "Y" fornece voltagem de linha maior, com corrente de linha igual à de fase.
  • [LACUNA:
  • a fonte não informa qual ligação predomina no estator dos alternadores de aeronave,
  • nem se o neutro costuma sair dele — verificar a bibliografia complementar de geração de corrente alternada.]

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Ligação estrela ("Y") e delta (parte 4)
Função sistema
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Por que a voltagem de saída precisa ser regulada (parte 1)

  • A função do sistema regulador é controlar a voltagem,
  • manter o equilíbrio da corrente que circula em todo o sistema e eliminar as variações repentinas na voltagem quando uma carga é aplicada ao sistema.
  • O problema da regulagem de voltagem no sistema CA não difere, basicamente, do sistema CC.
  • O que muda é de onde o regulador tira a informação de voltagem: no sistema CC, do gerador CC;
  • no sistema CA, da linha do alternador.
  • Há uma razão física para o CA exigir regulagem:

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Cargas atrasam
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Por que a voltagem de saída precisa ser regulada (parte 2)

  • as cargas que atrasam o fator de potência tendem a desmagnetizar o campo do alternador,
  • e a voltagem de saída é mantida somente pelo aumento da corrente do campo CC.
  • Sem ação do regulador, a voltagem cai justamente quando a carga indutiva cresce.
  • Em operação em paralelo há uma diferença importante entre geradores CC e alternadores:
  • a carga suportada por um gerador CC, num sistema de 2 ou 4 geradores,
  • depende da sua voltagem comparada com a voltagem da barra;

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Divisão carga
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Por que a voltagem de saída precisa ser regulada (parte 3)

  • a divisão da carga entre alternadores depende dos ajustes dos seus reguladores de velocidade, que são controlados pela frequência.
  • Em paralelo, frequência e voltagem devem ser iguais.
  • As forças de sincronização no CA são maiores do que no CC, porque equalizam voltagem e velocidade ao mesmo tempo.
  • Alternadores de porte considerável, com frequências e voltagens de saída diferentes,
  • podem sofrer sérios danos se ligados entre si por uma barra comum.

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Alternador melhor
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Por que a voltagem de saída precisa ser regulada (parte 4)

  • A voltagem de saída do alternador é melhor controlada pela regulagem da voltagem de saída do excitador CC,
  • que fornece corrente ao campo do rotor do alternador.
  • Referência de valores do conjunto alternador-retificador:
  • velocidade de 2.100 a 9.000 rpm, voltagem de saída CC de 26 a 29 volts e 125 ampères.

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Controla corrente
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O regulador à pilha de carvão no sistema CA (parte 1)

  • O regulador de pilha de carvão controla a corrente de campo do excitador e, assim,
  • regula a voltagem de saída do excitador aplicada ao campo do alternador.
  • É o mesmo princípio do sistema CC.
  • A única diferença entre o sistema CC e o sistema CA é que a bobina de voltagem recebe sua voltagem da linha do alternador,
  • ao invés do gerador CC.
  • Todo o restante do circuito de regulação permanece igual.

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O regulador à pilha de carvão no sistema CA (parte 1)
Usado ligação
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O regulador à pilha de carvão no sistema CA (parte 2)

  • O regulador usado na ligação com alternador é o de um sistema de 28 volts, ligado ao circuito de campo do excitador.
  • Cadeia de controle, na ordem em que o sinal percorre o sistema:
  • a voltagem da linha do alternador chega ao regulador;
  • a bobina de voltagem responde a essa voltagem;
  • a pressão dos discos de carvão varia;
  • a corrente de campo do excitador varia;

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O regulador à pilha de carvão no sistema CA (parte 2)
Voltagem saída
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O regulador à pilha de carvão no sistema CA (parte 3)

  • a voltagem de saída do excitador varia;
  • o campo do alternador varia;
  • a voltagem de saída do alternador volta ao valor desejado.
  • Como o excitador fornece a corrente de campo do rotor do alternador, é a voltagem de saída do excitador que fixa,
  • em última análise, a voltagem de saída do alternador.
  • Por isso todo o controle é feito no circuito do excitador, e não no circuito de carga.

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O regulador à pilha de carvão no sistema CA (parte 3)
Unidade alternadora
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O regulador à pilha de carvão no sistema CA (parte 4)

  • Na unidade alternadora-retificadora, em que a saída já é CC,
  • a voltagem de saída também pode ser regulada pelo regulador de voltagem do tipo pilha de carvão.
  • [LACUNA:
  • o texto disponível não descreve o mecanismo interno da pilha de carvão — como a pressão sobre os discos altera a resistência do conjunto;
  • procurar essa descrição na parte de reguladores de voltagem do sistema CC, que não está no trecho extraído.]

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O regulador à pilha de carvão no sistema CA (parte 4)
Bobina voltagem
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O transformador trifásico redutor e o retificador trifásico de onda completa (parte 1)

  • Para que a bobina de voltagem do regulador "enxergue" a linha do alternador, a voltagem precisa ser rebaixada e convertida em CC.
  • Nesta ligação:
  • um transformador trifásico redutor de voltagem, ligado à voltagem do alternador, fornece força a um retificador trifásico de onda completa;
  • a saída CC de 28 volts do retificador é então aplicada à bobina de voltagem do regulador de pilha de carvão.
  • O transformador é o elemento que permite o rebaixamento.

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Transforma energia
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O transformador trifásico redutor e o retificador trifásico de onda completa (parte 2)

  • Um transformador transforma energia elétrica de uma voltagem em energia elétrica de outra voltagem:
  • duas bobinas que não estão eletricamente ligadas entre si,
  • mas são arrumadas de modo que o campo magnético de uma corta a outra, produzindo voltagem por indução mútua.
  • Ele é formado por três partes básicas: núcleo de ferro, enrolamento primário (que recebe a energia) e enrolamento secundário.
  • O transformador funciona com voltagem alternada e também com CC pulsante, mas não funciona com CC pura,

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Porque voltagem
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O transformador trifásico redutor e o retificador trifásico de onda completa (parte 3)

  • porque só uma voltagem variável cria o campo magnético variável que é a base da indução mútua.
  • O fator que define se o transformador é elevador ou rebaixador é a relação de espiras (relação de transformação):
  • com 100% de rendimento,
  • a relação entre a voltagem de entrada e a de saída é igual à relação entre o número de espiras do primário e do secundário.
  • Dimensão da tarefa:
  • a linha do alternador trabalha na faixa de 120 a 208 volts CA,

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Bobina voltagem
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O transformador trifásico redutor e o retificador trifásico de onda completa (parte 4)

  • e a bobina de voltagem do regulador é um componente do sistema de 28 volts — por isso o redutor é indispensável.

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Transferência informação
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Unidade transformadora-retificadora, transformador antioscilante e equalização (parte 1)

  • A transferência da informação de voltagem do alternador para o regulador é feita por uma unidade transformadora-retificadora:
  • as variações na voltagem do alternador são transferidas por meio dessa unidade para a linha de voltagem do regulador,
  • e a pressão dos discos de carvão varia.
  • É essa pressão variável que fecha o laço de controle sobre a corrente de campo do excitador.

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Unidade transformadora-retificadora, transformador antioscilante e equalização (parte 1)
Regulador precisa
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Unidade transformadora-retificadora, transformador antioscilante e equalização (parte 2)

  • Todo regulador precisa de um elemento que evite oscilação — a resposta contínua de correção tende a produzir uma "caça" da voltagem em torno do valor desejado.
  • É para isso que existe a ação antioscilante:
  • o transformador antioscilante, ou amortecedor de voltagem do excitador, é similar aos usados nos sistemas CC e realiza a mesma função;
  • sua finalidade é eliminar as variações repentinas na voltagem quando uma carga é aplicada ao sistema.
  • Além da voltagem, o regulador participa do equilíbrio de corrente do sistema.

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Unidade transformadora-retificadora, transformador antioscilante e equalização (parte 2)
Circuito alternador
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Unidade transformadora-retificadora, transformador antioscilante e equalização (parte 3)

  • O circuito de equalização do alternador é igual ao circuito do sistema CC,
  • no qual o regulador é afetado quando a corrente circulante fornecida por um dos alternadores for diferente da fornecida pelos outros.
  • É esse circuito que impede que um alternador "empurre" corrente para o outro em vez de alimentar a barra.
  • Comparação útil com a tecnologia seguinte:
  • nos sistemas que usam regulador de voltagem do tipo amplificador magnético, existe uma bobina de estabilização no estator do excitador.

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Unidade transformadora-retificadora, transformador antioscilante e equalização (parte 3)
Aeronaves regulador
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Unidade transformadora-retificadora, transformador antioscilante e equalização (parte 4)

  • Nas aeronaves que usam regulador de voltagem transistorizado, essa bobina de estabilização não é usada:
  • a estabilização passa a ser feita pela realimentação dentro do próprio regulador, que sente e amortece quaisquer flutuações da voltagem de saída.

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Unidade transformadora-retificadora, transformador antioscilante e equalização (parte 4)
Muitos dispositivos
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Retificação: como a corrente alternada se transforma em contínua (parte 1)

  • Muitos dispositivos de uma aeronave exigem CC de alta amperagem e baixa voltagem.
  • Esse suprimento pode vir de geradores CC acionados pelo motor, de conjuntos motor-gerador,
  • de retificadores a válvula ou de retificadores a disco seco e de estado sólido.
  • Em aeronaves com sistema CA, um gerador CC especial não é desejável:
  • seria preciso acionar mais um equipamento na seção de acessórios do motor.
  • Os conjuntos motor-gerador eliminam esse inconveniente porque operam diretamente a partir do sistema CA.

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Retificação: como a corrente alternada se transforma em contínua (parte 1)
Retificadores disco
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Retificação: como a corrente alternada se transforma em contínua (parte 2)

  • Já os retificadores a disco seco e de estado sólido são excelente fonte de alta amperagem com baixa voltagem,
  • e os semicondutores praticamente substituíram todos os outros tipos;
  • disco seco e motor-gerador ficaram limitados a aeronaves mais antigas.
  • Retificador é o dispositivo que transforma CA em CC limitando ou regulando o sentido do fluxo de corrente.
  • Os dois métodos são o retificador de meia onda e o de onda completa.
  • O funcionamento depende da junção PN:

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Retificação: como a corrente alternada se transforma em contínua (parte 2)
Polarização direta
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Retificação: como a corrente alternada se transforma em contínua (parte 3)

  • polarização direta — o diodo oferece resistência muito pequena à corrente e pode ser tratado como um curto-circuito;
  • a zona de depleção se estreita;
  • polarização inversa — a resistência é máxima e o diodo pode ser tratado como um circuito aberto;
  • a zona de depleção se alarga,
  • porque a voltagem aplicada tem o mesmo sentido do campo da barreira e afasta portadores da junção.
  • Retificação de meia onda:

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Retificação: como a corrente alternada se transforma em contínua (parte 3)
Semiciclo positivo
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Retificação: como a corrente alternada se transforma em contínua (parte 4)

  • no semiciclo positivo, as polaridades na carga e no diodo são positivas,
  • o diodo está polarizado diretamente e a parcela positiva aparece sobre o resistor de carga,
  • sem perda de potencial no diodo em série.
  • No semiciclo negativo, o diodo fica invertido: corrente de 0 ampères e queda de 0 volts sobre a carga.
  • A saída é a entrada menos o semiciclo negativo — daí o nome meia onda,
  • e daí as interrupções na forma de onda.

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Retificação: como a corrente alternada se transforma em contínua (parte 4)
Retificador ponte
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Retificação de onda completa e diodos retificadores de potência (parte 1)

  • Retificador de onda completa em ponte:
  • o termo "onda completa" indica que a saída é uma sequência contínua de pulsos,
  • e não uma forma de onda com interrupções como na meia onda.
  • Funcionamento da ponte, nos dois semiciclos:
  • semiciclo positivo: D2 e D4 ficam polarizados inversamente (abertos) e D1 e D3 conduzem;
  • semiciclo negativo: as polaridades se invertem e os estados se trocam — D4 e D2 conduzem, D1 e D3 ficam abertos;

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Retificação de onda completa e diodos retificadores de potência (parte 1)
Semiciclos corrente
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Retificação de onda completa e diodos retificadores de potência (parte 2)

  • nos dois semiciclos a corrente passa pela carga no mesmo sentido,
  • e o semiciclo negativo fica "levantado" para o lado positivo da linha de tempo.
  • Diodos retificadores de potência: aplicações de corrente elevada, como fontes de alimentação, de 1 ampère a centenas de ampères.
  • Exemplo comum é a série 1N4001 a 1N4007:
  • o "1N" indica uma única junção PN, ou seja, que o dispositivo é um diodo;

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Retificação de onda completa e diodos retificadores de potência (parte 2)
Corrente média
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Retificação de onda completa e diodos retificadores de potência (parte 3)

  • a corrente média é de cerca de 1 ampère, com tensão de pico inverso de 50 a 1.000 volts.
  • Retificadores maiores conduzem até 300 ampères polarizados diretamente, com pico inverso de 600 volts; o invólucro metálico serve de dissipador.
  • Identificação:
  • o fabricante marca o diodo para indicar ânodo e cátodo — pontos, faixas coloridas,
  • a letra "k" ou formatos incomuns indicam o cátodo.
  • Por que o silício: os semicondutores mais comuns são o germânio e o silício;

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Retificação de onda completa e diodos retificadores de potência (parte 3)
Silício preferido
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Retificação de onda completa e diodos retificadores de potência (parte 4)

  • o silício é preferido na maioria das aplicações modernas por operar numa faixa mais ampla de temperaturas.
  • É o material dos retificadores de silício usados, por exemplo, no circuito de excitação do alternador sem escova.
  • Empilhamento em série:
  • para suportar voltagem maior do que um único retificador aguenta, os retificadores são empilhados em série,
  • como resistores em série — cada um absorve uma parcela da voltagem.

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Retificação de onda completa e diodos retificadores de potência (parte 4)
Retificador destruído
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Retificação de onda completa e diodos retificadores de potência (parte 5)

  • Se um retificador é destruído acima de 50 volts e a aplicação tem 150 volts, empilham-se três, de 50 volts cada.
  • [LACUNA:
  • os modos de falha do diodo retificador — diodo aberto e diodo em curto — e o efeito de cada um sobre a forma de onda não constam do texto desta bibliografia;
  • procurar na parte de solução de panes de sistemas de geração CA.]

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Retificação de onda completa e diodos retificadores de potência (parte 5)
Maioria aeronaves
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O alternador sem escova: o que muda em relação ao de anéis coletores (parte 1)

  • O que é. A maioria das aeronaves modernas usa um tipo de alternador sem escova (em inglês, *brushless*).
  • Ele é mais eficiente porque não possui escovas para se desgastar nem para centelhar em altitudes elevadas.
  • O que muda em relação ao alternador com anéis coletores.
  • No alternador de campo rotativo comum, a corrente de excitação chega ao rotor por anéis coletores e escovas;
  • esses anéis têm duração menor e o centelhamento é um perigo contínuo.

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O alternador sem escova: o que muda em relação ao de anéis coletores (parte 1)
Integrado circuito
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O alternador sem escova: o que muda em relação ao de anéis coletores (parte 2)

  • No tipo integrado sem escova, o circuito de excitação é completado por retificadores de silício, em vez de um coletor e escovas:
  • os retificadores ficam montados sobre o eixo do gerador e sua saída é alimentada diretamente ao campo rotativo principal do gerador CA.
  • Na classificação por sistema de excitação, esse é o terceiro método:
  • um gerador CC no mesmo eixo do gerador CA, com o circuito de excitação fechado por retificadores de silício.

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O alternador sem escova: o que muda em relação ao de anéis coletores (parte 2)
Funciona conjunto
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O alternador sem escova: o que muda em relação ao de anéis coletores (parte 3)

  • Como funciona no conjunto real. Um campo eletromagnético rotativo produz a voltagem de saída, induzida no induzido estacionário do alternador.
  • Esse campo é excitado por um excitador de CA,
  • cuja saída é convertida em CC pelos retificadores alojados no eixo do rotor — os diodos de silício para alta temperatura.
  • Não há anéis coletores, comutadores nem escovas, quer no alternador, quer no excitador.
  • Por que a ausência de escovas importa na manutenção.
  • Desaparecem os itens de desgaste do circuito de campo:

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O alternador sem escova: o que muda em relação ao de anéis coletores (parte 3)
Substituir carvão
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O alternador sem escova: o que muda em relação ao de anéis coletores (parte 4)

  • não há escova a substituir, não há pó de carvão a limpar e não há centelhamento em altitude.
  • A ausência de escovas elimina as inversões de polaridade do gerador e reduz o ruído de rádio;
  • o que sobra é atenuado por um filtro montado no próprio alternador.
  • Em contrapartida, o esforço de manutenção muda de lugar:
  • sai a rotina de escovas e comutador,

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O alternador sem escova: o que muda em relação ao de anéis coletores (parte 4)
Entram verificação
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O alternador sem escova: o que muda em relação ao de anéis coletores (parte 5)

  • entram a verificação dos diodos retificadores rotativos — que giram com o eixo e não podem ser medidos com a unidade em operação — e as vedações.

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O alternador sem escova: o que muda em relação ao de anéis coletores (parte 5)
Depende voltagem
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A frequência nasce da rotação: f = (P × N) / 120 (parte 1)

  • De que depende a frequência. A frequência de voltagem do alternador depende de duas coisas:
  • da velocidade do rotor e do número de pólos. Quanto maior a velocidade, mais alta a frequência;
  • quanto menor a velocidade, mais baixa a frequência.
  • E, numa certa velocidade, quanto mais pólos tiver o rotor, mais alta será a frequência.
  • Por que um ciclo completo.

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Quando rotor
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A frequência nasce da rotação: f = (P × N) / 120 (parte 2)

  • Quando o rotor gira um certo ângulo de modo que dois pólos adjacentes do rotor (um pólo norte e um pólo sul) passem por um enrolamento,
  • o valor da voltagem induzida naquele enrolamento varia dentro de um ciclo completo.
  • Logo, o número de ciclos por revolução é igual ao número de pares de pólos.
  • A equação. A frequência em hertz relaciona-se com o número de pólos e a velocidade pela expressão usada.
  • Exemplos conferidos com os dados da bibliografia.

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Pólos
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A frequência nasce da rotação: f = (P × N) / 120 (parte 3)

  • 2 pólos a 3.600 rpm: 2 × 3.600 ÷ 120 = 60 Hz.
  • 4 pólos a 1.800 rpm: 4 × 1.800 ÷ 120 = 60 Hz (metade da rotação, mesma frequência).
  • 6 pólos a 500 rpm: 6 × 500 ÷ 120 = 25 Hz.
  • 12 pólos a 4.000 rpm: 12 × 4.000 ÷ 120 = 400 Hz.
  • Alternador de aeronave de 6 pólos girando a 8.000 rpm: 6 × 8.000 ÷ 120 = 400 Hz.

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Leitura prática
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A frequência nasce da rotação: f = (P × N) / 120 (parte 4)

  • A leitura prática. Para uma dada frequência, quanto maior o número de pares de pólos, menor a velocidade de rotação necessária:
  • um alternador de 2 pólos gira o dobro da velocidade de um de 4 pólos para gerar a mesma frequência.
  • Invertendo a fórmula,
  • para o padrão de 400 Hz o produto P × N tem de valer sempre 120 × 400 = 48.000 — é por isso que 12 pólos × 4.000 rpm,

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Pólos pólos
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A frequência nasce da rotação: f = (P × N) / 120 (parte 5)

  • 8 pólos × 6.000 rpm e 6 pólos × 8.000 rpm produzem todas 400 Hz.
  • É a frequência que fixa o par de valores de projeto (pólos e rotação), não o contrário.

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Problema alternadores
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O que acontece com a frequência quando a rotação do motor varia (parte 1)

  • O problema. Os alternadores nem sempre são ligados diretamente ao motor do avião, como os geradores CC.
  • Diversos aparelhos elétricos que operam com a corrente alternada fornecida pelos alternadores são projetados para operar numa certa voltagem e numa frequência específica.
  • A velocidade dos alternadores deveria, portanto, ser constante — entretanto, a velocidade de um motor de avião varia.
  • A proporcionalidade. Com acionamento direto pela caixa de transmissão do motor, a frequência acompanha a rotação:
  • qualquer variação de N aparece multiplicada por P ÷ 120 na frequência.

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O que acontece com a frequência quando a rotação do motor varia (parte 1)
Marcha lenta
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O que acontece com a frequência quando a rotação do motor varia (parte 2)

  • Se o motor vai da marcha lenta à decolagem,
  • N percorre uma faixa larga e a frequência de saída sai da faixa de projeto — e sai para os dois lados,
  • abaixo de 400 Hz na marcha lenta e acima de 400 Hz em rotação alta.
  • Números da própria fonte.
  • No conjunto real,
  • a rotação de operação do alternador fica entre 5.700 e 6.300 rpm e a frequência resultante entre 380 e 420 Hz,

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O que acontece com a frequência quando a rotação do motor varia (parte 2)
Voltagem saída
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O que acontece com a frequência quando a rotação do motor varia (parte 3)

  • com voltagem de saída de 120 a 208 V e potência de 30 ou 40 kVA,
  • fator de potência de 0,95 adiantado a 0,75 atrasado.
  • Conferindo pela fórmula,
  • essa faixa de rotação e essa faixa de frequência correspondem a um alternador de 8 pólos (8 × 5.700 ÷ 120 = 380 Hz;
  • 8 × 6.300 ÷ 120 = 420 Hz).
  • O que se faz com o que não tolera variação.

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O que acontece com a frequência quando a rotação do motor varia (parte 3)
Aeronave combina
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O que acontece com a frequência quando a rotação do motor varia (parte 4)

  • Numa aeronave que combina sistemas CA e CC,
  • o sistema de frequência fixa é montado com 3 ou 4 inversores e seus controles, proteções e indicações,
  • para fornecer energia CA monofásica ao equipamento CA sensível à frequência.
  • O sistema de frequência variável pode consistir em dois ou mais alternadores acionados pelo motor, alimentando cargas que toleram a variação,
  • como aquecimento resistivo em hélices, dutos do motor e para-brisas.
  • Ou seja: frequência variável existe, mas só onde a carga não se importa com ela.

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O que acontece com a frequência quando a rotação do motor varia (parte 4)
Saída impasse
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A solução: a transmissão de velocidade constante (CSD) (parte 1)

  • A saída do impasse.
  • Alguns alternadores são acionados pelo motor através de uma transmissão de velocidade constante (CSD), instalada entre o motor e o alternador.
  • A CSD é uma transmissão hidráulica, que pode ser controlada eletricamente ou mecanicamente.
  • O que ela promete.
  • A unidade é projetada para entregar 6.000 rpm de saída desde que a entrada permaneça entre 2.800 e 9.000 rpm.
  • É uma faixa larga de entrada para uma saída travada num único valor.

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A solução: a transmissão de velocidade constante (CSD) (parte 1)
Condições operação
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A solução: a transmissão de velocidade constante (CSD) (parte 2)

  • As três condições de operação.
  • Entrada abaixo de 6.000 rpm: a transmissão aumenta a velocidade para fornecer a saída desejada. Esse aumento é chamado de *overdrive*.
  • Entrada igual a 6.000 rpm: a saída é a mesma da entrada; é o acionamento direto (*straight drive*).
  • Entrada acima de 6.000 rpm: a entrada, agora elevada demais, tem de ser reduzida para dar os 6.000 rpm de saída;
  • é o *underdrive*.

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A solução: a transmissão de velocidade constante (CSD) (parte 2)
Analogia automotiva
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A solução: a transmissão de velocidade constante (CSD) (parte 3)

  • A analogia automotiva vale: em *overdrive* o motor gira menos para a mesma velocidade de estrada;
  • em *underdrive* é como andar em marcha reduzida.
  • O efeito prático.
  • É essa correção contínua que permite ao alternador produzir a mesma frequência logo acima da marcha lenta do que produziria em decolagem ou em cruzeiro.
  • Na prática,
  • a frequência de saída varia de 420 Hz sem carga a 400 Hz com carga total — uma banda estreita de regulação,

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A solução: a transmissão de velocidade constante (CSD) (parte 3)
Faixa inteira
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A solução: a transmissão de velocidade constante (CSD) (parte 4)

  • não a faixa inteira do motor.
  • Instalação e a sigla IDG.
  • Cada alternador é suportado e acionado à velocidade constante por essa transmissão de relação variável,
  • acoplada ao motor por um dispositivo de rápida remoção/instalação, que substitui os estojos de fixação;
  • o alternador é fixado ao CSD por 12 estojos.
  • A CSD pode ser uma unidade independente ou ser montada dentro da carcaça do alternador;

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A solução: a transmissão de velocidade constante (CSD) (parte 4)
Quando estão
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A solução: a transmissão de velocidade constante (CSD) (parte 5)

  • quando os dois estão contidos numa única unidade, o conjunto recebe o nome de gerador de acionamento integrado (IDG).

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A solução: a transmissão de velocidade constante (CSD) (parte 5)
Feita
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As duas unidades hidráulicas: cilindrada variável e cilindrada fixa (parte 1)

  • Do que a CSD é feita.
  • Cada transmissão consiste essencialmente em duas unidades hidráulicas, do tipo pistão de deslocamento axial, de cilindrada positiva,
  • e um diferencial mecânico que efetua a função somatória de velocidades.
  • Duas unidades iguais por fora, diferentes por dentro. As unidades hidráulicas apresentam as mesmas dimensões físicas;
  • uma delas tem placa de controle com inclinação variável, e a outra tem placa de controle com inclinação fixa e, consequentemente,
  • cilindrada fixa.

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As duas unidades hidráulicas: cilindrada variável e cilindrada fixa (parte 1)
Giram independentemente
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As duas unidades hidráulicas: cilindrada variável e cilindrada fixa (parte 2)

  • As duas giram independentemente e são montadas de encontro às faces opostas de uma placa fixa comum,
  • que as interliga através de orifícios.
  • Unidade de cilindrada variável.
  • Consiste em um tambor, pistões alternativos, uma placa de controle de inclinação variável, um cilindro e um pistão de controle.
  • Está acoplada diretamente ao motor do avião;
  • portanto, a velocidade de rotação do bloco dos pistões é sempre proporcional à velocidade de entrada,

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As duas unidades hidráulicas: cilindrada variável e cilindrada fixa (parte 2)
Sentido rotação
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As duas unidades hidráulicas: cilindrada variável e cilindrada fixa (parte 3)

  • e o sentido de rotação é sempre o mesmo.
  • Como o ângulo da placa de controle é continuamente variável nos dois sentidos — do ângulo máximo positivo a zero e de zero ao ângulo máximo negativo —,
  • sua cilindrada é continuamente variável de zero ao máximo, nos dois sentidos.
  • Unidade de cilindrada fixa. Consiste em um tambor, pistões alternativos e uma placa de controle de inclinação fixa.
  • É acionada pelo óleo descarregado pela unidade de cilindrada variável e, por isso,

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As duas unidades hidráulicas: cilindrada variável e cilindrada fixa (parte 3)
Qualquer velocidade
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As duas unidades hidráulicas: cilindrada variável e cilindrada fixa (parte 4)

  • gira em qualquer velocidade — desde zero ao valor máximo, em qualquer sentido.
  • A grandeza que a manutenção observa. A pressão de trabalho entre as duas unidades hidráulicas é proporcional ao torque transmitido ao alternador:
  • mais carga no alternador significa mais pressão entre as unidades.
  • Não por acaso o painel tem luz de aviso de pressão de carga — é essa pressão que denuncia a condição de trabalho da transmissão.

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As duas unidades hidráulicas: cilindrada variável e cilindrada fixa (parte 4)
Baixa velocidade
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Como as unidades atuam como bomba e como motor (parte 1)

  • Com baixa velocidade de entrada.
  • A unidade de cilindrada variável atua como bomba hidráulica, para fornecer fluxo à unidade de cilindrada fixa,
  • que atua como motor — e cuja velocidade é somada à velocidade de entrada através do diferencial.
  • É essa soma que recupera a rotação que falta quando o motor gira baixo (*overdrive*).
  • Na transmissão direta. O torque é transmitido diretamente através do diferencial mecânico e a unidade de cilindrada fixa não gira.

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Como as unidades atuam como bomba e como motor (parte 1)
Placa controle
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Como as unidades atuam como bomba e como motor (parte 2)

  • A placa de controle da unidade de cilindrada variável fica ligeiramente afastada do ângulo zero, apenas para compensar perdas por vazamento;
  • nenhum óleo é bombeado ou recebido pela unidade, exceto o necessário para essa compensação.
  • Acima da velocidade de transmissão direta. A placa de controle da unidade de cilindrada variável é ajustada para proporcionar cilindrada negativa.
  • Nesse caso a pressão de trabalho é manobrada de modo a permitir que a unidade de cilindrada fixa seja acionada pelo diferencial — isto é,

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Como as unidades atuam como bomba e como motor (parte 2)
Deixa passa
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Como as unidades atuam como bomba e como motor (parte 3)

  • ela deixa de ser motor e passa a funcionar como bomba — e assim sua velocidade subtrai-se à velocidade de entrada.
  • A unidade de cilindrada variável atua, então, como motor.
  • Como a transição acontece.
  • À medida que a velocidade de entrada aumenta e a necessidade de acelerar diminui,
  • o governador dirige menor quantidade de óleo ao cilindro de controle,
  • até que a placa de controle fique em posição aproximadamente perpendicular em relação aos pistões — e o bloco de pistões da unidade fixa pára de girar.

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Como as unidades atuam como bomba e como motor (parte 3)
Passagem transmissão
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Como as unidades atuam como bomba e como motor (parte 4)

  • É a passagem para a transmissão direta.
  • Invertendo o processo, o óleo volta a inclinar a placa e a soma (ou a subtração) de velocidade recomeça.
  • Por que o conjunto é pequeno e eficiente.
  • Nesse tipo de transmissão,
  • as unidades hidráulicas manobram apenas uma parte da potência transmitida — o resto vai pelo caminho mecânico — e por isso seu tamanho é reduzido.
  • Como as perdas nos diferenciais mecânicos são menores que nas unidades hidráulicas, a absorção de calor é baixa,

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Como as unidades atuam como bomba e como motor (parte 4)
Resulta eficiência
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Como as unidades atuam como bomba e como motor (parte 5)

  • o que resulta em eficiência elevada.

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Como as unidades atuam como bomba e como motor (parte 5)
Peças ligam
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O diferencial mecânico: o dispositivo somatório (parte 1)

  • Como as peças se ligam à transmissão.
  • As engrenagens planetárias giram em torno de seus próprios eixos e também ao redor da linha de centro do seu suporte.
  • O suporte das planetárias é acionado pela engrenagem de entrada da transmissão, assim como a unidade hidráulica de cilindrada variável.
  • A unidade de cilindrada fixa é acoplada hidraulicamente à de cilindrada variável e é conectada ao diferencial através da coroa de entrada.
  • A coroa de saída é acoplada à engrenagem de saída da transmissão.

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O diferencial mecânico: o dispositivo somatório (parte 1)
Essas engrenagens
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O diferencial mecânico: o dispositivo somatório (parte 2)

  • É a essas duas engrenagens de entrada e saída que o conjunto de força do motor se liga.
  • Os três casos de operação (razão 2:1).
  • Coroa de entrada parada: a coroa de saída gira com o dobro da rotação do eixo portador.
  • Coroa de entrada obrigada a girar no sentido oposto ao do eixo portador:
  • a coroa de saída gira com velocidade superior ao dobro da do eixo portador.
  • Coroa de entrada impelida a girar no mesmo sentido do eixo portador:

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O diferencial mecânico: o dispositivo somatório (parte 2)
Coroa saída
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O diferencial mecânico: o dispositivo somatório (parte 3)

  • a coroa de saída gira com velocidade inferior ao dobro da do eixo portador.
  • A conclusão que importa.
  • A velocidade constante da coroa de saída é mantida acrescentando-se ou subtraindo-se velocidade às engrenagens planetárias,
  • mediante o controle da velocidade e do sentido de rotação da coroa de entrada.
  • O diferencial é, portanto, um dispositivo somatório, controlado pela coroa de entrada,
  • para somar ou subtrair à velocidade da caixa de transmissão do motor a fim de se obter a velocidade de saída desejada.

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O diferencial mecânico: o dispositivo somatório (parte 3)
Governador bombas
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O diferencial mecânico: o dispositivo somatório (parte 4)

  • O governador e as bombas são acionados pelo trem de velocidade constante.

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O diferencial mecânico: o dispositivo somatório (parte 4)
Válvula hidráulico
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O governador: o cilindro de controle, a mola e o sinal elétrico (parte 1)

  • O que é o governador. É uma válvula de controle hidráulico, atuada por mola e operada por contrapesos.
  • Sua finalidade é controlar o envio do óleo de carga da transmissão para o cilindro de controle.
  • É o elo entre a velocidade real de saída e a inclinação da placa da unidade de cilindrada variável.
  • Como ele mede a velocidade.
  • A luva rotativa do governador é acionada pela engrenagem de saída e, por isso, é sensível à velocidade de saída da transmissão.

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O governador: o cilindro de controle, a mola e o sinal elétrico (parte 1)
Contrapesos pivotados
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O governador: o cilindro de controle, a mola e o sinal elétrico (parte 2)

  • Os contrapesos pivotados nessa luva movimentam uma válvula localizada por dentro, carregada por tensão de mola.
  • Durante a operação estabilizada, a pressão de alimentação é reduzida pela válvula do governador ao valor desejado de controle.
  • Como ele comanda.
  • Dependendo da posição do carretel da válvula,
  • o óleo de carga é dirigido para o pistão de controle ou o óleo de controle é drenado para a cabeça da CSD.

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O governador: o cilindro de controle, a mola e o sinal elétrico (parte 2)
Pistão posiciona
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O governador: o cilindro de controle, a mola e o sinal elétrico (parte 3)

  • O pistão de controle, por sua vez, posiciona a placa: mais óleo no cilindro inclina a placa (maior cilindrada e mais bombeamento);
  • menos óleo traz a placa de volta para perto da perpendicular.
  • As condições A e B.
  • A legenda do diagrama esquemático da transmissão numera duas situações de trabalho como CONDIÇÃO "A" e CONDIÇÃO "B",
  • junto ao cilindro de controle e à mola.
  • [LACUNA:

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O governador: o cilindro de controle, a mola e o sinal elétrico (parte 3)
Bibliografia lista
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O governador: o cilindro de controle, a mola e o sinal elétrico (parte 4)

  • a bibliografia lista CONDIÇÃO "A" e CONDIÇÃO "B" na legenda da figura, mas não descreve no texto o que cada uma representa.
  • Para definir as duas condições em sala,
  • consultar a legenda da figura na edição impressa ou a descrição da CSD no manual de manutenção da aeronave (AMM, ATA 24).]
  • O sinal elétrico de correção.
  • O governador básico possui um dispositivo magnético de regulagem, destinado a aplicar os sinais de correção vindos do controlador de carga.

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O governador: o cilindro de controle, a mola e o sinal elétrico (parte 4)
Consiste contrapesos
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O governador: o cilindro de controle, a mola e o sinal elétrico (parte 5)

  • Consiste em contrapesos de ímã permanente e um eletroímã localizado acima deles.
  • A corrente contínua de valor controlado pela bobina do eletroímã estabelece um campo magnético radial entre as peças polares anulares e concêntricas,
  • e o sentido do campo é ditado pela polaridade dessa corrente.
  • Os contrapesos de ímã permanente têm seu eixo magnético orientado essencialmente em ângulos retos com o campo do eletroímã;
  • os dois campos se cruzam, produzindo um torque controlável em torno do eixo geométrico dos contrapesos.

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O governador: o cilindro de controle, a mola e o sinal elétrico (parte 5)
Torque associa
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O governador: o cilindro de controle, a mola e o sinal elétrico (parte 6)

  • Esse torque se associa ao torque centrífugo para aplicar uma reação sobre a haste da válvula — é assim que o regulador magnético introduz sinais elétricos de correção à transmissão sem peças adicionais além das já existentes no governador.

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O governador: o cilindro de controle, a mola e o sinal elétrico (parte 6)
Funções protetoras
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As proteções do CSD: rotação abaixo do normal e parada do governador (parte 1)

  • Três funções, duas protetoras.
  • O governador efetua três funções, das quais duas são protetoras do sistema e a terceira é a regulação normal.
  • A primeira ação protetora — rotação abaixo do normal.
  • Se a velocidade de saída da transmissão cair abaixo do limite prescrito,
  • a tensão da mola torna-se maior que a força centrífuga dos contrapesos e desloca a válvula no sentido de drenar óleo do interruptor de pressão,
  • através da carcaça do governador, para o decantador.

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As proteções do CSD: rotação abaixo do normal e parada do governador (parte 1)
Redução pressão
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As proteções do CSD: rotação abaixo do normal e parada do governador (parte 2)

  • A redução de pressão sobre o interruptor permite completar o circuito elétrico, que desliga o disjuntor do alternador. Em outras palavras:
  • quando a rotação cai,
  • a mola da válvula do governador coloca a luva da válvula na posição correspondente à velocidade abaixo do normal e fecha os contatos do interruptor de pressão,
  • o qual completa um circuito para o painel de controle do alternador.
  • Isso acarreta o desligamento do disjuntor do alternador.

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As proteções do CSD: rotação abaixo do normal e parada do governador (parte 2)
Interruptor pressão
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As proteções do CSD: rotação abaixo do normal e parada do governador (parte 3)

  • O interruptor de pressão também desliga o disjuntor do alternador no caso de corte normal do sistema — não é só uma proteção de falha.
  • A operação normal, para contraste.
  • Durante a operação normal, o governador recebe óleo sob pressão,
  • que é dirigido pela válvula atuada pelos contrapesos a um interruptor de pressão, mantendo abertos seus contatos elétricos;
  • a mesma válvula permite que a pressão do óleo de carga vá atuar no cilindro de controle da placa da unidade de cilindrada variável.

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As proteções do CSD: rotação abaixo do normal e parada do governador (parte 3)
Operação pressão
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As proteções do CSD: rotação abaixo do normal e parada do governador (parte 4)

  • Ou seja: em operação normal a pressão abre o contato; na rotação baixa a pressão desaparece e o contato fecha.
  • A segunda ação protetora — parada do governador.
  • Ela protege o sistema no caso de parada do governador por falha mecânica entre ele e o eixo de saída da transmissão.
  • Essa função é efetuada pela mola de segurança.
  • Quando o governador pára de girar, a mola de segurança empurra a luva da válvula contra um batente que, para o governador,

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As proteções do CSD: rotação abaixo do normal e parada do governador (parte 4)
Corresponde máxima
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As proteções do CSD: rotação abaixo do normal e parada do governador (parte 5)

  • corresponde à máxima posição de rotação abaixo do normal — proporcionando a reação desejada, isto é,
  • o sistema é levado à condição de proteção mesmo sem sinal de velocidade verdadeiro.

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As proteções do CSD: rotação abaixo do normal e parada do governador (parte 5)
Sistema hidráulico
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O filtro de óleo da linha de carga e seu indicador de entupimento (parte 1)

  • O sistema hidráulico em volta do filtro. Ele consiste em bomba de carga, bomba de recuperação e válvula de segurança de carga.
  • A bomba de carga alimenta os blocos de pistões das unidades hidráulicas, o governador,
  • o cilindro de controle e o sistema de lubrificação;
  • a bomba de recuperação devolve ao reservatório, através do radiador, o óleo de lubrificação e o de vazamentos internos;
  • a válvula de segurança mantém a pressão do sistema de carga no valor pré-ajustado.
  • O filtro da linha de carga.

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O filtro de óleo da linha de carga e seu indicador de entupimento (parte 1)
Possui válvula
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O filtro de óleo da linha de carga e seu indicador de entupimento (parte 2)

  • Possui uma válvula de derivação,
  • que permite ao óleo fluir livremente caso o elemento filtrante fique completamente entupido — a transmissão não fica sem óleo por causa do filtro.
  • E possui um indicador mecânico de entupimento:
  • um ímã permanente, carregado por mola,
  • que faz saltar um botão para fora da carcaça se ocorrer queda elevada de pressão através do filtro.
  • Como o indicador funciona, passo a passo.

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O filtro de óleo da linha de carga e seu indicador de entupimento (parte 2)
Tanto pistão
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O filtro de óleo da linha de carga e seu indicador de entupimento (parte 3)

  • Tanto o pistão de pressão diferencial como o botão indicador são carregados por mola no sentido do exterior da carcaça.
  • Com a queda de pressão baixa, a mola mantém imobilizado o pistão e o ímã mantém o botão embutido na carcaça,
  • contrariando a mola do botão.
  • Uma oscilação súbita de pressão força o pistão para dentro, contrariando a mola,
  • e aumenta a folga de ar entre os dois ímãs.

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O filtro de óleo da linha de carga e seu indicador de entupimento (parte 3)
Quando folga
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O filtro de óleo da linha de carga e seu indicador de entupimento (parte 4)

  • Quando a folga fica suficientemente grande, a força magnética não supera mais a mola do botão, e este solta.
  • Com o botão fora, a folga aumenta ainda mais e, mesmo que o pistão volte à posição de pressão diferencial zero,
  • não consegue atrair o botão de volta — característica necessária porque o motor pode, e provavelmente deve,
  • estar cortado quando o indicador for verificado visualmente:
  • o botão salta e fica fora, para ser encontrado na inspeção.
  • Cuidados de manutenção.

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O filtro de óleo da linha de carga e seu indicador de entupimento (parte 4)
Permanentes estão
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O filtro de óleo da linha de carga e seu indicador de entupimento (parte 5)

  • Os dois ímãs permanentes estão instalados com seus polos norte orientados para fora ou para dentro da carcaça do filtro;
  • na desmontagem do indicador, os ímãs devem ser reinstalados nessa mesma posição.
  • E, quando a temperatura do óleo estiver abaixo de 80 °F, uma trava de baixa temperatura impede a operação do indicador,
  • independentemente da queda de pressão:
  • trata-se de uma tira bimetálica que, quando fria, engata na sede da mola do botão indicador e impede seu movimento,

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O filtro de óleo da linha de carga e seu indicador de entupimento (parte 5)
Qualquer movimento
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O filtro de óleo da linha de carga e seu indicador de entupimento (parte 6)

  • qualquer que seja o movimento do pistão.
  • É necessário porque o óleo limpo, quando frio,
  • provoca queda de pressão elevada através do filtro e daria indicações falsas — um botão saltado sem entupimento real.

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O filtro de óleo da linha de carga e seu indicador de entupimento (parte 6)
Mecanismo
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A desconexão do CSD/IDG: a bobina de desacoplamento (parte 1)

  • O que é o mecanismo.
  • O mecanismo de desacoplamento da transmissão do alternador é um dispositivo atuado eletricamente,
  • que desacopla o eixo de entrada da transmissão no caso de mau funcionamento desta.
  • É a saída de emergência para uma transmissão travada ou defeituosa:
  • em vez de arrastar o motor por um acessório avariado, a transmissão sai de linha.
  • O comando. A bobina de desacoplamento é energizada pelo comando do interruptor DISCONNECT, localizado no painel do mecânico de voo.

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A desconexão do CSD/IDG: a bobina de desacoplamento (parte 1)
Diagrama elétrico
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A desconexão do CSD/IDG: a bobina de desacoplamento (parte 2)

  • No diagrama elétrico da transmissão, esse interruptor aparece como duas posições,
  • e o circuito ainda inclui uma luz de aviso de baixa pressão de carga,
  • o interruptor de pressão de rotação anormalmente baixa e o encaminhamento para a bobina de desligamento do disjuntor do alternador.
  • O que acontece no sistema quando é acionado.
  • Energizada a bobina, uma haste carregada por mola encaixa na rosca existente no eixo de entrada.
  • O eixo de entrada passa a atuar como um parafuso num furo roscado:

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A desconexão do CSD/IDG: a bobina de desacoplamento (parte 2)
Rotação movimenta
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A desconexão do CSD/IDG: a bobina de desacoplamento (parte 3)

  • sua rotação o movimenta no sentido de afastar-se, desacoplando-se do eixo de transmissão do motor.
  • Separados os engates, o eixo de transmissão do motor passa a girar livremente, sem acionar a transmissão do alternador.
  • Na prática, o alternador deixa de ser acionado:
  • a barra associada perde aquela fonte de geração CA e o sistema elétrico passa a contar com as fontes restantes — o que é justamente a razão de existir uma proteção que desliga o disjuntor do alternador quando a rotação cai.

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A desconexão do CSD/IDG: a bobina de desacoplamento (parte 3)
Reengate operação
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A desconexão do CSD/IDG: a bobina de desacoplamento (parte 4)

  • O reengate é operação de solo.
  • O reengate somente pode ser efetuado no solo, com o motor parado,
  • puxando-se a alavanca de rearme até que o pino da bobina de desacoplamento encaixe no rebaixo da haste.
  • Não existe rearme em voo: uma vez desconectada, a transmissão fica fora até a manutenção em terra.

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A desconexão do CSD/IDG: a bobina de desacoplamento (parte 4)
Muitos sistemas
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O regulador de voltagem transistorizado: componentes e princípio (parte 1)

  • Muitos sistemas de alternadores de aeronave usam um regulador de voltagem transistorizado para controlar a saída do alternador.
  • Antes de detalhar o circuito, convém rever os princípios dos transistores apresentados no conteúdo anterior.
  • Um regulador de voltagem transistorizado consiste principalmente em transistores, diodos, resistores, capacitores e um termistor. Nada de discos de carvão:
  • quem controla a corrente de campo é um transistor operando como chave.
  • Lógica de operação, do geral para o particular:
  • a saída do gerador CA é fornecida ao regulador de voltagem;

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O regulador de voltagem transistorizado: componentes e princípio (parte 1)
Comparada referência
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O regulador de voltagem transistorizado: componentes e princípio (parte 2)

  • essa voltagem é comparada com uma voltagem de referência;
  • a diferença entre as duas é aplicada à seção amplificadora de controle do regulador;
  • se a saída for muito baixa, a intensidade do campo do gerador CA do excitador será aumentada pelo circuito do regulador;
  • se a saída for muito alta, a intensidade do campo será reduzida.
  • O regulador se divide em três partes principais: o detector de erro de voltagem, o pré-amplificador e o amplificador de potência.

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O regulador de voltagem transistorizado: componentes e princípio (parte 2)
Operam conjunto
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O regulador de voltagem transistorizado: componentes e princípio (parte 3)

  • As três operam em conjunto, num circuito fechado com o enrolamento do regulador-excitador,
  • para manter a voltagem quase constante nos terminais de saída do gerador.
  • a função do detector de erro é detectar a voltagem gerada, compará-la com o padrão estabelecido e enviar o erro ao pré-amplificador;
  • o pré-amplificador eleva o sinal de erro a um nível suficiente para acionar o amplificador de potência;
  • o amplificador de potência fornece o sinal para o enrolamento regulador do excitador,

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O regulador de voltagem transistorizado: componentes e princípio (parte 3)
Sinal aumenta
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O regulador de voltagem transistorizado: componentes e princípio (parte 4)

  • e é esse sinal que aumenta ou reduz a voltagem de saída do gerador.
  • O acionamento final é a corrente de campo:
  • em operação, a corrente flui através de um diodo e um transistor para o campo do gerador.

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O regulador de voltagem transistorizado: componentes e princípio (parte 4)
Potência regulador
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O caminho da corrente: do diodo e do transistor até o campo (parte 1)

  • O caminho de potência do regulador é curto e direto:
  • a corrente flui através de um diodo e um transistor para o campo do gerador.
  • Todo o controle de voltagem do alternador depende de modular essa corrente.
  • No estágio de saída, o campo de controle do excitador está no circuito coletor. Essa é a informação que fecha o raciocínio:
  • a corrente que percorre o coletor é a própria corrente de campo do excitador,
  • e é ela que define a excitação do alternador.

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Cadeia ganho
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O caminho da corrente: do diodo e do transistor até o campo (parte 2)

  • Cadeia de ganho, do campo do excitador até a saída do alternador:
  • aumentando a corrente no circuito do coletor, aumenta a saída do gerador do excitador;
  • essa saída maior aumenta a intensidade do campo do gerador CA;
  • o campo mais intenso aumenta a tensão induzida no estator;
  • resultado: aumenta a saída do gerador.
  • Proteções e manobras ligadas a esse circuito:

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Interruptor baixa
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O caminho da corrente: do diodo e do transistor até o campo (parte 3)

  • Interruptor de baixa velocidade — localizado próximo ao terminal F+,
  • evita a excitação do gerador quando a frequência está com um valor baixo.
  • Quando o gerador atinge uma frequência de operação adequada, o interruptor fecha e permite a excitação.
  • Relé K1 e excitação inicial — há uma linha com os resistores R27,
  • R28 e R29 em série com os contatos de K1 normalmente fechados;
  • a bobina de operação desse relé fica na parte inferior do esquema,

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Paralelo fonte
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O caminho da corrente: do diodo e do transistor até o campo (parte 4)

  • em paralelo com a fonte de alimentação (CR4) do amplificador transistorizado.
  • Durante a partida, a energia é fornecida pela barra de 28 volts CC ao campo do gerador do excitador,
  • garantindo a excitação inicial.
  • Com o campo do excitador energizado, o gerador CA começa a produzir voltagem e, à medida que ela aumenta, K1 é energizado,
  • abrindo o circuito de excitação do campo.
  • Daí em diante, quem alimenta o campo é o regulador.

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Saída regula
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O corte do transistor e a compensação de temperatura (parte 1)

  • O transistor de saída regula interrompendo a corrente, e não variando-a suavemente.
  • Quando o nível de voltagem adequado for atingido, os componentes de regulagem fazem com que o transistor entre em corte,
  • a fim de controlar a intensidade do campo do alternador.
  • Com o transistor cortado, o caminho da corrente de campo pelo coletor é interrompido, o campo enfraquece,
  • a voltagem de saída cai e o circuito volta a polarizar o transistor.
  • Esse liga-desliga sucessivo mantém a voltagem dentro da faixa.

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O corte do transistor e a compensação de temperatura (parte 1)
Saída muito
133 / 212

O corte do transistor e a compensação de temperatura (parte 2)

  • Se a saída for muito baixa, a intensidade do campo do gerador CA do excitador é aumentada pelo circuito do regulador;
  • se for muito alta, é reduzida. É o mesmo laço, com correções opostas.
  • Faixa de ajuste: a margem de operação do regulador é geralmente ajustável numa faixa estreita.
  • É esse ajuste que se verifica quando a barra está fora do valor nominal.
  • Compensação de temperatura pelo termistor: o termistor fornece uma compensação de temperatura para o circuito.

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O corte do transistor e a compensação de temperatura (parte 2)
Razão variação
134 / 212

O corte do transistor e a compensação de temperatura (parte 3)

  • A razão é a variação da resistência dos enrolamentos com a temperatura:
  • o termistor tem característica inversa de resistência-temperatura: resistência elevada com temperatura baixa ou normal e resistência desprezível com temperatura elevada;
  • com a temperatura elevada da operação normal, a resistência individual dos enrolamentos aumenta, aproximadamente o dobro;
  • como a resistência do termistor cai a um valor desprezível, a corrente passa a ser aproximadamente igual em cada ramo,

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O corte do transistor e a compensação de temperatura (parte 3)
Resistência combinada
135 / 212

O corte do transistor e a compensação de temperatura (parte 4)

  • e a resistência combinada a alta temperatura fica aproximadamente igual à de um único ramo a baixa temperatura;
  • resultado: compensação de temperatura, com a corrente de campo corrigida conforme o conjunto esquenta.
  • Em aeronaves com regulador transistorizado, a estabilização é feita pela realimentação no próprio regulador,
  • que sente e amortece as flutuações da voltagem de saída, inclusive as de carga rápida no momento de ligar,
  • operação em paralelo ou falhas.

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O corte do transistor e a compensação de temperatura (parte 4)
Suprimento força
136 / 212

O circuito em ponte: a referência de voltagem e o diodo zener (parte 1)

  • O suprimento de força do circuito em ponte é CR1, que fornece retificação de onda completa da saída trifásica do transformador T1.
  • As voltagens de saída CC de CR1 são proporcionais à média das voltagens de fase:
  • a ponte entrega ao circuito de referência uma imagem em CC da voltagem do alternador.
  • O caminho da energia e os pontos de referência do esquema:
  • a energia vem do terminal negativo da fonte, através do ponto "B", do resistor R2, do ponto "C", do diodo zener (CR5),

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Ponto ligação
137 / 212

O circuito em ponte: a referência de voltagem e o diodo zener (parte 2)

  • do ponto "D", até a ligação paralela de V1 e R1;
  • a saída do ponto "C" fica entre o resistor R2 e o diodo zener;
  • na outra perna, os resistores R9 e R7 e o resistor compensador de temperatura RT1 ficam em série com V1 e R1,
  • através dos pontos "B", "A" e "D";
  • a saída dessa perna é o cursor do potenciômetro R7.
  • O que acontece quando a voltagem do gerador varia:

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Diminui através
138 / 212

O circuito em ponte: a referência de voltagem e o diodo zener (parte 3)

  • se a voltagem diminui: a voltagem através de R1 e V1 permanece constante, uma vez que o diodo zener começa a conduzir;
  • a variação total ocorrerá, portanto, nos resistores do circuito em ponte;
  • como a voltagem no zener permanece constante, a mudança total naquela perna cai sobre o resistor R2;
  • na outra perna, a variação é proporcional aos valores de resistência;
  • conclusão: se a voltagem de saída do gerador diminuir, o ponto "C" fica negativo em relação ao cursor de R7;

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Aumentar polaridade
139 / 212

O circuito em ponte: a referência de voltagem e o diodo zener (parte 4)

  • se aumentar, a polaridade se inverte. Esse desequilíbrio é o sinal de erro que o regulador amplifica.
  • Comportamento do diodo zener, que sustenta essa lógica:
  • os zeners são projetados para romper (conduzir) quando o potencial iguala ou supera a voltagem de polarização inversa desejada.
  • Atingida essa voltagem, o diodo conduz e se comporta como fonte de voltagem constante; abaixo dela, bloqueia como qualquer diodo inverso.
  • As voltagens de ruptura usuais vão de 2 a 200 volts e as potências, de 250 miliwatts a 50 watts.

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Saída ponte
140 / 212

A polarização de Q1 e a cadeia de amplificação Q4-Q2-Q3 (parte 1)

  • A saída da ponte, entre os pontos "C" e "A", é ligada entre o emissor e a base do transistor Q1.
  • O desequilíbrio detectado na ponte não vai direto para o campo: ele entra no primeiro transistor e é amplificado em cascata.
  • Com a voltagem de saída do gerador baixa, a voltagem da ponte será negativa para o emissor e positiva para a base.
  • Isso é um sinal de polarização direta para o transistor, e a corrente do emissor para o coletor, portanto, aumenta.

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Partir sinal
141 / 212

A polarização de Q1 e a cadeia de amplificação Q4-Q2-Q3 (parte 2)

  • A partir daí o sinal cresce em quatro etapas:
  • com o aumento da corrente em Q1, a voltagem através do resistor do emissor R11 aumenta.
  • Isto, por sua vez, aplica um sinal positivo à base do transistor Q4,
  • aumentando sua corrente do emissor para o coletor e aumentando a queda de voltagem através do resistor do emissor R10;
  • a queda em R10 oferece uma polarização positiva para a base de Q2,

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Aumenta corrente
142 / 212

A polarização de Q1 e a cadeia de amplificação Q4-Q2-Q3 (parte 3)

  • a qual aumenta sua corrente do emissor para o coletor e aumenta a queda de voltagem através do resistor R4 de seu emissor;
  • esse sinal positivo controla o transistor de saída Q3;
  • o sinal positivo na base de Q3 aumenta a corrente do emissor para o coletor;
  • o campo de controle do excitador está no circuito coletor de Q3.
  • Aumentando a saída do gerador do excitador, aumenta a intensidade do campo do gerador CA, o que aumentará a saída do gerador.

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Saída processo
143 / 212

A polarização de Q1 e a cadeia de amplificação Q4-Q2-Q3 (parte 4)

  • Com a saída alta, o processo se inverte:
  • a ponte troca de polaridade, Q1 tende ao corte e a cadeia inteira reduz a corrente de campo,
  • exatamente como prevê a lógica de regulação.
  • O caminho de amplificação fica, então:
  • ponte (pontos "C" e "A") → Q1 → R11 → Q4 → R10 → Q2 → R4 → Q3 → campo do excitador.

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Podem operar
144 / 212

Por que o paralelismo dos alternadores é mais difícil que o dos geradores CC (parte 1)

  • Dois ou mais alternadores podem operar em paralelo,
  • com cada um conduzindo a mesma carga — mas isso só vale depois que certas condições forem satisfeitas.
  • A sincronização, ou paralelismo, dos alternadores é semelhante à dos geradores CC em paralelo, embora existam mais problemas com relação aos alternadores.
  • Nos geradores CC, a carga suportada por cada máquina depende da sua voltagem comparada com a voltagem da barra.
  • Basta uma força de sincronização para equalizar a voltagem, e as máquinas se acomodam.

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Divisão carga
145 / 212

Por que o paralelismo dos alternadores é mais difícil que o dos geradores CC (parte 2)

  • Nos alternadores, a divisão da carga depende dos ajustes dos reguladores de velocidade de cada unidade, os quais são comandados pela frequência.
  • São necessárias, portanto, duas forças de sincronização ao mesmo tempo:
  • uma para igualar a voltagem e outra para igualar a velocidade (frequência) entre os geradores.
  • Comparando as duas máquinas: as forças de sincronização dos geradores CA são maiores do que as dos geradores CC.
  • Um alternador "puxa" o outro com muito mais energia quando a frequência está errada.
  • Consequência prática:

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Quando porte
146 / 212

Por que o paralelismo dos alternadores é mais difícil que o dos geradores CC (parte 3)

  • quando alternadores de porte considerável estão operando com frequência e voltagem de saída diferentes,
  • podem resultar sérios danos se eles forem ligados entre si através de uma barra comum.
  • Para impedir que isso aconteça, os geradores devem ser sincronizados tão próximo quanto possível antes de serem colocados em paralelo.
  • Depois de paralelizados corretamente, os alternadores permanecem trabalhando juntos;
  • retirá-los e reconduzi-los à barra é justamente a operação que exige os cuidados das telas seguintes.

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Antes sistema
147 / 212

As três condições para ligar um alternador a uma barra em operação (parte 1)

  • Antes de ligar um alternador a um sistema de barra no qual um ou mais alternadores já estejam operando,
  • três verificações devem ser feitas, e nesta ordem:
  • sequência de fase, voltagem e frequência.
  • 1) Cheque de sequência de fase. A sequência de fase padrão para circuito de força trifásica CA é "A", "B" e "C".
  • Ela é determinada por duas lâmpadas indicadoras pequenas. Se uma lâmpada acender na ordem esperada, a sequência é "A", "B", "C";
  • se a luz indicar a sequência de fase errada,

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As três condições para ligar um alternador a uma barra em operação (parte 1)
Feita inversão
148 / 212

As três condições para ligar um alternador a uma barra em operação (parte 2)

  • deve ser feita a inversão dos dois fios do gerador que estiver entrando na barra.
  • Pôr em paralelo com a sequência de fase errada é o mesmo que curto-circuitar dois fios:
  • correntes circulantes perigosas, distúrbios magnéticos, superaquecimento dos condutores e afrouxamento dos enrolamentos.
  • 2) Cheque de voltagem. A voltagem do alternador a ser ligado à barra deve ser igual à voltagem da barra.
  • Ela é ajustada por um reostato de controle localizado no painel:

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As três condições para ligar um alternador a uma barra em operação (parte 2)
Controla corrente
149 / 212

As três condições para ligar um alternador a uma barra em operação (parte 3)

  • ele controla a corrente da bobina do regulador de voltagem, fazendo o campo magnético do alternador aumentar ou diminuir.
  • 3) Cheque de frequência. A frequência de um alternador é diretamente proporcional à sua velocidade.
  • A velocidade da máquina que está sendo conectada deve ser igual à velocidade dos alternadores já conectados.
  • O ajuste é feito observando-se o medidor de frequência e o reostato do painel.

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As três condições para ligar um alternador a uma barra em operação (parte 3)
Ajuste lâmpada
150 / 212

As três condições para ligar um alternador a uma barra em operação (parte 4)

  • O ajuste fino usa a lâmpada de sincronização. Aproximando-se as frequências, a lâmpada pisca; quanto mais próximas, mais lento o piscar.
  • Quando o pisca-pisca for da ordem de um ou menos por segundo,
  • fecha-se o interruptor com a lâmpada apagada e liga-se o alternador à barra.
  • A lâmpada apagada indica que não há voltagem entre a fase "A" da barra e a fase "A" do alternador a ser ligado.

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As três condições para ligar um alternador a uma barra em operação (parte 4)
Fechar interruptor
151 / 212

As três condições para ligar um alternador a uma barra em operação (parte 5)

  • Fechar o interruptor com a lâmpada acesa equivale a curto-circuitar dois fios, com sérios distúrbios magnéticos dentro dos alternadores.

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As três condições para ligar um alternador a uma barra em operação (parte 5)
Alternadores paralelo
152 / 212

Divisão de carga: o controle da potência real (kW) e da reativa (kVAR) (parte 1)

  • Com dois ou mais alternadores em paralelo, o objetivo é que cada máquina assuma a sua parte. Duas grandezas independentes são controladas:
  • a potência real (kW) e a reativa (kVAR).
  • kW — controlada pela velocidade. A divisão da carga real depende dos ajustes dos reguladores de velocidade, comandados pela frequência.
  • O circuito de divisão de carga mede a corrente real de uma fase com um transformador de corrente e soma vetorialmente a voltagem de saída à referência do circuito.

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Quanto maior
153 / 212

Divisão de carga: o controle da potência real (kW) e da reativa (kVAR) (parte 2)

  • Quanto maior a carga real, maior essa voltagem e maior a diferença aplicada às duas primárias do transformador de comparação,
  • cuja corrente resultante passa pela bobina de controle.
  • A bobina do gerador mais carregado auxilia a bobina do conjunto válvula-solenóide e reduz a velocidade desse gerador;
  • nos demais, a corrente se opõe e aumenta a velocidade. O resultado é a carga mais bem distribuída.
  • kVAR — controlada pela excitação.
  • Cargas com fator de potência atrasado tendem a desmagnetizar o campo do alternador,

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Voltagem terminal
154 / 212

Divisão de carga: o controle da potência real (kW) e da reativa (kVAR) (parte 3)

  • e a voltagem terminal só é mantida aumentando-se a corrente de campo CC.
  • Ou seja: a carga real é governada pelo regulador de velocidade;
  • a carga reativa, pela excitação (corrente de campo controlada pelo regulador de voltagem).
  • Por que o alternador é classificado em kVA.
  • O aquecimento máximo (perda I²R) admitido no induzido e no campo limita a corrente da máquina;
  • por isso a classificação é dada em kVA, fator de potência, fases, voltagem e frequência — por exemplo, 40 kVA, 208 V,

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Ciclos trifásico
155 / 212

Divisão de carga: o controle da potência real (kW) e da reativa (kVAR) (parte 4)

  • 400 ciclos, trifásico, com 75% de fator de potência.
  • O kVA indica a potência aparente, a relação entre corrente e voltagem em que a máquina deve operar;
  • o fator de potência é a razão entre a potência aparente (volt-ampères) e a potência real (watts).
  • A potência reativa não realiza trabalho e retorna à linha: mede-se em vars, ou kilovars (kVAR). O wattímetro mede a potência real;
  • ligado de modo adequado mede a reativa, e recebe o nome de varmeter.

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Regra segurança
156 / 212

O que o circuito de controle e proteção monitora (parte 1)

  • Regra de segurança do sistema. É importante que os alternadores em operação sejam desligados do sistema quando ocorrerem falhas elétricas.
  • Para que um alternador seja retirado da barra quando houver pane no circuito, os disjuntores devem abrir rápida e automaticamente;
  • caso contrário, o alternador poderia queimar. Para guarnecer de relés os disjuntores existem diversos relés protetores no circuito.
  • Por que os relés são de corrente contínua.

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O que o circuito de controle e proteção monitora (parte 1)
Maioria desses
157 / 212

O que o circuito de controle e proteção monitora (parte 2)

  • A maioria desses relés é energizada por corrente contínua, visto que um equipamento CA similar geralmente é mais pesado e menos eficiente.
  • O que o circuito reúne. A figura do circuito de controle e proteção dos alternadores mostra quatro elementos essenciais:
  • o alternador, o contactor da linha principal, o relé protetor de sobrecarga e o relé de proteção da corrente diferencial.
  • O que o sistema monitora. Além das duas proteções acima, o conjunto de controle acompanha permanentemente:

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O que o circuito de controle e proteção monitora (parte 2)
Voltagem saída
158 / 212

O que o circuito de controle e proteção monitora (parte 3)

  • a voltagem de saída, amostrada e comparada com uma tensão de referência — é a função de regulação,
  • que corrige a excitação do campo;
  • a sobrevoltagem,
  • comparada com a referência e capaz de abrir o relé que controla a excitação do campo (a causa mais comum desse defeito é a falha do próprio circuito de regulação de voltagem);
  • a voltagem diferencial entre gerador e barra:
  • quando a lógica permite fechar o contactor da linha,

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O que o circuito de controle e proteção monitora (parte 3)
Voltagem gerador
159 / 212

O que o circuito de controle e proteção monitora (parte 4)

  • a voltagem do gerador tem de estar dentro de uma tolerância estreita em relação à barra;
  • fora da tolerância, o contactor não é autorizado a conectar o gerador;
  • a corrente reversa:
  • se o gerador não consegue manter a voltagem exigida, ele acaba consumindo corrente em vez de fornecê-la,
  • passando a ser uma carga para os outros geradores — e precisa ser retirado da barra.
  • Uma vez fora da linha,

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O que o circuito de controle e proteção monitora (parte 4)
Reconectado antes
160 / 212

O que o circuito de controle e proteção monitora (parte 5)

  • ele não é reconectado antes que suas falhas sejam sanadas e ele volte a ser capaz de fornecer corrente.

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O que o circuito de controle e proteção monitora (parte 5)
Sistema controle
161 / 212

O contactor da linha principal e as bobinas CLOSE e TRIP (parte 1)

  • No sistema de controle do alternador de aeronaves encontramos dois elementos principais:
  • (1) o relé de controle do excitador, cuja finalidade é abrir ou fechar os circuitos de campo do excitador;
  • e (2) o contactor da linha principal,
  • que liga ou desliga o alternador da barra e também abre ou fecha a corrente do campo do excitador.
  • O contactor da linha principal é fechado por um eletroímã de corrente contínua chamado bobina de fechamento (CLOSE).
  • Essa bobina fecha os contatos.

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Liberados segundo
162 / 212

O contactor da linha principal e as bobinas CLOSE e TRIP (parte 2)

  • Eles são liberados por um segundo eletroímã, conhecido como bobina de desarme, ou "TRIP", que abre o circuito.
  • Somente o contato momentâneo dos circuitos de fechamento (CLOSE) e de desarme (TRIP) é necessário para a operação.
  • Quando fechados, uma trava mecânica mantém os contatos fechados até que a trava seja liberada pela bobina de desarme (TRIP).
  • Os contatos são feitos de ligas especiais, capazes de interromper correntes de milhares de ampères sem causar danos aos contatos.

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Pólos contato
163 / 212

O contactor da linha principal e as bobinas CLOSE e TRIP (parte 3)

  • Este contactor de três pólos na linha principal tem um contato auxiliar que fecha o circuito do campo do excitador sempre que os contatos principais se fecham.
  • Isto é desejado porque o alternador pode estar fornecendo corrente de carga quando os contatos abrirem;
  • nesse caso, a excitação do campo deve ser reduzida ou removida.
  • Por outro lado, o circuito de campo do excitador é mantido fechado até que os contatos principais abram,
  • caso o relé de controle do excitador seja aberto previamente.

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Proteção excitador
164 / 212

As proteções do alternador e a sequência de desarme (TRIP) (parte 1)

  • Relé de proteção do excitador.
  • É um relé operado termicamente,
  • que opera toda vez que a corrente do campo do excitador aumenta o suficiente para causar danos ao funcionamento do alternador.
  • Se o alternador fornecer carga excessiva — por curto-circuito na linha ou porque o outro alternador se tornou inoperante —,
  • a voltagem do excitador aumenta para atender à carga maior,
  • e o relé térmico fecha os contatos entre a barra de corrente e a bobina de desarme (TRIP).

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As proteções do alternador e a sequência de desarme (TRIP) (parte 1)
Campo excitador
165 / 212

As proteções do alternador e a sequência de desarme (TRIP) (parte 2)

  • Isto abre o campo do excitador e, ao mesmo tempo, desliga o alternador da linha.
  • Ação de retardamento.
  • O retardamento do relé do excitador permite a superexcitação por pequenos intervalos,
  • para a correção de falhas e para rápidas demandas de corrente acima da capacidade do alternador;
  • ele também abre o contactor principal e desliga a excitação quando os outros dispositivos protetores falham.
  • Relé de proteção da corrente diferencial. É muito mais simples do que o nome indica:

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As proteções do alternador e a sequência de desarme (TRIP) (parte 2)
Protege curtos
166 / 212

As proteções do alternador e a sequência de desarme (TRIP) (parte 3)

  • protege o alternador de curtos internos, entre as fases ou à massa.
  • Enquanto a mesma intensidade de corrente entra e sai em cada fase,
  • o relé não opera — não importa quão intensas ou fracas sejam essas correntes.
  • Havendo curto interno em uma das fases, surge uma diferença através das linhas:
  • o relé opera e fecha o circuito pela bobina de desarme (TRIP) do excitador, a qual fecha, por sua vez,
  • a TRIP do contactor da linha principal.

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As proteções do alternador e a sequência de desarme (TRIP) (parte 3)
Enxerga diferença
167 / 212

As proteções do alternador e a sequência de desarme (TRIP) (parte 4)

  • Como ele enxerga a diferença.
  • Os dois fios de cada fase passam pelas aberturas circulares do relé e atuam como primários dos transformadores de corrente:
  • com correntes em sentidos opostos, os campos se cancelam e nada circula no secundário.
  • O relé só opera quando uma falha desequilibra essas correntes.
  • A falha do relé diferencial é coberta pelo relé de proteção do excitador.
  • Por que a rapidez importa.

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As proteções do alternador e a sequência de desarme (TRIP) (parte 4)
Correção rápida
168 / 212

As proteções do alternador e a sequência de desarme (TRIP) (parte 5)

  • A correção rápida das falhas internas diminui o perigo de incêndio e de danos ao sistema, sobretudo no paralelismo inadequado.

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As proteções do alternador e a sequência de desarme (TRIP) (parte 5)
Luzes sinalização
169 / 212

Instrumentação de bordo e o analisador portátil de teste (parte 1)

  • Luzes de sinalização do painel de força.
  • Nas aeronaves de grande porte, com dois ou quatro sistemas de alternador, cada painel de força tem três luzes de sinalização,
  • cada uma ligada a uma fase da barra de força,
  • de modo que a lâmpada acenda toda vez que o painel de força estiver ligado.
  • É o aviso mais imediato de queda de fase ou de perda do painel.
  • Verificação das barras individuais. As barras individuais podem ser checadas pela operação do equipamento ligado à barra;

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Instruções fabricante
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Instrumentação de bordo e o analisador portátil de teste (parte 2)

  • as instruções do fabricante devem ser consultadas quanto à operação do equipamento e ao método de testagem de cada barra.
  • Analisador portátil de sistema elétrico CA. O instrumento típico reúne: um ohmímetro de multi-escala; uma combinação de multi-escala do voltímetro CA-CC;
  • um amperímetro com transformador de corrente do tipo "Clip On" — o transformador abraça o condutor e mede a corrente sem abrir o circuito;

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Medidor frequência
171 / 212

Instrumentação de bordo e o analisador portátil de teste (parte 3)

  • um medidor de frequência do tipo lâmina vibratória, em que a leitura é dada pela lâmina que entra em ressonância;
  • e uma luz de continuidade não instalada (móvel, usada por meio de cabo de prova).
  • Banco de carga portátil.
  • Fornece uma carga igual àquela usada na aeronave para testar os alternadores, estejam eles montados no avião ou na oficina.
  • Uma unidade completa consiste em cargas positivas e reativas, controladas por interruptores seletores, com os instrumentos instalados no painel de controle.

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Unidade carga
172 / 212

Instrumentação de bordo e o analisador portátil de teste (parte 4)

  • Essa unidade de carga é compacta e conveniente,
  • pois elimina a dificuldade de operar grandes cargas no avião enquanto se testa e ajusta os alternadores e os equipamentos de controle.

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Regra geral
173 / 212

Manutenção: inspeção, limpeza e o teste que decide entre ajustar e substituir (parte 1)

  • Regra geral. A manutenção e a inspeção dos sistemas do alternador são semelhantes às dos sistemas CC já estudados:
  • verifica-se as escovas do excitador quanto ao desgaste e ao estado das superfícies.
  • Conservação da unidade.
  • Para uma manutenção adequada num alternador é necessário que a unidade seja mantida limpa e que todas as ligações elétricas estejam firmes e em bom estado.
  • Limpa-se a parte externa do alternador com o fluido adequado;

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Manutenção: inspeção, limpeza e o teste que decide entre ajustar e substituir (parte 1)
Parte áspera
174 / 212

Manutenção: inspeção, limpeza e o teste que decide entre ajustar e substituir (parte 2)

  • a parte áspera ou picotada do comutador do excitador ou do anel do coletor é lixada suavemente com lixa 000 e depois limpa e lustrada com pano limpo e seco.
  • As escovas são verificadas periodicamente, inspecionando o comprimento e a condição geral;
  • as instruções fornecidas pelo fabricante informam quais são as escovas corretas para cada alternador.
  • Alternador que deixou de fornecer a voltagem especificada nas instruções técnicas do fabricante — sequência de investigação:
  • primeiro testa-se o voltímetro:

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Manutenção: inspeção, limpeza e o teste que decide entre ajustar e substituir (parte 2)
Verificar voltagem
175 / 212

Manutenção: inspeção, limpeza e o teste que decide entre ajustar e substituir (parte 3)

  • verificar a voltagem dos outros alternadores, ou medir a voltagem no alternador suspeito com outro voltímetro, comparando os resultados;
  • se o voltímetro estiver em bom estado, verificam-se a fiação, as escovas e a unidade de transmissão;
  • se essa inspeção não identificar a pane, o excitador pode ter perdido o seu magnetismo residual;
  • o magnetismo residual é recuperado através da excitação do campo, seguindo-se as instruções do fabricante;

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Manutenção: inspeção, limpeza e o teste que decide entre ajustar e substituir (parte 3)
Excitação campo
176 / 212

Manutenção: inspeção, limpeza e o teste que decide entre ajustar e substituir (parte 4)

  • se, após a excitação do campo, não existir indicação de voltagem, o alternador é substituído, pois provavelmente está com defeito.
  • Testes de bancada.
  • São usados nas oficinas de reparo para testar os alternadores e os transmissores de velocidade constante,
  • fornecendo energia às unidades do transmissor (CSD) com velocidades de entrada de 2.400 a 9.000 rpm.
  • O motor de bancada usa 220/440 volts, 60 ciclos trifásicos, com ventiladores, radiadores de óleo, instrumentos e interruptores;

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Manutenção: inspeção, limpeza e o teste que decide entre ajustar e substituir (parte 4)
Circuitos banco
177 / 212

Manutenção: inspeção, limpeza e o teste que decide entre ajustar e substituir (parte 5)

  • os circuitos de teste vêm de um banco (simulador) de carga.

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Manutenção: inspeção, limpeza e o teste que decide entre ajustar e substituir (parte 5)
Regra comum
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Os testes de campo, isolamento e diodos (parte 1)

  • Regra comum a toda medição de resistência. O componente deve ser isolado do circuito e o ohmímetro zerado antes de cada uso.
  • Medir com o componente ligado ao circuito dá leitura enganosa por caminho paralelo,
  • e tocar nas pontas de prova durante a medição também introduz um caminho paralelo.
  • Teste da resistência do campo. Com o campo isolado, mede-se a resistência do enrolamento e compara-se com a das instruções do fabricante:
  • um circuito aberto é uma resistência infinitamente grande,

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Leitura infinita
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Os testes de campo, isolamento e diodos (parte 2)

  • de modo que leitura infinita ou muito acima do esperado indica enrolamento interrompido ou conexão ruim,
  • e leitura muito abaixo indica espiras em curto.
  • [LACUNA: as fontes não trazem o valor nominal de resistência do campo de cada alternador;
  • o valor deve ser obtido nas instruções técnicas do fabricante.]
  • Teste de isolamento do estator (megômetro).
  • O megômetro (megohmímetro) é um ohmímetro de alta escala com gerador acionado à mão, usado para medir isolação e outros valores elevados.

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Vantagem sobre
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Os testes de campo, isolamento e diodos (parte 3)

  • Sua vantagem sobre o ohmímetro comum é medir a resistência com alta tensão, ou tensão de "ruptura":
  • o ensaio garante que a isolação não entre em curto nem apresente fuga sob esforço elétrico.
  • O ponteiro vai ao infinito com os terminais em aberto e a zero em curto — sem dano ao instrumento,
  • porque a corrente é limitada por um resistor interno.
  • Entre o enrolamento e a carcaça, leitura alta (próxima do infinito) indica isolação sadia; leitura baixa, fuga ou curto para a massa.

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Verificação retificadores
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Os testes de campo, isolamento e diodos (parte 4)

  • Verificação dos diodos retificadores. Retoma-se o que foi visto no conteúdo anterior:
  • na polarização direta o diodo oferece muito pouca resistência à corrente; na polarização reversa ocorre a resistência máxima.
  • O catodo é identificado pela marcação do componente — pontos, faixas coloridas, a letra "k" ou formas especiais;
  • nos diodos maiores a carcaça metálica serve de dissipador.
  • Cada diodo é medido nos dois sentidos e comparado com os demais do conjunto. [LACUNA:

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Procedimento específico
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Os testes de campo, isolamento e diodos (parte 5)

  • o procedimento específico de teste dos diodos do retificador rotativo do alternador sem escova e os valores numéricos de referência não constam das fontes consultadas;
  • usar o manual da unidade.]

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Quadro auxiliar
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Pesquisa de panes: do voltímetro ao regulador (parte 1)

  • Quadro de panes. Para auxiliar a localizar, avaliar e corrigir as panes do alternador, utiliza-se o seguinte quadro:
  • Ordem de investigação (não comece pelo mais difícil). Antes de condenar o regulador, elimine o instrumento e a instalação:
  • teste o voltímetro comparando com outro instrumento ou com a indicação de outro alternador; verifique fiação, ligações, escovas e unidade de transmissão;
  • confira o magnetismo residual do excitador e, se for o caso, excite o campo conforme as instruções do fabricante.
  • Duas leituras do mesmo quadro.

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Repare baixa
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Pesquisa de panes: do voltímetro ao regulador (parte 2)

  • Repare que "baixa voltagem" tem causas que não estão no regulador — medidor com defeito e ligações frouxas estão na mesma linha da tabela.
  • E repare na última linha:
  • um regulador ajustado a frio produz um defeito que só aparece depois de um período de operação,
  • porque a voltagem cai quando o conjunto aquece.
  • Reajuste sempre com o regulador aquecido.
  • Onde o diagnóstico termina em substituição. Se, após a excitação do campo, não houver indicação de voltagem, o alternador é substituído.

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Voltagem existe
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Pesquisa de panes: do voltímetro ao regulador (parte 3)

  • Se a voltagem existe, mas não se estabiliza no valor especificado mesmo depois do reajuste,
  • substitui-se o regulador — do tipo já estudado no conteúdo anterior (pilha de carvão ou transistorizado).
  • [LACUNA:
  • o teste componente por componente do regulador transistorizado e a leitura de falhas armazenadas em unidades de controle do gerador (GCU/BITE) não constam das fontes consultadas;
  • consultar o manual da aeronave.]

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Princípios construção
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Revisão integrada: o que levar para a prova (parte 1)

  • Princípios e construção. A frequência da máquina sai da velocidade e do número de pólos;
  • nas máquinas sem escova o campo gira e o induzido fica estacionário, com o excitador e o retificador rotativo no eixo;
  • o padrão a bordo é 115/200 V, 400 Hz.
  • Valores para memorizar. 400 Hz; 115/200 V; 2.400 a 9.000 rpm na entrada da bancada de teste;
  • 220/440 V, 60 ciclos no motor de bancada; lâmpada de sincronização com um ou menos piscas por segundo.

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Armadilhas confundir
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Revisão integrada: o que levar para a prova (parte 2)

  • Armadilhas de prova. Confundir a repartição de carga do CC (pela voltagem) com a do CA (pela velocidade/frequência);
  • fechar o interruptor de sincronismo com a lâmpada acesa; medir resistência com o componente ligado ao circuito;
  • ajustar o regulador de voltagem a frio.

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Ficou estabelecido
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Encerramento e referências (parte 1)

  • O que ficou estabelecido sobre o sistema de geração CA.
  • O alternador produz a energia elétrica de bordo a partir de um campo girante e de um induzido estacionário,
  • com frequência definida pela velocidade e pelo número de pólos.
  • A velocidade é mantida constante pela unidade de transmissão; a voltagem é mantida pelo regulador, que atua sobre a excitação.
  • Aeronaves com mais de um gerador colocam as máquinas em paralelo — e a operação em paralelo só é segura com sequência de fase,

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Voltagem frequência
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Encerramento e referências (parte 2)

  • voltagem e frequência iguais, com a carga real dividida pelo regulador de velocidade e a reativa pela excitação,
  • e com as proteções prontas para retirar da barra, rápida e automaticamente, qualquer máquina com curto interno, sobrecarga ou corrente reversa.
  • A manutenção fecha o ciclo: instrumento antes de máquina, inspeção antes de substituição.
  • Bibliografia da disciplina:
  • IAC AC 65-9A, Capítulo 9 — Geradores e Motores Elétricos (fonte oficial da disciplina).
  • FAA AMT General Handbook, Capítulo 12 — Aircraft Electrical Systems (fonte complementar).

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Fontes delegam
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Encerramento e referências (parte 3)

  • O que as fontes delegam ao fabricante.
  • Em todos os pontos dependentes do modelo — valor de resistência do campo, mínimo de resistência de isolação, comprimento-limite de escova,
  • ajuste do regulador,
  • teste dos diodos do retificador rotativo e leitura de falhas da unidade de controle — o procedimento é o das instruções técnicas do fabricante da unidade,
  • como as próprias fontes determinam.

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Disciplinas geral
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Encerramento e referências (parte 4)

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Numérica alternador
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Exercícios de fixação (parte 1)

  • 1 (numérica). Um alternador de 6 polos é acionado a 8.000 rpm.
  • Calcule a frequência da voltagem gerada e informe se ela atende ao padrão de 400 Hz da aeronave.
  • Em seguida, calcule a frequência do mesmo alternador se a rotação do acionamento cair para 6.000 rpm.
  • 2 (numérica). Um alternador de aeronave fornece de 380 a 420 Hz enquanto gira de 5.700 a 6.300 rpm.

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Determine número
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Exercícios de fixação (parte 2)

  • Determine o número de polos desse alternador e confirme o resultado nas duas rotações-limite da faixa.
  • 3 (conceitual).
  • Por que o alternador de aeronave não utiliza comutador, se as duas máquinas geram a mesma voltagem alternada nos enrolamentos do induzido?
  • 4 (interpretação). Com base no circuito esquemático do alternador sem escova, identifique os blocos do conjunto e descreva o caminho da excitação:
  • onde estão o campo e o induzido do excitador, onde ficam os retificadores,

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Enrolamento campo
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Exercícios de fixação (parte 3)

  • qual enrolamento é o campo rotativo do alternador e de onde sai a voltagem de saída.
  • 1. f = (6 × 8.000) ÷ 120 = 400 Hz — atende ao padrão de bordo.
  • Com a rotação em 6.000 rpm: f = (6 × 6.000) ÷ 120 = 300 Hz.
  • A frequência caiu 25% apenas por causa da rotação: são os polos e a velocidade, e nada mais, que determinam a frequência.

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Centro faixa
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Exercícios de fixação (parte 4)

  • 2. P = (120 × f) ÷ N. Com f = 400 Hz e N = 6.000 rpm (centro da faixa):
  • P = (120 × 400) ÷ 6.000 = 8 polos. Conferindo as extremidades:
  • 8 × 5.700 ÷ 120 = 380 Hz e 8 × 6.300 ÷ 120 = 420 Hz — os limites citados para a faixa de operação.
  • 3. Porque a voltagem gerada no induzido é alternada e, no alternador, é usada como CA: não há nada a retificar.

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Comutador existe
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Exercícios de fixação (parte 5)

  • O comutador existe apenas no gerador CC, para converter a FEM alternada em voltagem unidirecional.
  • Além disso, segmentos coletores e escovas se desgastam e produzem centelhamento — perigo contínuo, agravado em altitudes elevadas.
  • Nos alternadores sem escova os contatos móveis deixam de existir até no circuito de campo,
  • e o que resta de conversão é feito por retificadores montados no eixo do rotor.
  • No alternador de campo rotativo, o induzido é estacionário e liga-se diretamente à carga, sem contatos móveis no circuito de carga.

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Conjunto formado
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Exercícios de fixação (parte 6)

  • 4. O conjunto é formado por três blocos: circuito excitador de CA, retificador rotativo e alternador propriamente dito.
  • O campo do excitador é o estator de seis polos, alimentado com CC pelo regulador de voltagem (bobina de campo em paralelo,
  • entre os terminais "A" e "F");
  • o induzido do excitador é rotativo e entrega CA trifásica.
  • Os retificadores ficam montados no eixo do rotor e convertem essa CA em CC, que alimenta o campo rotativo do alternador.

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Voltagem saída
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Exercícios de fixação (parte 7)

  • A voltagem de saída é induzida no induzido estacionário do alternador, ligado diretamente à carga.
  • A bobina de estabilização, quando existe, fica enrolada sobre a bobina de excitação,
  • entre "A" e "S" — e não é usada com regulador transistorizado,
  • no qual a estabilização é feita por realimentação no próprio regulador.

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Entrada
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EXERCÍCIOS (parte 1)

  • Entrada de 2.800 rpm:
  • 6.000 ÷ 2.800 = 2,14:1 — a saída é mais rápida que a entrada, ou seja,
  • a unidade está multiplicando a rotação (*overdrive*).
  • Entrada de 9.000 rpm:
  • 6.000 ÷ 9.000 = 0,67:1 — a saída é mais lenta que a entrada, ou seja,
  • a unidade está reduzindo a rotação (*underdrive*).

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EXERCÍCIOS (parte 1)
Entrada relação
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EXERCÍCIOS (parte 2)

  • Com entrada de 6.000 rpm, a relação é 1:1 — é o acionamento direto. A relação não é fixa:
  • ela varia continuamente entre esses limites, e é essa variação que mantém a saída travada em 6.000 rpm.
  • (a) Unidade hidráulica de cilindrada variável:
  • é a que está acoplada diretamente ao motor do avião — sua rotação é sempre proporcional à velocidade de entrada e o sentido de giro é sempre o mesmo.
  • Tem placa de controle de inclinação variável (cilindrada de zero ao máximo,

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EXERCÍCIOS (parte 2)
Sentidos bomba
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EXERCÍCIOS (parte 3)

  • nos dois sentidos) e atua como bomba quando é preciso somar velocidade à saída, ou como motor quando é preciso subtrair.
  • (b) Unidade hidráulica de cilindrada fixa: tem placa de controle de inclinação fixa;
  • é acionada pelo óleo descarregado pela unidade de cilindrada variável e gira na velocidade e no sentido determinados pelo volume de óleo bombeado ou recebido.
  • Está conectada ao diferencial através da coroa de entrada.
  • (c) Diferencial mecânico:

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EXERCÍCIOS (parte 3)
Conjunto engrenagens
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EXERCÍCIOS (parte 4)

  • conjunto de engrenagens planetárias no centro com coroas de entrada e de saída nas extremidades, mais o eixo portador,
  • na razão de 2:1 entre coroas e eixo portador.
  • É o dispositivo somatório:
  • soma ou subtrai à velocidade da caixa de transmissão do motor a velocidade controlada da coroa de entrada,
  • para manter constante a velocidade da coroa de saída (que aciona o alternador).
  • (d) A peça de comando:

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EXERCÍCIOS (parte 4)
Cilindro controle
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EXERCÍCIOS (parte 5)

  • o cilindro de controle com seu pistão, alimentado pelo governador (válvula hidráulica atuada por mola e operada por contrapesos,
  • sensível à velocidade de saída).
  • É a inclinação da placa, posicionada por esse pistão, que define a cilindrada, o sentido do fluxo de óleo e,
  • em última análise, se a velocidade será somada ou subtraída — e portanto quem mantém a rotação de saída constante.

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EXERCÍCIOS (parte 5)
Resposta
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Exercícios (parte 1)

  • Resposta:
  • E2 / E1 = N2 / N1 → E2 = 120 × (120 / 600) = 120 × 0,2 = 24 volts.
  • Um transformador rebaixador entrega no secundário a voltagem proporcional à razão de espiras;
  • é essa voltagem menor que o retificador trifásico de onda completa converte em CC (o conjunto entrega 28 V CC à bobina de voltagem,
  • conforme os valores do sistema).
  • Resposta: (a) Vméd = Vp / π = 120 / 3,14 ≈ 38,2 volts.

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Volts
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Exercícios (parte 2)

  • (b) Vméd = (2 × Vp) / π = 240 / 3,14 ≈ 76,4 volts.
  • A onda completa entrega o dobro da tensão média porque o semiciclo negativo é "levantado" para o lado positivo da linha de tempo,
  • em vez de ser descartado.
  • Observação: os valores de pico e as formas de onda constam da bibliografia;
  • os fatores numéricos Vp/π e 2Vp/π são a dedução matemática da média dessas formas de onda e convém desenvolvê-la no quadro. [LACUNA:

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Bibliografia apresenta
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Exercícios (parte 3)

  • a bibliografia apresenta as formas de onda e o conceito de valor médio,
  • mas não traz os fatores numéricos da tensão média retificada.]
  • Resposta: porque o zener é projetado para romper (conduzir) quando a voltagem de polarização inversa atinge um valor definido;
  • a partir daí ele conduz e se comporta como uma fonte de voltagem constante, com a queda de tensão praticamente invariável.
  • No circuito em ponte,

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Significa voltagem
207 / 212

Exercícios (parte 4)

  • isso significa que a voltagem através da ligação paralela de V1 e R1 — e através do próprio zener — permanece constante enquanto a voltagem do gerador varia.
  • A variação total da voltagem do gerador é obrigada a aparecer sobre os resistores:
  • na perna do zener, toda a mudança cai sobre R2,
  • o que faz o ponto "C" subir ou descer em relação ao cursor de R7.
  • Essa diferença entre o ponto "C" e o cursor de R7 é o sinal de erro que polariza Q1.

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Zener mantivesse
208 / 212

Exercícios (parte 5)

  • Se o zener não mantivesse a referência constante,
  • a variação se distribuiria também sobre o zener e o sinal de erro se perderia.
  • Abaixo da voltagem de ruptura,
  • o zener bloqueia como qualquer diodo inverso — por isso o circuito só funciona acima da tensão de zener projetada.
  • Resposta: com a saída baixa, a ponte desequilibra e o ponto "C" fica negativo em relação ao cursor de R7.

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Saída ponte
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Exercícios (parte 6)

  • A saída da ponte, entre os pontos "C" e "A", está ligada entre o emissor e a base de Q1:

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Voltagem negativa
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Exercícios (parte 7)

  • a voltagem é negativa para o emissor e positiva para a base → polarização direta de Q1 → a corrente de Q1 (emissor → coletor) aumenta → a queda de voltagem em R11 aumenta → sinal positivo na base de Q4 → Q4 conduz mais → a queda em R10 aumenta → polarização positiva na base de Q2 → Q2 conduz mais → a queda em R4 aumenta → sinal positivo na base do transistor de saída Q3 → Q3 conduz mais (emissor → coletor) → como o campo de controle do excitador está no circuito coletor,

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Corrente campo
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Exercícios (parte 8)

  • a corrente de campo do excitador aumenta → a saída do gerador do excitador aumenta → a intensidade do campo do gerador CA aumenta → a saída do gerador aumenta,
  • corrigindo o desvio.
  • Dois itens de contexto do esquema:
  • o interruptor de baixa velocidade, próximo ao terminal F+, precisa estar fechado (frequência adequada) para que o gerador seja excitado;
  • e o relé K1, ligado em paralelo com a fonte de alimentação do amplificador (CR4),

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Garante excitação
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Exercícios (parte 9)

  • só garante a excitação inicial a partir da barra de 28 volts CC — quando o gerador CA passa a produzir voltagem,
  • K1 é energizado e abre o circuito de excitação, deixando o controle para o regulador.
  • Fórmulas: E2 = E1 × (N2 / N1); Vméd = Vp / π (meia onda);
  • Vméd = (2 × Vp) / π (onda completa)

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