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Princípios e Geradores CC · Curso Técnico em Manutenção Aeronáutica em Célula · 2º semestre
Bibliografia: INSTITUTO DE AVIAÇÃO CIVIL. Curso de Mecânico de Manutenção Aeronáutica — Matérias Básicas: Geradores e Motores Elétricos. Rio de Janeiro: IAC, 2002. Cap. 9 — 🔗 Acessar material
FEDERAL AVIATION ADMINISTRATION. Aviation Maintenance Technician Handbook — General (FAA-H-8083-30A). Washington: FAA, 2018. Ch. 12: Aircraft Electrical Systems — 🔗 Acessar material
Prof. Fabriciu Alarcão Veiga Benini
Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico
Área Aeronáutica
Engenheiro Eletricista · Mestre em Sistemas Dinâmicos · Doutor em Telecomunicações
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SÃO PAULO
Campus São Carlos
Ao final desta etapa, o aluno será capaz de:
Explicar o princípio de geração de FEM por indução eletromagnética.
Descrever o gerador elementar e o papel do comutador.
Identificar os componentes construtivos de um gerador CC.
Diferenciar os tipos de excitação: série, paralelo (shunt) e misto (compound).
Explicar o funcionamento do gerador de três fios.
Compreender reação do induzido e regulação de tensão.
Destino de aprendizagem: dominar o caminho indução → comutação → construção → excitação → regulação, base para os alternadores.
Definição: máquina rotativa que transforma energia mecânica em energia elétrica, baseada na indução eletromagnética (Faraday, 1831).
Todo gerador precisa de:
1. Um campo magnético (polos N e S).
2. Um condutor em movimento relativo a esse campo.
3. Um circuito externo para coletar a corrente gerada.
Fonte: IAC Cap 9, p. 9-1
Lei de Faraday: a tensão induzida é proporcional à taxa de variação do fluxo magnético que atravessa o condutor.
| ε = força eletromotriz (FEM) induzida | Volts (V) |
| B = densidade de fluxo magnético | Tesla (T) |
| ℓ = comprimento ativo do condutor | metros (m) |
| v = velocidade relativa condutor × campo | m/s |
Lei de Lenz: a corrente induzida sempre se opõe à variação que a produziu.
Fonte: IAC Cap 9, p. 9-1 | FAA Ch.12, p. 12-127
A tensão induzida depende de três fatores:
| Fator | Efeito na FEM |
|---|---|
| Intensidade do campo (B) | Maior campo → maior FEM |
| Velocidade do condutor (v) | Maior velocidade → maior FEM |
| Ângulo de corte (sen θ) | Corte perpendicular → FEM máxima |
θ = 90° → corte perpendicular → FEM máxima
θ = 0° → corte paralelo → FEM nula
θ varia continuamente → forma de onda senoidal
Fonte: IAC Cap 9, p. 9-2
Configuração básica:
Como funciona:
Fonte: IAC Cap 9, Fig. 9-1 a 9-5
| Posição | θ | FEM | Descrição |
|---|---|---|---|
| 0° | 0° | 0 | Condutores paralelos ao campo |
| 90° | 90° | +máx | Corte perpendicular, sentido A |
| 180° | 180° | 0 | Condutores paralelos ao campo |
| 270° | 270° | –máx | Corte perpendicular, sentido B |
| 360° | 360° | 0 | Ciclo completo |
Resultado: uma senoide completa a cada volta.
Fonte: IAC Cap 9, Fig. 9-3 | FAA Ch.12, p. 12-127
Característica: a tensão coletada é alternada — muda de polaridade a cada meio ciclo.
Aplicação: alternadores — serão estudados na sequência do curso.
Fonte: IAC Cap 9, p. 9-2 | FAA Ch.12, p. 12-128
Problema: precisamos de corrente contínua (CC) para os sistemas da aeronave — baterias, instrumentos e motores CC.
Solução: substituir os anéis coletores por um comutador — um anel PARTIDO.
Efeito: a cada meio ciclo a conexão da espira com as escovas se inverte → a corrente no circuito externo mantém sempre o mesmo sentido.
Fonte: IAC Cap 9, Fig. 9-6 | FAA Ch.12, pp. 12-128 a 12-130
A0°: FEM = 0 — escovas em contato com ambos os segmentos (curto).
B45°–135°: espira gira, FEM cresce — escova + no segmento A, escova – no B.
C180°: FEM = 0 — curto novamente entre segmentos.
D225°–315°: as conexões da espira invertem, mas a polaridade nas escovas permanece a mesma.
E360°: ciclo completo, retorna a 0°.
Resultado: o comutador retifica mecanicamente a CA em CC pulsante.
Fonte: IAC Cap 9, pp. 9-3 a 9-4
Posição A
0°
Posição B
45°–135°
Posição C
180°
Posição D
225°–315°
Posição E
360°
Conceito fundamental: posição angular do comutador onde a FEM gerada na espira é ZERO no momento em que as escovas fazem curto entre dois segmentos.
Se o curto ocorrer com FEM ≠ 0 → arco voltaico (faíscas).
Faíscas danificam comutador e escovas.
Localização: escovas na posição em que a espira corta o campo paralelamente (θ = 0°) — coincide com o plano geométrico entre polos N e S adjacentes.
Fonte: IAC Cap 9, p. 9-4 | FAA Ch.12, pp. 12-129 a 12-130
FEM instantânea: varia com sen θ — de 0 ao valor máximo e vice-versa.
N = número de espiras
Ondulação (ripple): com 1 espira, a tensão varia de 0 ao máximo — a tensão "cai a zero" em cada semiciclo. Inadequado para a maioria das aplicações!
Solução: múltiplas espiras defasadas angularmente → a ondulação diminui.
Fonte: IAC Cap 9, Fig. 9-8
| Nº de espiras | Segmentos | Qualidade da CC |
|---|---|---|
| 1 | 2 | Ondulação de 100% |
| 4 | 8 | Ondulação reduzida |
| Muitas | Muitos | CC praticamente constante |
Na prática: geradores reais têm dezenas de bobinas → CC com ripple < 5%
| Componente | Função |
|---|---|
| Carcaça (yoke / field frame) | Completa o circuito magnético + suporte mecânico |
| Polos de campo | Geram o fluxo magnético principal |
| Induzido (armature) | Conjunto girante onde a FEM é induzida |
| Comutador | Retifica a corrente gerada |
| Escovas (brushes) | Coletam a corrente do comutador |
| Eixo (shaft) | Transmite torque mecânico |
Fonte: IAC Cap 9, pp. 9-4 a 9-7 | FAA Ch.12, pp. 12-131 a 12-133
1. Circuito magnético: completa o caminho do fluxo entre os polos N e S.
2. Suporte mecânico: abriga e sustenta todos os componentes internos.
Fonte: IAC Cap 9, pp. 9-4 a 9-5 | FAA Ch.12, p. 12-132
Enrolamento de campo (field winding): conjunto de bobinas nos polos salientes que, percorridas por corrente, criam o campo magnético principal.
Corrente de excitação — fonte externa (bateria / alternador auxiliar).
Ou autoexcitada (shunt): o próprio gerador produz a corrente de campo após excitação inicial — depende do magnetismo residual.
Fonte: IAC Cap 9, p. 9-5
Onde a FEM é induzida. Componentes:
Fonte: IAC Cap 9, pp. 9-5 a 9-6 | FAA Ch.12, pp. 12-131 a 12-132
| Característica | Anel (Gramme) | Tambor (Drum) |
|---|---|---|
| Núcleo | Anel maciço | Tambor com fendas |
| Enrolamento | Em volta do anel | Nas fendas do núcleo |
| Aproveitamento | Só o lado externo corta fluxo | Todo condutor corta fluxo |
| FEM gerada | Menor (50% do condutor) | Maior (100% do condutor) |
| Uso atual | Obsoleto | Padrão |
Vantagem do tambor: cada enrolamento circunda completamente o núcleo → todo o comprimento do condutor corta o fluxo magnético.
Fonte: FAA Ch.12, pp. 12-131 a 12-132
| Característica | Lap Winding (Laçada) | Wave Winding (Onda) |
|---|---|---|
| Conexão | Cada bobina → segmento adjacente | Bobinas conectadas em "onda" |
| Caminhos paralelos | Múltiplos (p/p) | Apenas 2 (independente de p) |
| Corrente | Alta corrente | Menor corrente |
| Tensão | Menor tensão | Alta tensão |
| Aplicação | Geradores de aeronaves (alta corrente) | Geradores de alta tensão |
Em aeronaves, o enrolamento em laçada é o mais comum — alta corrente para os sistemas de bordo.
Fonte: FAA Ch.12, pp. 12-132 a 12-133
Função: retificar mecanicamente a CA induzida na armadura para CC no circuito externo.
Construção:
Características:
Fonte: IAC Cap 9, p. 9-6 | FAA Ch.12, p. 12-132
Função: contato elétrico entre o comutador girante e o circuito externo fixo.
Pressão ideal: 1½ a 2½ psi (0,1 a 0,17 kgf/cm²)
| Problema | Causa | Consequência |
|---|---|---|
| Pressão excessiva | Mola muito forte | Desgaste rápido |
| Pressão insuficiente | Mola fraca | "Quicar" → faíscas |
| Escova gasta | Uso normal | Mau contato |
Fonte: IAC Cap 9, p. 9-7 | FAA Ch.12, pp. 12-137 a 12-138
DEFINIÇÃO: distorção do campo magnético principal causada pela corrente que circula no induzido.
Como ocorre:
Efeitos:
O campo do induzido se soma de um lado e subtrai do outro → campo resultante distorcido.
Fonte: IAC Cap 9, pp. 9-10 a 9-11 | FAA Ch.12, p. 12-134
1Deslocamento das escovas: mover para o novo plano neutro. Limitação: só funciona para uma condição de carga específica.
2Interpólos: pequenos polos auxiliares entre os principais, em série com o induzido, criando campo oposto. Vantagem: qualquer carga
3Enrolamentos de compensação: bobinas nas faces polares, em série com o induzido, neutralizam a distorção na origem.
Fonte: IAC Cap 9, p. 9-11 | FAA Ch.12, p. 12-134
O que é FEM e como é gerada por indução (ε = B · ℓ · v).
Gerador CA (anéis coletores) × gerador CC (comutador).
Como o comutador retifica CA em CC.
Plano neutro e por que é crítico.
Ondulação (ripple) e como reduzi-la.
Componentes: carcaça, polos, induzido, comutador, escovas.
Tipos de induzido: tambor × anel.
Lap winding × wave winding.
Reação do induzido e métodos de correção.
Classificação quanto ao tipo de excitação (alimentação do campo):
Mais um tipo especial: Gerador de três fios (3-wire)
Fonte: IAC Cap 9, pp. 9-7 a 9-10 | FAA Ch.12, pp. 12-135 a 12-136
CARACTERÍSTICA PRINCIPAL: o enrolamento de campo está ligado em SÉRIE com a carga.
| Nº de voltas do campo | Poucas (2 a 6 voltas) |
| Bitola do fio | Grossa (suporta corrente de carga) |
| Resistência do campo | Muito baixa |
Funcionamento:
Regulação: PÉSSIMA
Fonte: IAC Cap 9, p. 9-7 | FAA Ch.12, p. 12-135
Fonte: IAC Cap 9, pp. 9-7 a 9-8 | FAA Ch.12, p. 12-135
CARACTERÍSTICA PRINCIPAL: o enrolamento de campo está ligado em PARALELO com a carga.
| Nº de voltas do campo | Muitas (centenas a milhares) |
| Bitola do fio | Fina (corrente de campo pequena) |
| Resistência do campo | Alta (limita a corrente de campo) |
Funcionamento:
Regulação: MODERADA — queda de 10–15%
Fonte: IAC Cap 9, p. 9-8 | FAA Ch.12, pp. 12-135 a 12-136
Fonte: IAC Cap 9, p. 9-8 | FAA Ch.12, pp. 12-135 a 12-136
CARACTERÍSTICA PRINCIPAL: combina DOIS enrolamentos de campo.
1. Série: poucas voltas, fio grosso.
2. Shunt: muitas voltas, fio fino.
Vantagem: o shunt fornece tensão sem carga; o série compensa a queda com a carga.
Resultado: regulação muito melhor que o shunt puro.
Fonte: IAC Cap 9, pp. 9-8 a 9-9 | FAA Ch.12, p. 12-136
| Tipo | Tensão a plena carga | Curva |
|---|---|---|
| Sub-compound | Menor que sem carga | Levemente descendente |
| Flat compound | Igual à sem carga | Plana (ideal) |
| Super-compound | Maior que sem carga | Levemente ascendente |
Flat compound — preferido para aviônicos sensíveis
Fonte: IAC Cap 9, pp. 9-8 a 9-9 | FAA Ch.12, p. 12-136
| Característica | Série | Shunt (Paralelo) | Compound (Misto) |
|---|---|---|---|
| Campo | Em série c/ carga | Em paralelo c/ carga | Série + shunt |
| Tensão s/ carga | ~0 | Nominal | Nominal |
| Regulação | Péssima | Moderada | Boa a excelente |
| Aplicação | ❌ Não usado em aviação | ✅ Aeronaves | ✅ Regulação crítica |
| Corrente de campo | Igual à de carga | Pequena (fio fino) | Pequena + corrente |
Shunt: padrão para a maioria dos sistemas aeronáuticos.
Compound: quando a regulação precisa é essencial — navegação e aviônicos sensíveis.
Fonte: IAC Cap 9, pp. 9-8 a 9-9
OBJETIVO: fornecer duas tensões diferentes a partir do mesmo gerador (ex.: 240 V e 120 V).
Configuração:
Bobina de reatância (reator): atua como divisor de tensão com derivação central (center tap) e compensa desequilíbrios de carga.
Fonte: IAC Cap 9, pp. 9-9 a 9-10
Equilíbrio normal: cargas iguais entre +N e N– → neutro sem corrente.
Desequilíbrio: corrente circula pelo neutro. Limite: 25% da corrente nominal
Reatância: mantém o ponto neutro estável; evita que um lado "afunde" quando o outro está mais carregado.
Aplicação: sistemas com duas tensões — ex.: 28 V e 14 V em aeronaves (equivalente a 240/120 V em terra).
Fonte: IAC Cap 9, p. 9-10
Classificação: pela corrente nominal na tensão de operação — ex.: gerador 28 V / 100 A, 200 A ou 400 A.
Rotação: CW ou CCW (visto do drive end). Coming-in speed ≈ 1.500 RPM
Terminais padronizados:
B
Positivo do induzido
(saída principal)
A
Campo shunt
(alimentação do campo)
E
Negativo do induzido
(aterrado)
Problema: a tensão de saída varia com 1. a velocidade do motor (RPM) e 2. a carga elétrica conectada.
Solução: regulador de tensão — mantém a saída em limites estreitos (~28,5 V em sistemas de 28 V).
Fonte: IAC Cap 9, pp. 9-12 a 9-16 | FAA Ch.12, p. 12-162
PRINCÍPIO: insere e remove um resistor em série com o campo, alternando rapidamente.
Resultado: tensão média constante ≈ 28,5 V
Fonte: IAC Cap 9, pp. 9-12 a 9-13 | FAA Ch.12, p. 12-162
PRINCÍPIO: a resistência das pastilhas de carvão varia com a pressão mecânica aplicada.
Vantagens: mais robusto (sem contatos mecânicos), resposta suave e contínua, usado em aeronaves de grande porte.
Fonte: IAC Cap 9, pp. 9-13 a 9-14
| Unidade | Função |
|---|---|
| 1 Regulador de voltagem | Mantém a tensão constante (vibratório ou carbon pile) |
| 2 Limitador de corrente | Protege o gerador contra sobrecarga |
| 3 Interruptor de corrente reversa | Evita que a bateria descarregue pelo gerador |
Por que três funções?
Fonte: IAC Cap 9, pp. 9-14 a 9-15
OBJETIVO: impedir que o gerador forneça corrente acima do valor nominal.
Como funciona:
Por que é necessário: corrente excessiva → superaquecimento → queima dos enrolamentos. O limitador reduz a tensão propositalmente.
Fonte: IAC Cap 9, p. 9-15
OBJETIVO: desconectar a bateria quando o gerador está com tensão menor que a dela.
Por que é crítico: em marcha lenta a tensão cai → a bateria descarregaria pelo gerador → motorização → enrolamentos podem queimar.
Fonte: IAC Cap 9, pp. 9-15 a 9-16 | FAA Ch.12, p. 12-162
OBJETIVO: controlar a conexão do gerador à barra (bus) de distribuição.
Característica: compara a tensão do gerador com a tensão da barra.
Importância: impede que o gerador "puxe" corrente da barra e garante que só entre em operação quando pode contribuir com energia — essencial em sistemas com múltiplos geradores em paralelo
Fonte: IAC Cap 9, p. 9-16
| Item | O que verificar |
|---|---|
| 1 Fixação | Parafusos apertados, suporte sem trincas |
| 2 Conexões elétricas | Cabos firmes, sem oxidação |
| 3 Limpeza | Sem sujeira/óleo/graxa — óleo → verificar selo do motor alerta |
| 4 Escovas | Comprimento mínimo, desgaste uniforme, pressão adequada |
| 5 Comutador | Superfície lisa, sem sulcos, sem mica alta |
| 6 Operação | Tensão e corrente dentro dos limites |
| 7 Regulador | Operação correta do regulador de voltagem |
Fonte: FAA Ch.12, pp. 12-137 a 12-138
Escovas (brushes):
Comutador:
Fonte: FAA Ch.12, pp. 12-137 a 12-138
OBJETIVO: conectar dois ou mais geradores para alimentar a mesma barra.
Vantagens:
Exigências:
Desafio: tensão ligeiramente maior → gerador assume mais carga → equalização necessária.
Fonte: IAC Cap 9 (seções posteriores)
| Característica | Série | Shunt | Compound | 3 Fios |
|---|---|---|---|---|
| Tensão sem carga | ~0 | Nominal | Nominal | Nominal |
| Regulação | Péssima | Moderada | Boa | Boa |
| Aplicação aeronáutica | ❌ | ✅ Padrão | ✅ Crítica | ✅ Dupla tensão |
| Complexidade | Baixa | Média | Alta | Alta |
| Campo | Série | Paralelo | Série + Par. | Shunt c/ reator |
Terminologia FAA (inglês): series-wound · shunt-wound · compound-wound · 3-wire generator
Fonte: IAC Cap 9, pp. 9-7 a 9-10 | FAA Ch.12, pp. 12-135 a 12-136
Princípios de indução eletromagnética e geração de FEM.
Gerador elementar e ação do comutador.
Construção: carcaça, polos, induzido, comutador, escovas.
Tipos de excitação: série, shunt, compound, 3 fios.
Reação do induzido e correções (interpólos, compensação).
Curvas características e regulação de tensão.
Reguladores: vibratório, carbon pile, três unidades.
Manutenção básica do gerador CC.
Leitura recomendada: IAC Cap. 9 (seções finais) · FAA Ch.12 (Alternators).