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Radioajudas de solo
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Navegar é determinar a posição continuamente (parte 1)
Instrumentos e Aviônica · Engenharia Aeronáutica
Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.
Prof. Fabriciu Alarcão Veiga Benini
Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico · Área Aeronáutica
Engenheiro Eletricista · Mestre em Sistemas Dinâmicos · Doutor em Telecomunicações
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SÃO PAULO
Campus São Carlos · Engenharia Aeronáutica
Trajetória quarta
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Navegar é determinar a posição continuamente (parte 2)

  • A trajetória tem uma quarta dimensão, o tempo: a chegada precisa cair dentro de uma faixa horária atribuída.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Precisa melhor
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Navegar é determinar a posição continuamente (parte 3)

  • Armas lançadas a vários quilômetros do alvo exigem posição precisa para inicializar o guiamento inercial do míssil
  • A fase terminal é resolvida por buscador infravermelho ou radar de micro-ondas.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Medir movimento
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Navegar é determinar a posição continuamente (parte 4)

  • Perder-se pode ser catastrófico:
  • Medir o movimento por dentro, com sensores inerciais, e fixar a posição por fora, com auxílios e satélites, combinando os dois por filtragem ótima.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Métodos básicos
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Estimativa e fixação: os dois métodos básicos (parte 1)

  • Estimativa e fixação: os dois métodos básicos.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Estimativa e fixação: os dois métodos básicos (parte 1)
Precisão crescente
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Estimativa e fixação: os dois métodos básicos (parte 2)

  • Classes de DR, em precisão crescente:
  • Dados do ar (velocidade aerodinâmica verdadeira, vento e proa do AHRS)
  • Doppler/proa (velocidade em relação ao solo, deriva por radar Doppler)
  • Navegação inercial (integração dos acelerômetros)
  • Doppler-inerciais (filtro de Kalman).

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Estimativa e fixação: os dois métodos básicos (parte 2)
Qualidade precisão
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Estimativa e fixação: os dois métodos básicos (parte 3)

  • Um INS (sistema de navegação inercial) de boa qualidade tem precisão de 1 NM (milha náutica) por hora
  • Após cinco horas, a incerteza chega a 5 NM.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Estimativa e fixação: os dois métodos básicos (parte 3)
Figura latitude
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Estimativa e fixação: os dois métodos básicos (parte 4)

  • Figura 6.1 — latitude e longitude.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Estimativa e fixação: os dois métodos básicos (parte 4)
Omega cerca
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Estimativa e fixação: os dois métodos básicos (parte 5)

  • Auxílios:
  • VOR (radiofarol omnidirecional em VHF, muito alta frequência), DME (equipamento medidor de distância) e TACAN (navegação aérea tática) — uma a duas milhas de precisão e marcação de cerca de 2°
  • LORAN C (sistema hiperbólico de longo alcance) de 1,75 MHz a 1,95 MHz, cerca de 150 m, em oito cadeias e 34 transmissores

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Estimativa e fixação: os dois métodos básicos (parte 5)
Coração
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Sensores inerciais: o coração do AHRS e do INS (parte 1)

  • Sensores inerciais: o coração do AHRS e do INS.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Fornecem realimentação
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Sensores inerciais: o coração do AHRS e do INS (parte 2)

  • Em aeronaves com comando de voo por fios (FBW — fly-by-wire), fornecem a realimentação de movimento com que o sistema de controle de voo comanda a manobra e estabiliza uma aeronave aerodinamicamente instável.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Fornece navegação
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Sensores inerciais: o coração do AHRS e do INS (parte 3)

  • O INS fornece navegação completamente autônoma, com atitude e proa de alta precisão.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Fator escala
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Sensores inerciais: o coração do AHRS e do INS (parte 4)

  • AHRS e INS compartilham a mesma tecnologia.
  • A cobrança aparece em três termos.
  • Fator de escala, em que o erro é proporcional à grandeza medida.
  • Bias, o offset de zero do sensor.
  • E custo.

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Extremos espectro
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Quanta precisão cada aplicação cobra (parte 1)

  • Os extremos do espectro:
  • Um controle de voo FBW (comando de voo por fios) contra um INS strap-down de 1 NM por hora.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Gyros controle
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Quanta precisão cada aplicação cobra (parte 2)

  • Mais de 50% dos gyros de controle e guiamento ainda são de rotor girante
  • Cerca de 90% das novas aquisições de INS já são RLG, com melhoria de dez vezes no custo de propriedade sobre a plataforma estável, e o FOG (giroscópio de fibra óptica) já está no nível de precisão do AHRS.

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Primeira giroscópio
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Quanta precisão cada aplicação cobra (parte 3)

  • Primeiro laser demonstrado em 1960
  • Primeira RLG (giroscópio a laser de anel) experimental em 1963, com precisão de alguns graus por hora
  • Primeiras RLG de produção, que requerem 0,01 grau por hora, em serviço em larga escala nas companhias civis em 1981.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

bloco

Parte 1 — Os giroscópios

  • Do rotor girante ao anel de laser e à fibra óptica: como se sente a rotação.
o que muda nesta tela
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O gyro de rotor girante: momento angular e precessão

  • T = H θ̇ (5.1) - θ̇ = T/ H (5.2).

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Eixos figura
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DTG (gyro de sintonia dinâmica): o gyro de dois eixos (parte 1)

  • DTG (gyro de sintonia dinâmica): o gyro de dois eixos.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

DTG (gyro de sintonia dinâmica): o gyro de dois eixos (parte 1)
Graus
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DTG (gyro de sintonia dinâmica): o gyro de dois eixos (parte 2)

  • Incerteza de taxa de 0,01 grau por hora a 30 graus por hora
  • Tamanho típico de cerca de 40 mm de diâmetro por 40 mm.

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DTG (gyro de sintonia dinâmica): o gyro de dois eixos (parte 2)
Mancais flexão
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DTG (gyro de sintonia dinâmica): o gyro de dois eixos (parte 3)

  • A sintonia dinâmica cancela essa rigidez na velocidade de projeto, tipicamente 300 revoluções por segundo:
  • O plano do rotor mantém orientação fixa no espaço dentro do curso limitado.

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DTG (gyro de sintonia dinâmica): o gyro de dois eixos (parte 3)
Momento angular
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DTG (gyro de sintonia dinâmica): o gyro de dois eixos (parte 4)

  • Na versão de taxa, o momento angular é menor pela potência exigida em entradas de até 400 graus por segundo
  • Operação em malha fechada por equilíbrio de torque, com larguras de banda de 50 Hz a 75 Hz.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

DTG (gyro de sintonia dinâmica): o gyro de dois eixos (parte 4)
Tipicamente segundos
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DTG (gyro de sintonia dinâmica): o gyro de dois eixos (parte 5)

  • Torque por pulsos de amplitude e duração constantes:
  • Interface digital simples, sem erro de linearidade do motor
  • Cada pulso vale um incremento angular fixo, tipicamente de 1 a 10 segundos de arco.

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DTG (gyro de sintonia dinâmica): o gyro de dois eixos (parte 5)
Sentir rotação
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Gyros ópticos e efeito Sagnac: sentir a rotação com luz (parte 1)

  • Figura 5.7a — interferômetro de Sagnac.

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Gyros ópticos e efeito Sagnac: sentir a rotação com luz (parte 1)
Físico francês
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Gyros ópticos e efeito Sagnac: sentir a rotação com luz (parte 2)

  • É o efeito Sagnac, do físico francês G.
  • Sagnac, que em 1913 demonstrou ser possível sentir rotação opticamente com o interferômetro de Sagnac, muito antes de a tecnologia amadurecer.

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Gyros ópticos e efeito Sagnac: sentir a rotação com luz (parte 2)
Velocidade torno
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Gyros ópticos e efeito Sagnac: sentir a rotação com luz (parte 3)

  • Diferença de tempo ΔT = (4A/c²)Ω (5.5) e de caminho óptico ΔL = (4A/c)Ω (5.6)
  • A é a área do caminho fechado, c a velocidade da luz e Ω a taxa em torno do eixo normal ao plano.

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Gyros ópticos e efeito Sagnac: sentir a rotação com luz (parte 3)
Laser viabilizou
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Gyros ópticos e efeito Sagnac: sentir a rotação com luz (parte 4)

  • O laser viabilizou os gyros ópticos com luz altamente coerente e comprimento de onda muito estável
  • O primeiro RLG experimental foi demonstrado por Macek e Davis, nos Estados Unidos, em 1963, com alguns graus por hora,.

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Gyros ópticos e efeito Sagnac: sentir a rotação com luz (parte 4)
Ressonador ativo
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Gyros ópticos e efeito Sagnac: sentir a rotação com luz (parte 5)

  • A RLG é um ressonador ativo:
  • A cavidade do laser é o caminho fechado e a taxa sai da diferença de frequência de ressonância entre os sentidos.

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Gyros ópticos e efeito Sagnac: sentir a rotação com luz (parte 5)
Primeiro demonstrado
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Gyros ópticos e efeito Sagnac: sentir a rotação com luz (parte 6)

  • A fibra monomodo de baixa perda das telecomunicações viabilizou o FOG:
  • Diodo externo e divisores lançam luz nos dois sentidos numa bobina de muitas espiras, multiplicando a área efetiva
  • Primeiro FOG demonstrado por Vali e Shorthill em 1976.

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Gyros ópticos e efeito Sagnac: sentir a rotação com luz (parte 6)
Longitudinal
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RLG: da diferença de frequência ao ângulo contado (parte 1)

  • Modo longitudinal:
  • F = nc/L, com n inteiro, c a velocidade da luz e L o perímetro da cavidade.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

RLG: da diferença de frequência ao ângulo contado (parte 1)
Parada diferença
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RLG: da diferença de frequência ao ângulo contado (parte 2)

  • Parada, sem diferença de frequência
  • Girando em torno do eixo normal ao plano, surge diferença de comprimento e de frequência, lida por franjas em fotodiodos a partir de uma pequena fração dos dois feixes.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

RLG: da diferença de frequência ao ângulo contado (parte 2)
Perímetro
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RLG: da diferença de frequência ao ângulo contado (parte 3)

  • Cavidade triangular equilátera de 0,2 m de perímetro (20 cm), área de 1,9245 × 10⁻³ m² (19,245 cm²) e comprimento de onda de 0,633 µm:
  • Fator de escala de 60.825 Hz por radiano por segundo e 3,39 segundos de arco por pulso.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

RLG: da diferença de frequência ao ângulo contado (parte 3)
Ondas formam
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RLG: da diferença de frequência ao ângulo contado (parte 4)

  • As duas ondas formam uma onda estacionária fixa no espaço: a RLG equivale a um codificador óptico incremental.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

RLG: da diferença de frequência ao ângulo contado (parte 4)
Cavidade
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RLG por dentro: cavidade, lock-in e dither (parte 1)

  • RLG por dentro: cavidade, lock-in e dither.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

RLG por dentro: cavidade, lock-in e dither (parte 1)
Caminho óptico
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RLG por dentro: cavidade, lock-in e dither (parte 2)

  • Cavidade usinada em bloco maciço de CERVIT (vitrocerâmica de baixíssima dilatação térmica)
  • Três espelhos em contato óptico com revestimentos multidielétricos e refletividade superior a 99,9%. O caminho óptico é ajustado por transdutor piezoelétrico em servo e a mistura é ionizada por cerca de 2.000 volts contínuos entre dois ânodos e o cátodo comum,.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

RLG por dentro: cavidade, lock-in e dither (parte 2)
Fator escala
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RLG por dentro: cavidade, lock-in e dither (parte 3)

  • Lock-in (travamento):
  • Imperfeições da cavidade retroespalham um feixe no outro
  • O acoplamento aproxima as frequências em baixas taxas, gera erro de fator de escala e, abaixo da taxa de lock-in,.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

RLG por dentro: cavidade, lock-in e dither (parte 3)
Graus segundo
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RLG por dentro: cavidade, lock-in e dither (parte 4)

  • Antídoto:
  • Dither, Oscilação mecânica do bloco em torno do eixo de entrada a cerca de 100 Hz e pico de aproximadamente 1.000 graus por segundo (amplitude de cerca de 1,5 segundo de arco), para atravessar a zona de lock-in rápido demais para que ocorra o travamento.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

RLG por dentro: cavidade, lock-in e dither (parte 4)
Insensível aceleração
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RLG por dentro: cavidade, lock-in e dither (parte 5)

  • Faixa dinâmica de 0,01 grau por hora a 400 graus por segundo (10⁸:1), o único gyro strap-down que cobre um inercial puro
  • Insensível a aceleração
  • ± 1.000 graus por segundo
  • Fator de escala de 5 a 10 ppm
  • Aquecimento desprezível
  • MTBF acima de 60.000 horas, meta de 100.000. Única deficiência real:

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

RLG por dentro: cavidade, lock-in e dither (parte 5)
Trabalho segundos
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FOG em malha fechada: fase, trabalho no nulo e 5,75 segundos por pulso (parte 1)

  • FOG em malha fechada: fase, trabalho no nulo e 5,75 segundos por pulso.
  • Volume — três RLG ocupam duas vezes ou mais o volume de dois DTG.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

FOG em malha fechada: fase, trabalho no nulo e 5,75 segundos por pulso (parte 1)
Interferométrico diodo
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FOG em malha fechada: fase, trabalho no nulo e 5,75 segundos por pulso (parte 2)

  • No FOG (giroscópio de fibra óptica) interferométrico, a luz do diodo passa por divisores e percorre a bobina nos dois sentidos
  • Parada, os tempos coincidem e a saída vem da luz que retorna ao fotodetector.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

FOG em malha fechada: fase, trabalho no nulo e 5,75 segundos por pulso (parte 2)
Comprimento número
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FOG em malha fechada: fase, trabalho no nulo e 5,75 segundos por pulso (parte 3)

  • Girando em torno do eixo normal à bobina, a defasagem de Sagnac é Φs = (2πLD/λc)Ω (5.14)
  • D = 2R é o diâmetro, λ o comprimento de onda e Ω a taxa
  • A área é o número de espiras vezes a área do raio médio.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

FOG em malha fechada: fase, trabalho no nulo e 5,75 segundos por pulso (parte 3)
Resolver rotação
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FOG em malha fechada: fase, trabalho no nulo e 5,75 segundos por pulso (parte 4)

  • Efeito pequeno:
  • Com 200 m de caminho óptico, bobina de 70 mm e λ = 1,3 µm, a 10 graus por segundo a defasagem é de 2,26°
  • Resolver a rotação da Terra exige medir poucos segundos de arco de fase.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

FOG em malha fechada: fase, trabalho no nulo e 5,75 segundos por pulso (parte 4)
Introduz defasagem
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FOG em malha fechada: fase, trabalho no nulo e 5,75 segundos por pulso (parte 5)

  • A resposta em intensidade é “um mais cosseno”, quase insensível perto do zero:
  • Introduz-se 90° de defasagem para operar no ponto de máxima sensibilidade, com modulação alternada de fase a cerca de 500 kHz num FOG de 200 m.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

FOG em malha fechada: fase, trabalho no nulo e 5,75 segundos por pulso (parte 5)
Imune variações
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FOG em malha fechada: fase, trabalho no nulo e 5,75 segundos por pulso (parte 6)

  • No nulo, Δf = (D/nλ)Ω (5.15), análoga à RLG:
  • O IFOG (FOG interferométrico) também é taxa integrador
  • Com D = 70 mm, λ = 1,3 µm e n = 1,5 (o índice de refração), cada pulso vale 5,75 segundos de arco.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

FOG em malha fechada: fase, trabalho no nulo e 5,75 segundos por pulso (parte 6)
bloco

Parte 2 — Os acelerômetros

  • Força específica, pêndulo com mola e equilíbrio de torque.
Acelerômetros força
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Acelerômetros: força específica e o pêndulo com mola (parte 1)

  • Acelerômetros: força específica e o pêndulo com mola.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Acelerômetros: força específica e o pêndulo com mola (parte 1)
Força específica
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Acelerômetros: força específica e o pêndulo com mola (parte 2)

  • Força específica:
  • A soma das forças externas (empuxo, sustentação, arrasto, gravidade) dividida pela massa é a aceleração do veículo
  • Sem a parcela gravitacional, é a força específica — e é ela, ao longo do eixo de entrada, que o acelerômetro mede.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Acelerômetros: força específica e o pêndulo com mola (parte 2)
Horizontal leitura
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Acelerômetros: força específica e o pêndulo com mola (parte 3)

  • Por isso o vetor gravitacional precisa ser conhecido em módulo e orientação:
  • Só com o eixo de entrada exatamente ortogonal à gravidade, isto é, horizontal, a leitura é a aceleração do veículo naquele eixo.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Acelerômetros: força específica e o pêndulo com mola (parte 3)
Simples amortecimento
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Acelerômetros: força específica e o pêndulo com mola (parte 4)

  • O tipo simples leva óleo para amortecimento viscoso e serve a precisões de 1% a 2%
  • O curso limita-se a cerca de ± 2° para conter o acoplamento cruzado, com erro máximo de aproximadamente 3,3% (sen 2°) de qualquer aceleração normal ao eixo.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Acelerômetros: força específica e o pêndulo com mola (parte 4)
Faixa define
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Acelerômetros: força específica e o pêndulo com mola (parte 5)

  • A faixa define a mola e a banda:
  • Com faixa máxima de ± 10 g e frequência natural de 25 Hz, um projeto para ± 3 g cai a cerca de 14 Hz de banda — limites superados pela malha fechada.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Acelerômetros: força específica e o pêndulo com mola (parte 5)
Quartzo silício
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Acelerômetro com equilíbrio de torque: do quartzo ao silício (parte 1)

  • Acelerômetro com equilíbrio de torque: do quartzo ao silício.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Acelerômetro com equilíbrio de torque: do quartzo ao silício (parte 1)
Comanda motor
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Acelerômetro com equilíbrio de torque: do quartzo ao silício (parte 2)

  • A malha fechada por equilíbrio de torque supera o tipo simples:
  • O captador sente o desvio do pêndulo e, após amplificação e compensação dinâmica,.
  • Comanda um motor de torque de precisão que prende o pêndulo no nulo. Mede-se o torque que equilibra o torque de inércia — a rigor, a força específica

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Acelerômetro com equilíbrio de torque: do quartzo ao silício (parte 2)
Construção pendular
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Acelerômetro com equilíbrio de torque: do quartzo ao silício (parte 3)

  • Construção:
  • Viga pendular suspensa por articulação flexural de baixa rigidez, com captador de posição e motor de bobina móvel e ímã permanente.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Acelerômetro com equilíbrio de torque: do quartzo ao silício (parte 3)
Pêndulo articulação
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Acelerômetro com equilíbrio de torque: do quartzo ao silício (parte 4)

  • Versões “secas”, um pouco menos precisas, usam pêndulo e articulação em quartzo fundido
  • As de estado sólido em silício usam captador capacitivo e forças eletrostáticas por tensões contínuas nos eletrodos para prender o pêndulo no nulo.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Acelerômetro com equilíbrio de torque: do quartzo ao silício (parte 4)
Exigência projeto
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Acelerômetro com equilíbrio de torque: do quartzo ao silício (parte 5)

  • Exigência de projeto:
  • O ganho do laço precisa ser alto para conter as excursões sob vibração — fora do nulo surge retificação, a conversão de uma vibração alternada numa saída média contínua —, e o sensor capta uma parcela da vibração a 90° do eixo
  • O erro retificado tem de ficar abaixo do bias especificado.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Acelerômetro com equilíbrio de torque: do quartzo ao silício (parte 5)
Vibração componentes
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Acelerômetro com equilíbrio de torque: do quartzo ao silício (parte 6)

  • Pior caso, vibração a 45° do eixo:
  • Componentes longitudinal e transversal iguais, parte da vibração retificada e erro proporcional ao quadrado da aceleração de vibração — esses sensores são a matéria-prima da atitude e da proa.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Acelerômetro com equilíbrio de torque: do quartzo ao silício (parte 6)
bloco

Parte 3 — Atitude, proa e as duas arquiteturas

  • Euler, plataforma estabilizada e strap-down com quatérnions.
Arfagem rolamento
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Atitude e proa: Euler e as duas mecanizações (parte 1)

  • Arfagem e rolamento contra o plano horizontal e proa contra o Norte são vitais sem horizonte visível — névoa, nuvens, noite.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Ângulos euler
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Atitude e proa: Euler e as duas mecanizações (parte 2)

  • A atitude usa os três ângulos de Euler — três rotações sucessivas — aplicados na ordem proa, arfagem e rolamento:
  • Ordem não permutável, pois outra ordem dá outra orientação.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Captadores gimbals
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Atitude e proa: Euler e as duas mecanizações (parte 3)

  • No strap-down, os sensores vão rígidos ao corpo e medem o movimento nos eixos da aeronave
  • O computador integra as taxas e exerce a função dos gimbals por modelo matemático.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Figura
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Plataforma estabilizada e o gimbal lock (parte 1)

  • Figura 5.20 — plataforma estabilizada.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Plataforma estabilizada e o gimbal lock (parte 1)
Quando rolamento
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Plataforma estabilizada e o gimbal lock (parte 2)

  • O quarto gimbal evita o gimbal lock (travamento):
  • Quando o eixo de rolamento se aproxima do eixo de azimute, sem ele qualquer guinada leve tombaria a plataforma por falta de eixo livre.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Plataforma estabilizada e o gimbal lock (parte 2)
Saídas resolvidas
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Plataforma estabilizada e o gimbal lock (parte 3)

  • Gyro vertical:
  • Eixo de rotação paralelo ao eixo de azimute, normalmente na vertical local, com entradas no plano horizontal
  • Saídas resolvidas pelo ângulo de azimute comandam os servos de arfagem e rolamento interno.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Plataforma estabilizada e o gimbal lock (parte 3)
Servo rolamento
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Plataforma estabilizada e o gimbal lock (parte 4)

  • O servo do rolamento externo mantém a ortogonalidade via captador no rolamento interno
  • Sensores angulares (synchros e resolvers, transformadores angulares que convertem o ângulo do eixo numa tensão elétrica) coaxiais aos eixos leem os ângulos de Euler direto.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Plataforma estabilizada e o gimbal lock (parte 4)
Inércia ajuda
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Plataforma estabilizada e o gimbal lock (parte 5)

  • Servos de alto ganho prendem as saídas dos gyros em poucos segundos de arco, com bandas de 50 Hz a 100 Hz
  • A inércia da plataforma ajuda contra torques perturbadores de alta frequência.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Plataforma estabilizada e o gimbal lock (parte 5)
Arfagem rolamento
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Strap-down: quatérnions no lugar dos gimbals (parte 1)

  • Rolamento 36,869898° → 37,442838°.

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Strap-down: quatérnions no lugar dos gimbals (parte 1)
Tangente secante
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Strap-down: quatérnions no lugar dos gimbals (parte 2)

  • Em arfagem de 90°, tangente e secante vão ao infinito — o equivalente matemático do gimbal lock
  • Os três parâmetros de Euler ficam restritos a arfagens entre ± 30°, com equações de erro ilimitadas e singularidades.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Strap-down: quatérnions no lugar dos gimbals (parte 2)
Euler valem
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Strap-down: quatérnions no lugar dos gimbals (parte 3)

  • Vantagens sobre Euler:
  • Valem em todas as atitudes, têm erros limitados pela restrição (5.29) — a trava que mantém o quatérnion unitário — e ficam entre −1 e +1, facilitando o escalonamento no computador.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Strap-down: quatérnions no lugar dos gimbals (parte 3)
Vetor estado
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Strap-down: quatérnions no lugar dos gimbals (parte 4)

  • A evolução segue a equação de estado linear (5.30):
  • O vetor de estado é a lista dos quatro parâmetros da atitude e a matriz de transição diz como essa lista anda de um passo para o seguinte.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Strap-down: quatérnions no lugar dos gimbals (parte 4)
bloco

Parte 4 — Alinhar e nivelar

  • Levar o inercial para o referencial da Terra antes de navegar.
Referencial terra
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Alinhar é levar o inercial para o referencial da Terra (parte 1)

  • Alinhar é levar o inercial para o referencial da Terra.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Alinhar é levar o inercial para o referencial da Terra (parte 1)
Vertical local
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Alinhar é levar o inercial para o referencial da Terra (parte 2)

  • Três referências direcionais básicas:
  • A gravidade, sentida pelos acelerômetros, dá a vertical local
  • A velocidade angular da Terra, medida pelos gyros, dá a proa por gyro compassing
  • O campo magnético terrestre dá proa com precisão da ordem de 0,7° em latitudes abaixo de 60°.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Alinhar é levar o inercial para o referencial da Terra (parte 2)
Compassing exige
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Alinhar é levar o inercial para o referencial da Terra (parte 3)

  • Proa de 0,1° por gyro compassing exige incerteza de bias do gyro inferior a 0,01 grau por hora — o que inviabiliza a técnica para o AHRS (sistema de referência de atitude e proa) de menor precisão.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Alinhar é levar o inercial para o referencial da Terra (parte 3)
Idade angular
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Alinhar é levar o inercial para o referencial da Terra (parte 4)

  • A velocidade angular da Terra, Ω = 15 graus por hora, decompõe-se em Ω cos λ no eixo Norte e Ω sin λ na vertical local, com λ a latitude
  • No eixo apontado ao Leste não há componente — e é esse fato que fundamenta o gyro compassing.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Alinhar é levar o inercial para o referencial da Terra (parte 4)
Norte
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Alinhar é levar o inercial para o referencial da Terra (parte 5)

  • Figura 5.25 — componentes da rotação da Terra nos eixos de nível local escravizados ao Norte.

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Alinhar é levar o inercial para o referencial da Terra (parte 5)
Acompanhar
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As taxas que a plataforma precisa acompanhar (parte 1)

  • As taxas que a plataforma precisa acompanhar.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

As taxas que a plataforma precisa acompanhar (parte 1)
Leste componente
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As taxas que a plataforma precisa acompanhar (parte 2)

  • A componente norte da velocidade dividida pelo raio da Terra gira em torno do eixo Leste
  • A componente leste dividida pelo raio gira em torno do eixo Norte — o gyro vertical é precessionado por essas taxas para manter a plataforma nivelada.

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As taxas que a plataforma precisa acompanhar (parte 2)
Graus torno
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As taxas que a plataforma precisa acompanhar (parte 3)

  • A convergência dos meridianos soma uma taxa igual à componente leste dividida pelo raio e multiplicada pela tangente da latitude, aplicada ao gyro de azimute para manter a referência de Norte.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

As taxas que a plataforma precisa acompanhar (parte 3)
Contornado pelos
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As taxas que a plataforma precisa acompanhar (parte 4)

  • Essa parcela cresce rapidamente em latitudes altas e se torna infinita nos polos, o que é contornado pelos sistemas de azimute livre em latitudes acima de 75°.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

As taxas que a plataforma precisa acompanhar (parte 4)
Gravidade referência
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Nivelar é pendurar a plataforma na gravidade (parte 1)

  • Nivelar é pendurar a plataforma na gravidade.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Nivelar é pendurar a plataforma na gravidade (parte 1)
Monitoramento deriva
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Nivelar é pendurar a plataforma na gravidade (parte 2)

  • Sem monitoramento, a deriva dos gyros e os erros das correções de taxa acumulariam erro vertical sem limite
  • Usa-se sempre um compromisso entre a medição pelos acelerômetros e pelos gyros.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Nivelar é pendurar a plataforma na gravidade (parte 2)
Parada erige
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Nivelar é pendurar a plataforma na gravidade (parte 3)

  • O monitoramento por gravidade precessiona o gyro vertical a partir das saídas dos acelerômetros, em malha de primeira ordem:
  • Parada, a plataforma se erige exponencialmente à vertical, com constante de tempo igual ao inverso do produto do ganho de precessão pela gravidade.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Nivelar é pendurar a plataforma na gravidade (parte 3)
Preço aceleração
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Nivelar é pendurar a plataforma na gravidade (parte 4)

  • Preço da aceleração:
  • 0,2 g constante equivale a erro de vertical dinâmica de 12° e daria erro vertical de 1,4° após 60 segundos.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Nivelar é pendurar a plataforma na gravidade (parte 4)
Figura ereção
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Nivelar é pendurar a plataforma na gravidade (parte 5)

  • Figura 5.27 — ereção gravitacional de um eixo.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Nivelar é pendurar a plataforma na gravidade (parte 5)
Velocidade externa
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Quando a gravidade não basta: velocidade externa de referência (parte 1)

  • Quando a gravidade não basta: velocidade externa de referência.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Quando a gravidade não basta: velocidade externa de referência (parte 1)
Princípio componentes
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Quando a gravidade não basta: velocidade externa de referência (parte 2)

  • O princípio:
  • As componentes de velocidade derivam dos acelerômetros por integração das saídas corrigidas desde condições iniciais conhecidas, e a principal fonte de erro é a inclinação, que injeta aceleração gravitacional integrada no tempo
  • Compara-se com a referência e realimenta-se a diferença para corrigir atitude e velocidade inercial.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Quando a gravidade não basta: velocidade externa de referência (parte 2)
Antes comparar
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Quando a gravidade não basta: velocidade externa de referência (parte 3)

  • Antes de comparar, as saídas são corrigidas das componentes gravitacionais nos eixos de entrada e da rotação do referencial:
  • As acelerações de Coriolis (rotação da Terra sobre massas em movimento),.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Quando a gravidade não basta: velocidade externa de referência (parte 3)
Sensores doppler
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Quando a gravidade não basta: velocidade externa de referência (parte 4)

  • Sensores Doppler dão velocidade muito precisa sobre terra, com erros de cerca de 0,1% no deslocamento e deriva entre 0,1° e 0,2°, degradando-se sobre a água por estado do mar, com incerteza típica de 4 nós.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Quando a gravidade não basta: velocidade externa de referência (parte 4)
Degradando sobre
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Quando a gravidade não basta: velocidade externa de referência (parte 5)

  • Figura 5.28 — velocidade pelos acelerômetros.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Quando a gravidade não basta: velocidade externa de referência (parte 5)
Figura vertical
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Quando a gravidade não basta: velocidade externa de referência (parte 6)

  • Figura 5.29 — vertical por Doppler ou por dados de ar.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Quando a gravidade não basta: velocidade externa de referência (parte 6)
Compassing finos
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A proa: gyro compassing nos finos, magnetismo nos demais (parte 1)

  • A proa: gyro compassing nos finos, magnetismo nos demais.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

A proa: gyro compassing nos finos, magnetismo nos demais (parte 1)
Monitoramento magnético
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A proa: gyro compassing nos finos, magnetismo nos demais (parte 2)

  • O monitoramento magnético alinha e vigia a proa do AHRS sem gyros inerciais:
  • Autônomo, simples, barato e confiável, com erros geralmente abaixo de 0,7° até cerca de 60° de latitude
  • Serve também ao alinhamento grosseiro inicial do INS, com o fino feito por gyro compassing.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

A proa: gyro compassing nos finos, magnetismo nos demais (parte 2)
Sofre anomalias
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A proa: gyro compassing nos finos, magnetismo nos demais (parte 3)

  • Correções obrigatórias:
  • A variação magnética — diferença entre Norte magnético e verdadeiro, que varia na superfície,.
  • Sofre anomalias por minério de ferro e pode ser armazenada no computador — e o desvio magnético, distorção do material da aeronave, calibrado por medições extensivas com a aeronave no solo.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

A proa: gyro compassing nos finos, magnetismo nos demais (parte 3)
Fragilidade geométrica
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A proa: gyro compassing nos finos, magnetismo nos demais (parte 4)

  • Fragilidade geométrica:
  • O campo inclina-se de cerca de 0° no equador a 90° nos polos magnéticos e a proa usa só a componente horizontal — o erro vertical é amplificado pela tangente da inclinação:
  • 70°, típica da América do Norte, multiplica o erro vertical por 2,75

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

A proa: gyro compassing nos finos, magnetismo nos demais (parte 4)
Instrumentação detector
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A proa: gyro compassing nos finos, magnetismo nos demais (parte 5)

  • Instrumentação:
  • Detector de fluxo de três eixos com a vertical do AHRS,.
  • Três sensores ortogonais longe das fontes de campo da aeronave, com correção de desalinhamento e dos efeitos de ferro duro (campo indesejado fixo à aeronave) e ferro doce (distorção do campo da Terra pelos materiais magnéticos da aeronave)

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

A proa: gyro compassing nos finos, magnetismo nos demais (parte 5)
Magnetismo entra
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A proa: gyro compassing nos finos, magnetismo nos demais (parte 6)

  • Figura 5.35 — componentes do campo magnético.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

A proa: gyro compassing nos finos, magnetismo nos demais (parte 6)
bloco

Parte 5 — A mecânica da navegação inercial

  • Integrar duas vezes, a sintonia de Schuler e o custo de cada erro.
Integrar vezes
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O princípio da navegação inercial: integrar duas vezes, errar para sempre (parte 1)

  • O princípio da navegação inercial: integrar duas vezes, errar para sempre.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

O princípio da navegação inercial: integrar duas vezes, errar para sempre (parte 1)
Gyros graus
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O princípio da navegação inercial: integrar duas vezes, errar para sempre (parte 2)

  • O preço pago:
  • Bilhões de dólares, gyros de 150 graus por hora a 0,01 grau por hora de deriva, bias de acelerômetro inferior a 50 µg (micro-g,.
  • Milionésimos de g) — e os primeiros computadores digitais de tempo real, desenvolvidos para os sistemas inerciais.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

O princípio da navegação inercial: integrar duas vezes, errar para sempre (parte 2)
Projetar componentes
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O princípio da navegação inercial: integrar duas vezes, errar para sempre (parte 3)

  • O princípio:
  • Sentir aceleração e gravidade nos acelerômetros, projetar as componentes em eixos precisamente conhecidos e integrar duas vezes no tempo — velocidade, depois distância — desde velocidade e posição iniciais conhecidas.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

O princípio da navegação inercial: integrar duas vezes, errar para sempre (parte 3)
Deriva constante
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O princípio da navegação inercial: integrar duas vezes, errar para sempre (parte 4)

  • O problema:
  • Todo erro é integrado junto — bias constante do acelerômetro, equivalente a inclinação inicial, dá erro de distância proporcional ao quadrado do tempo
  • Deriva constante do gyro inclina linearmente e o erro de distância cresce com o cubo do tempo.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

O princípio da navegação inercial: integrar duas vezes, errar para sempre (parte 4)
Figura dupla
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O princípio da navegação inercial: integrar duas vezes, errar para sempre (parte 5)

  • Figura 6.8 — a dupla integração inercial.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

O princípio da navegação inercial: integrar duas vezes, errar para sempre (parte 5)
Viabiliza
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A sintonia de Schuler e onde representar a posição (parte 1)

  • A sintonia de A sintonia de Schuler é o que viabiliza o INS não em amortecimento que constrange os erros de inclinação a oscilar em torno de zero com período de 84,4 minutos, de modo que a vertical do INS acompanha a vertical local qualquer que seja a aceleração do veículo.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

A sintonia de Schuler e onde representar a posição (parte 1)
Ideia proposta
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A sintonia de Schuler e onde representar a posição (parte 2)

  • A ideia, proposta em 1924:
  • Um pêndulo de comprimento igual ao raio da Terra teria o fio sempre apontado ao centro e definiria a vertical independentemente do ponto de suspensão, com período de 2π vezes a raiz da razão entre raio e gravidade — 84,4 minutos
  • Inviável em metal, exato em matemática.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

A sintonia de Schuler e onde representar a posição (parte 2)
Análise coordenada
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A sintonia de Schuler e onde representar a posição (parte 3)

  • Na análise de uma coordenada são duas as equações do laço:
  • A saída do acelerômetro é a aceleração verdadeira menos a gravidade acoplada pelo erro de inclinação, mais o bias
  • A plataforma gira pelas velocidades divididas pelo raio mais a deriva.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

A sintonia de Schuler e onde representar a posição (parte 3)
Representar posição
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A sintonia de Schuler e onde representar a posição (parte 4)

  • Onde representar a posição:
  • Os eixos usuais são os localmente nivelados — os gimbals leem direto os ângulos de Euler e os acelerômetros X e Y medem o horizontal sem compensar gravidade
  • O escravizado ao Norte paga com precessão de azimute infinita nos polos,.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

A sintonia de Schuler e onde representar a posição (parte 4)
Limite prático
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A sintonia de Schuler e onde representar a posição (parte 5)

  • Limite prático de ± 80°, e o azimute livre elimina o torque aplicado ao gyro de azimute, os limites de gyro compassing e os erros de torquer (o motor de torque que precessionaria o gyro de azimute), com a proa calculada.
  • Coordenadas na mesma lógica:

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

A sintonia de Schuler e onde representar a posição (parte 5)
Latitude longitude
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A sintonia de Schuler e onde representar a posição (parte 6)

  • Coordenadas na mesma lógica:
  • Latitude e longitude esféricas têm dois polos onde a longitude é indeterminada e sua taxa infinita — bastam sem requisito polar
  • Com requisito polar, polos transferidos (coordenadas contadas de polos deslocados para fora do polo geográfico), sistema unipolar e, sobretudo, cossenos diretores:

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

A sintonia de Schuler e onde representar a posição (parte 6)
Figura pêndulo
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A sintonia de Schuler e onde representar a posição (parte 7)

  • Figura 6.9 — pêndulo de Schuler.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

A sintonia de Schuler e onde representar a posição (parte 7)
Gimbals viram
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Strap-down IN: os gimbals viram matemática (parte 1)

  • Strap-down IN: os gimbals viram matemática.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Strap-down IN: os gimbals viram matemática (parte 1)
Atitude quatro
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Strap-down IN: os gimbals viram matemática (parte 2)

  • Atitude:
  • Os quatro parâmetros simétricos de Euler atualizados a cada iteração curta, com algoritmos precisos de integração numérica (como o de Runge-Kutta) e processador rápido — e a ortonormalização da matriz de transição pela equação de restrição é indispensável.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Strap-down IN: os gimbals viram matemática (parte 2)
Resolução incrementos
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Strap-down IN: os gimbals viram matemática (parte 3)

  • Resolução:
  • Os incrementos de velocidade dos três acelerômetros do corpo são corrigidos da rotação do veículo no intervalo — as correções de rotação do corpo, que não são a aceleração de Coriolis terrestre (2VΩ,.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Strap-down IN: os gimbals viram matemática (parte 3)
Nivelamento compassing
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Strap-down IN: os gimbals viram matemática (parte 4)

  • Nivelamento e gyro compassing seguem a mesma física, com os acelerômetros nos eixos principais:
  • Inicializa-se arfagem e rolamento nulos, qualquer inclinação do horizontal computado acopla gravidade nas componentes horizontais, que integradas dão velocidades que deveriam ser nulas no solo e realimentam a correção
  • O laço de gyro compassing ajusta a proa até anular a componente Leste da taxa medida.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Strap-down IN: os gimbals viram matemática (parte 4)
Figura sistema
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Strap-down IN: os gimbals viram matemática (parte 5)

  • Figura 6.18 — sistema IN strap-down.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Strap-down IN: os gimbals viram matemática (parte 5)
Deriva canal
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Quanto custa cada erro: bias, deriva e o canal que diverge (parte 1)

  • Quanto custa cada erro: bias, deriva e o canal que diverge.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Quanto custa cada erro: bias, deriva e o canal que diverge (parte 1)
Deriva constante
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Quanto custa cada erro: bias, deriva e o canal que diverge (parte 2)

  • Deriva constante do gyro oscila a inclinação com amplitude igual à deriva dividida pela frequência natural:
  • 0,01 grau por hora dá só 0,14 minuto de arco — mas o erro de velocidade oscila até o valor correspondente e a distância cresce com o voo:

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Quanto custa cada erro: bias, deriva e o canal que diverge (parte 2)
Médio
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Quanto custa cada erro: bias, deriva e o canal que diverge (parte 3)

  • A vertical é robusta:
  • Mesmo 0,25 grau por hora de deriva dá pico de apenas 3,5 minutos de arco.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Quanto custa cada erro: bias, deriva e o canal que diverge (parte 3)
Azimute perdoa
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Quanto custa cada erro: bias, deriva e o canal que diverge (parte 4)

  • O azimute não perdoa:
  • O erro injeta deriva de Ω cos λ vezes o erro no eixo Leste — 0,2° gera 0,033 grau por hora,.
  • Parcela que depende da latitude, pois o fator Ω cos λ cai do equador para os polos

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Quanto custa cada erro: bias, deriva e o canal que diverge (parte 4)
Velocidade latitude
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Quanto custa cada erro: bias, deriva e o canal que diverge (parte 5)

  • O canal vertical não tem Schuler — falta a referência de nível que constranja o erro a oscilar, e a gravidade entra como termo de correção que varia com a própria altitude pelo inverso do quadrado do raio,.
  • Realimentando o erro:

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Quanto custa cada erro: bias, deriva e o canal que diverge (parte 5)
Pequenos erros
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Quanto custa cada erro: bias, deriva e o canal que diverge (parte 6)

  • Pequenos erros integram-se com distância crescendo exponencialmente — gravidade pelo inverso do quadrado do raio mais anomalias regionais centrífuga pela soma dos quadrados das velocidades sobre o raio, Coriolis pelo dobro da velocidade leste vezes Ω cos λ.
  • Por isso a altura inercial exige fonte externa,.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Quanto custa cada erro: bias, deriva e o canal que diverge (parte 6)
Barométrica radioaltímetro
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Quanto custa cada erro: bias, deriva e o canal que diverge (parte 7)

  • Por isso a altura inercial exige fonte externa, barométrica ou radioaltímetro — e a barométrica em atmosfera não padrão erra a razão de subida em até 8%.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Quanto custa cada erro: bias, deriva e o canal que diverge (parte 7)
Nivelar tempos
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Alinhar o INS: nivelar em dois tempos e zerar o erro de azimute (parte 1)

  • A navegação inercial só é tão precisa quanto as condições iniciais:
  • Orientação dos acelerômetros contra a gravidade, Norte verdadeiro, posição e velocidades de partida — referências básicas, vetor gravitacional e rotação da Terra, em nivelamento e gyro compassing simultâneos.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Alinhar o INS: nivelar em dois tempos e zerar o erro de azimute (parte 1)
Proporcionais inclinação
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Alinhar o INS: nivelar em dois tempos e zerar o erro de azimute (parte 2)

  • Nivelamento grosseiro aplica as saídas dos acelerômetros, proporcionais à inclinação, aos torques do gyro vertical
  • O fino integra essas saídas em velocidades horizontais que deveriam ser nulas no solo — a inclinação injeta gravidade, que integrada vira velocidade, que realimenta a correção — em laços de terceira ordem, com ganhos possivelmente variáveis.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Alinhar o INS: nivelar em dois tempos e zerar o erro de azimute (parte 2)
Ajusta plataforma
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Alinhar o INS: nivelar em dois tempos e zerar o erro de azimute (parte 3)

  • Azimute grosseiro por referência magnética, com cerca de um grau
  • O fino ajusta a plataforma até zerar, no eixo X apontado ao Leste, a componente da rotação da Terra:

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Alinhar o INS: nivelar em dois tempos e zerar o erro de azimute (parte 3)
Latitude sentir
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Alinhar o INS: nivelar em dois tempos e zerar o erro de azimute (parte 4)

  • Custo da deriva:
  • Para 0,1° de azimute a 45° de latitude, a taxa a sentir com esse desalinhamento é de 0,017 grau por hora
  • Como o sinal cai com a latitude, o gyro compassing limita-se a latitudes abaixo de 80° — ou roda dentro do computador,.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Alinhar o INS: nivelar em dois tempos e zerar o erro de azimute (parte 4)
Ganhos laços
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Alinhar o INS: nivelar em dois tempos e zerar o erro de azimute (parte 5)

  • Figura 6.16 — malhas de nivelamento em cheio e gyro compassing.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Alinhar o INS: nivelar em dois tempos e zerar o erro de azimute (parte 5)
bloco

Parte 6 — Ajuda externa e redundância

  • Baro-inercial, filtro, e três inerciais votando a bordo.
Vertical tutela
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A mistura baro-inercial : o vertical sob tutela (parte 1)

  • A mistura baro-inercial: o vertical sob tutela.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

A mistura baro-inercial : o vertical sob tutela (parte 1)
Canal entra
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A mistura baro-inercial : o vertical sob tutela (parte 2)

  • A mistura compensa as deficiências recíprocas:
  • Na segunda ordem (duas integrações no laço), o canal inercial entra por filtro passa-alta — responde à dinâmica sem atraso, mas bloqueia o regime — e o barométrico por passa-baixa — suaviza o ruído,.
  • Preserva o regime.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

A mistura baro-inercial : o vertical sob tutela (parte 2)
Correção deriva
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A mistura baro-inercial : o vertical sob tutela (parte 3)

  • A correção da deriva do canal inercial por termo integral eleva à terceira ordem (três integrações)
  • A correção do erro da altura barométrica por um quarto integrador chega à quarta ordem (quatro integrações), que elimina o transitório ao fechar de novo o laço inercial após subida em malha aberta.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

A mistura baro-inercial : o vertical sob tutela (parte 3)
Fechamento cinemático
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A mistura baro-inercial : o vertical sob tutela (parte 4)

  • Fechamento cinemático:
  • |V| = √(V_h² + V_v²), com V_h a velocidade horizontal de deslocamento e V_v a velocidade vertical baro-inercial, e γ = arctan(V_v/V_h), o ângulo de trajetória em relação à horizontal.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

A mistura baro-inercial : o vertical sob tutela (parte 4)
Dente serra
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Ajudar o inercial: do dente de serra ao filtro ótimo (parte 1)

  • Ajudar o inercial: do dente de serra ao filtro ótimo.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Ajudar o inercial: do dente de serra ao filtro ótimo (parte 1)
Dente serra
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Ajudar o inercial: do dente de serra ao filtro ótimo (parte 2)

  • A reposição simples a cada fixação contém o erro, mas em dente de serra cuja amplitude depende do intervalo entre atualizações e dos erros de velocidade e inclinação.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Ajudar o inercial: do dente de serra ao filtro ótimo (parte 2)
Estimativa ótima
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Ajudar o inercial: do dente de serra ao filtro ótimo (parte 3)

  • O passo seguinte estima, a partir da fixação, os erros internos — atitude, velocidade, deriva dos gyros, bias dos acelerômetros — e os corrige:
  • É o filtro de Kalman, estimativa ótima que leva em conta também os erros do sistema de fixação e aceita referência precisa de velocidade, como o Doppler.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Ajudar o inercial: do dente de serra ao filtro ótimo (parte 3)
Informação acima
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Ajudar o inercial: do dente de serra ao filtro ótimo (parte 4)

  • A dissimilaridade é a chave:
  • O auxílio dá boa média em baixa frequência com ruído de alta
  • O INS dá boa informação acima da frequência de Schuler apesar do movimento, mas pobre em baixa pela deriva — e o filtro, recursivo, guarda só o último estado, servindo a qualquer medição, não só navegação.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Ajudar o inercial: do dente de serra ao filtro ótimo (parte 4)
Matriz simétrica
136 / 214

O modelo de erros que o filtro usa

  • A covariância dos erros de estimação é a esperança do produto do vetor de erro pela sua transposta, E[e · eᵀ]:
  • Matriz simétrica com os erros médios quadráticos de posição, velocidade e inclinação na diagonal e correlações cruzadas fora dela.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Tempos filtro
137 / 214

Extrapolar e atualizar: os dois tempos do filtro (parte 1)

  • Extrapolar e atualizar: os dois tempos do filtro.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Extrapolar e atualizar: os dois tempos do filtro (parte 1)
Covariância perturbações
138 / 214

Extrapolar e atualizar: os dois tempos do filtro (parte 2)

  • À qual se soma a covariância das perturbações aleatórias; do estado estimado é ponderada pelos ganhos de Kalman e corrige cada estimativa, com a covariância atualizada junto — e os ganhos recalculam-se periodicamente da covariância corrente do erro e da covariância do ruído de medição.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Extrapolar e atualizar: os dois tempos do filtro (parte 2)
Outro medição
139 / 214

Extrapolar e atualizar: os dois tempos do filtro (parte 3)

  • Dito de outro modo, a cada medição, a diferença entre as saídas dos sistemas é prevista da estimativa corrente e o resíduo entre previsto e medido redistribui-se pelos coeficientes de ponderação, considerando o histórico do sistema.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Extrapolar e atualizar: os dois tempos do filtro (parte 3)
Propriedade fundamental
140 / 214

Extrapolar e atualizar: os dois tempos do filtro (parte 4)

  • A propriedade fundamental:
  • Medir o erro de uma grandeza melhora as outras — a forte correlação entre erro de posição e erro de velocidade dá ganho de precisão de velocidade ao INS sem medir velocidade.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Extrapolar e atualizar: os dois tempos do filtro (parte 4)
Figura aplicação
141 / 214

Extrapolar e atualizar: os dois tempos do filtro (parte 5)

  • Figura 6.22 — aplicação do filtro a sistemas mistos de navegação.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Extrapolar e atualizar: os dois tempos do filtro (parte 5)
Redundância inerciais
142 / 214

Redundância: três inerciais votando a bordo (parte 1)

  • Redundância: três inerciais votando a bordo.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Embarca também
143 / 214

Redundância: três inerciais votando a bordo (parte 2)

  • A geração de referência inercial com laser de anel entrega 2 NM por hora não assistida e, combinada ao computador de dados do ar e ao GPS num conjunto integrado,.
  • Embarca também em aeronaves de menor alcance — onde cumpre exigências mais rigorosas e ainda serve de AHRS de alta precisão.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

Cobrindo fraqueza
144 / 214

Redundância: três inerciais votando a bordo (parte 3)

  • A regra de projeto:
  • Nenhum sensor isolado fecha o desempenho — a precisão final nasce da fusão de fontes com erros dissimilares,.
  • Cada uma cobrindo a fraqueza da outra ao longo de voos de várias horas — e o auxílio externo por excelência é o satélite.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 5.

bloco

Parte 7 — Navegação por satélite

  • Segmentos, pseudodistância, efemérides, erros e GBAS.
Nasce navegação
146 / 214

Por que o transmissor subiu ao céu: nasce a navegação por satélite (parte 1)

  • Por que o transmissor subiu ao céu: nasce a navegação por satélite.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Por que o transmissor subiu ao céu: nasce a navegação por satélite (parte 1)
Quebrando compromisso
147 / 214

Por que o transmissor subiu ao céu: nasce a navegação por satélite (parte 2)

  • O GPS (sistema de posicionamento global), núcleo do GNSS (sistema global de navegação por satélite), é radionavegação a partir de satélites:
  • O transmissor no alto dá linha de visada sobre vastas áreas,.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Por que o transmissor subiu ao céu: nasce a navegação por satélite (parte 2)
Lançado outubro
148 / 214

Por que o transmissor subiu ao céu: nasce a navegação por satélite (parte 3)

  • Origem:
  • O SPUTNIK 1, primeiro satélite em órbita, lançado em outubro de 1957 — as observações de seus sinais de rádio desencadearam o TRANSIT 1, navegação mundial em operação contínua desde 1964.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Por que o transmissor subiu ao céu: nasce a navegação por satélite (parte 3)
Primeiro produção
149 / 214

Por que o transmissor subiu ao céu: nasce a navegação por satélite (parte 4)

  • Cronologia do GPS:
  • Conceito e validação de 1973 a 1979
  • Desenvolvimento em escala real e teste de 1979 a 1985
  • Produção e implantação desde 1985 — doze satélites de desenvolvimento comprovaram o sistema, o primeiro de produção subiu em fevereiro de 1989 e,.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Por que o transmissor subiu ao céu: nasce a navegação por satélite (parte 4)
Código grosseiro
150 / 214

Por que o transmissor subiu ao céu: nasce a navegação por satélite (parte 5)

  • Segmento espacial:
  • Até 24 satélites em seis planos inclinados de 55° sobre o equador, órbitas geossíncronas a 20.000 km em batedor de ovos — 21 para cobertura mundial mais três reservas
  • L1 em 1.575,42 MHz com o código grosseiro de aquisição,.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Por que o transmissor subiu ao céu: nasce a navegação por satélite (parte 5)
Rastreia prevê
151 / 214

Por que o transmissor subiu ao céu: nasce a navegação por satélite (parte 6)

  • O controle — estação mestre em Colorado Springs e cinco de monitoramento no mundo, sob o Departamento de Defesa dos Estados Unidos — rastreia, prevê órbita e relógio e sobe atualizações a cada passagem:
  • Sem cargas diárias a precisão plena cai, mas os satélites aguentam 180 dias degradando gradualmente.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Por que o transmissor subiu ao céu: nasce a navegação por satélite (parte 6)
Médio quadrático
152 / 214

Por que o transmissor subiu ao céu: nasce a navegação por satélite (parte 7)

  • O usuário é passivo — receptor compacto que parte de posição e hora estimadas, rastreia ao menos quatro satélites e fecha posição:
  • 100 m RMS (raiz do erro médio quadrático) bidimensional no civil
  • No militar, 16 m tridimensional, 0,1 m/s por Doppler e 100 ns de tempo.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Por que o transmissor subiu ao céu: nasce a navegação por satélite (parte 7)
Supera sistemas
153 / 214

Navegação por satélite: por que ela supera os sistemas de solo (parte 1)

  • Navegação por satélite: por que ela supera os sistemas de solo.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Navegação por satélite: por que ela supera os sistemas de solo (parte 1)
Transmissor embarcado
154 / 214

Navegação por satélite: por que ela supera os sistemas de solo (parte 2)

  • A diferença para o LORAN e o OMEGA está na geometria:
  • O transmissor embarcado em satélite dá propagação em linha de visada sobre vastas áreas do globo, sem o compromisso entre menor precisão e maior alcance dos transmissores de solo.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Navegação por satélite: por que ela supera os sistemas de solo (parte 2)
Lançado outubro
155 / 214

Navegação por satélite: por que ela supera os sistemas de solo (parte 3)

  • Marco histórico:
  • A navegação por satélite começou com o SPUTNIK 1, lançado em outubro de 1957
  • As observações de seus sinais desencadearam o TRANSIT 1, em operação mundial contínua desde 1964.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Navegação por satélite: por que ela supera os sistemas de solo (parte 3)
Satélites desenvolvimento
156 / 214

Navegação por satélite: por que ela supera os sistemas de solo (parte 4)

  • O GPS nasceu de estudos preliminares de conceito e projeto,.
  • Seguidos do programa de conceito e validação de 1973 a 1979, do desenvolvimento em escala real e teste de 1979 a 1985 e do programa de produção e implantação iniciado em 1985

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Navegação por satélite: por que ela supera os sistemas de solo (parte 4)
Frequências segmento
157 / 214

Os três segmentos e as duas frequências (parte 1)

  • Os três segmentos e as duas frequências.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Transmissão frequências
158 / 214

Os três segmentos e as duas frequências (parte 2)

  • A mensagem contém os parâmetros da posição orbital do satélite, os parâmetros de correção de relógio, informações de saúde do próprio satélite e dos demais e os dados de almanaque de todos os satélites.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Espalhamento espectral
159 / 214

Os três segmentos e as duas frequências (parte 3)

  • Espalhamento espectral nos dois canais:
  • O L1 leva o código grosseiro, de aquisição, disponível a todos e deliberadamente degradado, mais o código de precisão, criptografado, só para militares autorizados
  • O L2 leva o código de precisão, permite corrigir a degradação do código grosseiro e derivar correções do atraso ionosférico pelas duas frequências.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Segmento controle
160 / 214

Os três segmentos e as duas frequências (parte 4)

  • Segmento de controle:
  • Uma estação mestra em Colorado Springs, nos Estados Unidos, e cinco estações de monitoramento no mundo, operadas pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos:
  • Rastreia os satélites, prevê posição orbital futura e correções de relógio e atualiza cada satélite pelo enlace ascendente na passagem sobre a estação.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Precisão plena
161 / 214

Os três segmentos e as duas frequências (parte 5)

  • A precisão plena exige o controle operacional funcionando e as mensagens carregadas diariamente
  • Os satélites toleram operar sem o controle, mas a precisão degrada-se gradualmente por até 180 dias.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Pseudodistância medir
162 / 214

Pseudodistância: medir tempo para medir distância (parte 1)

  • Pseudodistância: medir tempo para medir distância.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Pseudodistância: medir tempo para medir distância (parte 1)
Velocidade
163 / 214

Pseudodistância: medir tempo para medir distância (parte 2)

  • Cada satélite carrega um relógio atômico que dá a referência de tempo da transmissão
  • O equipamento do usuário usa relógio de cristal, que introduz um viés de tempo na medição.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Pseudodistância: medir tempo para medir distância (parte 2)
Tempo trânsito
164 / 214

Pseudodistância: medir tempo para medir distância (parte 3)

  • O atraso medido tem duas componentes:
  • O tempo de trânsito do sinal de alcance e o deslocamento entre o relógio do transmissor e o do receptor, pela não sincronização dos relógios.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Pseudodistância: medir tempo para medir distância (parte 3)
Formas transmissão
165 / 214

Pseudodistância: medir tempo para medir distância (parte 4)

  • As formas de onda da transmissão mostram o viés de tempo do usuário e os atrasos dos sinais dos quatro satélites:
  • Definida a pseudodistância, quatro medidas resolvem posição e tempo.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Pseudodistância: medir tempo para medir distância (parte 4)
Alcance tempo
166 / 214

Pseudodistância: medir tempo para medir distância (parte 5)

  • Alcance = tempo × velocidade da luz — 10 ns de erro de tempo dão 3 metros de erro de distância.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Pseudodistância: medir tempo para medir distância (parte 5)
Posição tempo
167 / 214

Quatro satélites, quatro incógnitas: posição mais tempo (parte 1)

  • Quatro satélites, quatro incógnitas: posição mais tempo.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Quatro satélites, quatro incógnitas: posição mais tempo (parte 1)
Medir alcances
168 / 214

Quatro satélites, quatro incógnitas: posição mais tempo (parte 2)

  • Medir os alcances a quatro satélites dá quatro equações com quatro incógnitas:
  • As três coordenadas de posição do usuário e o viés de tempo do relógio do usuário.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Quatro satélites, quatro incógnitas: posição mais tempo (parte 2)
Geometria usuário
169 / 214

Quatro satélites, quatro incógnitas: posição mais tempo (parte 3)

  • A geometria usuário–satélite define quais quartetos dão boa solução e quais dão solução pobre
  • É daí que nasce a seleção de satélites. Essa interseção de esferas tem nome próprio:
  • Trilateração.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Quatro satélites, quatro incógnitas: posição mais tempo (parte 3)
Trilateração posição
170 / 214

Trilateração: a posição na interseção das esferas (parte 1)

  • Trilateração: a posição na interseção das esferas.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Trilateração: a posição na interseção das esferas (parte 1)
Cortam pontos
171 / 214

Trilateração: a posição na interseção das esferas (parte 2)

  • Uma esfera restringe o usuário à sua casca
  • Duas se cortam num círculo
  • Três se cortam em dois pontos, dos quais um é descartado pela proximidade com a Terra.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Trilateração: a posição na interseção das esferas (parte 2)
Trilateração superfícies
172 / 214

Trilateração: a posição na interseção das esferas (parte 3)

  • TRILATERAÇÃO — as três superfícies esféricas se encontram no ponto do usuário.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Trilateração: a posição na interseção das esferas (parte 3)
Posição relógio
173 / 214

Efemérides e almanaque: a posição e o relógio de cada satélite (parte 1)

  • Efemérides e almanaque: a posição e o relógio de cada satélite.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Efemérides e almanaque: a posição e o relógio de cada satélite (parte 1)
Tempo satélite
174 / 214

Efemérides e almanaque: a posição e o relógio de cada satélite (parte 2)

  • Cada tempo de satélite é levado ao tempo GPS por uma equação de correção de relógio:
  • O tempo efetivo do satélite na transmissão somado ao deslocamento entre o satélite e o tempo mestre.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Efemérides e almanaque: a posição e o relógio de cada satélite (parte 2)
Referidos instante
175 / 214

Efemérides e almanaque: a posição e o relógio de cada satélite (parte 3)

  • O deslocamento vem de coeficientes polinomiais — fase, deslocamento de frequência e envelhecimento do relógio —, mais um termo relativístico, referidos a um instante de época no ponto médio do intervalo de ajuste.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Efemérides e almanaque: a posição e o relógio de cada satélite (parte 3)
Segmento controle
176 / 214

Efemérides e almanaque: a posição e o relógio de cada satélite (parte 4)

  • O envelhecimento é a variação lenta da frequência do relógio no tempo
  • A época é o instante de referência dos coeficientes
  • O termo relativístico corrige o fato de o relógio em órbita e o do solo não andarem no mesmo ritmo.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Efemérides e almanaque: a posição e o relógio de cada satélite (parte 4)
Atualização periódica
177 / 214

Efemérides e almanaque: a posição e o relógio de cada satélite (parte 5)

  • O almanaque, com dados grosseiros de todos os satélites, serve à aquisição e à seleção dos satélites em vista
  • As efemérides, precisas e por satélite, servem ao cálculo da posição.
  • O segmento de controle estima os coeficientes de cada relógio e os envia periodicamente ao satélite.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Efemérides e almanaque: a posição e o relógio de cada satélite (parte 5)
Degrada medida
178 / 214

Fontes de erro: o que degrada a medida (parte 1)

  • Fontes de erro: o que degrada a medida.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Posição orbital
179 / 214

Fontes de erro: o que degrada a medida (parte 2)

  • A posição orbital usada pelo usuário é uma previsão ajustada aos parâmetros de efemérides a partir do rastreamento — e os erros dessa previsão entram diretamente na posição calculada.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Código grosseiro
180 / 214

Fontes de erro: o que degrada a medida (parte 3)

  • O código grosseiro do L1 é deliberadamente degradado, e essa degradação de precisão só é corrigida no receptor militar com acesso ao código de precisão; a modulação a 50 Hz definem a robustez do sinal: o sistema resiste bem à interferência intencional mas pode ser bloqueado ao menos numa área local.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Usuário frequência
181 / 214

Fontes de erro: o que degrada a medida (parte 4)

  • No usuário de frequência única a fatia da ionosfera é a maior; a transmissão em duas frequências a abate.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Diluição geométrica
182 / 214

Ionosfera em duas frequências e DOP (diluição geométrica de precisão) (parte 1)

  • Ionosfera: duas frequências.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Subquadro carrega
183 / 214

Ionosfera em duas frequências e DOP (diluição geométrica de precisão) (parte 2)

  • A transmissão em duas frequências — L1 em 1.575,42 MHz e L2 em 1.227,6 MHz — permite derivar a correção das incertezas do atraso ionosférico. A mensagem de navegação vem em quadros,.
  • Cada um com cinco subquadros de 300 bits
  • O subquadro 4 carrega o modelo ionosférico usado pelo usuário de frequência única.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Satélites agrupados
184 / 214

Ionosfera em duas frequências e DOP (diluição geométrica de precisão) (parte 3)

  • Os valores de DOP (diluição geométrica de precisão), calculados dos dados de almanaque, quantificam o efeito da distribuição dos satélites no céu sobre a incerteza da posição e orientam a seleção dos satélites de melhor precisão:
  • Satélites bem espalhados diluem pouco o erro
  • Satélites agrupados amplificam o mesmo erro de medida numa posição bem pior.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Garantia integridade
185 / 214

RAIM: monitoramento autônomo de integridade pelo receptor

  • Garantia e integridade 2 - 5 satélites ou 4 + baro 3 - FDE:
  • 6 ou 5 + baro 4 - avisos e limites.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Princípio cadeia
186 / 214

SBAS: correção e integridade em área ampla

  • Princípio e cadeia 2 - rede ionosférica e geoestacionário 3 - APV, LPV e limites.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Precisão local
187 / 214

GBAS: precisão local para o pouso (parte 1)

  • GBAS: precisão local para o pouso.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Próximas pistas
188 / 214

GBAS: precisão local para o pouso (parte 2)

  • A instalação tem ao menos quatro estações de referência no terreno, próximas às pistas, um processador de correções e uma antena de enlace de dados VHF (muito alta frequência).

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Serviço local
189 / 214

GBAS: precisão local para o pouso (parte 3)

  • Uma única instalação suporta múltiplas aproximações GLS para uma ou mais pistas
  • O serviço é local, com cobertura de vinte a trinta milhas de raio, desenhado para a transição da rota ao terminal.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Exatidão demonstrada
190 / 214

GBAS: precisão local para o pouso (parte 4)

  • A exatidão demonstrada é inferior a um metro no horizontal e no vertical, com exatidão, disponibilidade e integridade para aproximações de precisão das Categorias I,.
  • II e III, que se distinguem pela altura de decisão e pela visibilidade mínima exigidas, decrescentes da I para a III

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Distinção aumentação
191 / 214

GBAS: precisão local para o pouso (parte 5)

  • Distinção da aumentação por satélite:
  • As mínimas LPV são com guia vertical mas sem os requisitos de aproximação de precisão, enquanto o GBAS entrega a integridade das aproximações de precisão — e por isso admite mínimos mais baixos.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Limitações nenhuma
192 / 214

Limitações: o que nenhuma camada elimina (parte 1)

  • Limitações: o que nenhuma camada elimina.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Limitações: o que nenhuma camada elimina (parte 1)
Fecha ampla
193 / 214

Limitações: o que nenhuma camada elimina (parte 2)

  • Cada camada resolve o que a anterior não resolve:
  • O GPS sozinho dá posição precisa mas nenhuma garantia
  • O RAIM resolve dentro do receptor pela redundância
  • O SBAS, exatidão e integridade em área ampla
  • O GBAS fecha o que a área ampla não fecha, com correção local e a própria trajetória.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Limitações: o que nenhuma camada elimina (parte 2)
Entram braços
194 / 214

Limitações: o que nenhuma camada elimina (parte 3)

  • A posição vale na antena e precisa ser referenciada à posição do INS (sistema de navegação inercial):
  • Entram os braços de alavanca — as distâncias entre a antena e o INS, que a atitude projeta nos eixos do corpo — e a informação de atitude.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Limitações: o que nenhuma camada elimina (parte 3)
Degradação deliberada
195 / 214

Limitações: o que nenhuma camada elimina (parte 4)

  • Qualquer rádio pode ser bloqueado
  • O GPS pode ser bloqueado ao menos numa área local,.
  • Apesar da alta resistência à interferência intencional dada pelo espalhamento espectral. A degradação deliberada do código grosseiro civil e a dependência do segmento de controle (até 180 dias sem ele) completam o quadro.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Limitações: o que nenhuma camada elimina (parte 4)
Garantia autoriza
196 / 214

Limitações: o que nenhuma camada elimina (parte 5)

  • A garantia é o que autoriza descer a mínimos mais baixos.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Limitações: o que nenhuma camada elimina (parte 5)
bloco

Parte 8 — A fusão INS e GNSS

  • Um cobre o ponto fraco do outro; o filtro de Kalman estima os erros.
Cobre ponto
198 / 214

INS e GNSS: cada um cobre o ponto fraco do outro (parte 1)

  • INS e GNSS: cada um cobre o ponto fraco do outro.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Mudança erros
199 / 214

INS e GNSS: cada um cobre o ponto fraco do outro (parte 2)

  • Na interferência:
  • Com os erros previamente corrigidos pelo filtro, o INS sustenta navegação precisa sobre áreas de interferência severa que bloqueiam o GPS ao menos localmente.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Obstrução sendo
200 / 214

INS e GNSS: cada um cobre o ponto fraco do outro (parte 3)

  • Na obstrução:
  • Sendo o GPS um sistema de linha de visada, a antena pode ser obstruída pelo terreno ou pela estrutura em manobra — e a informação inercial sustenta a navegação no intervalo.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Razão física
201 / 214

INS e GNSS: cada um cobre o ponto fraco do outro (parte 4)

  • Razão física:
  • O satélite dá boa informação em baixa frequência, mas ruidosa

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

Estimar erros
202 / 214

O filtro de Kalman na fusão: estimar os erros, não só a posição (parte 1)

  • O filtro de Kalman na fusão: estimar os erros, não só a posição.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

O filtro de Kalman na fusão: estimar os erros, não só a posição (parte 1)
Auxílio cresce
203 / 214

O filtro de Kalman na fusão: estimar os erros, não só a posição (parte 2)

  • Com o GPS como auxílio:
  • O INS tem erro que cresce com o tempo — um sistema não assistido de boa qualidade acumula 5 NM após cinco horas — e é esse crescimento que exige fonte alternativa em voos longos.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

O filtro de Kalman na fusão: estimar os erros, não só a posição (parte 2)
Deixa padrão
204 / 214

O filtro de Kalman na fusão: estimar os erros, não só a posição (parte 3)

  • Uma simples reposição de posição a cada fixação limita o crescimento, mas deixa um padrão dente de serra cuja amplitude depende do intervalo entre atualizações e das magnitudes dos erros de velocidade e inclinação.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

O filtro de Kalman na fusão: estimar os erros, não só a posição (parte 3)
Velocidade deriva
205 / 214

O filtro de Kalman na fusão: estimar os erros, não só a posição (parte 4)

  • O filtro de Kalman dá a estimativa ótima dos erros do sistema inercial levando em conta os erros do sistema de fixação
  • O que o distingue da reposição simples é o alcance:
  • Determina erros de atitude, velocidade, deriva dos gyros e dos acelerômetros, não só a posição.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

O filtro de Kalman na fusão: estimar os erros, não só a posição (parte 4)
Algoritmo recursivo
206 / 214

O filtro de Kalman na fusão: estimar os erros, não só a posição (parte 5)

  • O algoritmo é recursivo — repete as mesmas equações e guarda só o último estado — e a medição do erro de uma grandeza melhora a das outras, pela forte correlação entre erro de posição e erro de velocidade.

Collinson, Introduction to avionics systems, cap. 6.

O filtro de Kalman na fusão: estimar os erros, não só a posição (parte 5)
Arfagem rolamento
207 / 214

O filtro de Kalman na fusão: estimar os erros, não só a posição (parte 6)

  • O que cada sistema traz:
  • O INS dá continuidade e atitude — proa, arfagem e rolamento — mais alta frequência, boa acima da frequência de Schuler
  • O GNSS (sistema global de navegação por satélite) dá a posição absoluta, sem deriva acumulada, mas com ruído de alta frequência.

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O filtro de Kalman na fusão: estimar os erros, não só a posição (parte 6)
Instalada corredor
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FMS e navegação por desempenho: RNAV e RNP

  • FMS e base instalada 2 - corredor e faixa horária 3 - RNAV × RNP 4 - carta: quatro linhas.

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Fecho fusão
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Fecho: a fusão de erros dissimilares (parte 1)

  • Fecho: a fusão de erros dissimilares.

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Limitada deriva
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Fecho: a fusão de erros dissimilares (parte 2)

  • Gyros e acelerômetros medem a inércia e, com a sintonia de Schuler, o sistema constrói internamente a referência vertical e de azimute que acompanha a vertical local sem o mundo exterior, integrando duas vezes as acelerações

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Auxílios rádio
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Fecho: a fusão de erros dissimilares (parte 3)

  • Auxílios de rádio, sistemas hiperbólicos e sobretudo o GPS dão posição com erro que não cresce com o tempo, mas com ruído de alta frequência, atrasos e vulnerabilidades:
  • Interferência, obstrução de antena e degradação deliberada do sinal civil. O filtro de Kalman casa as duas:

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Acelerômetros comparação
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Fecho: a fusão de erros dissimilares (parte 4)

  • A qualidade final depende da precisão dos sensores inerciais, da fidelidade do modelo de erros, do alinhamento inicial por gravidade, rotação da Terra e campo magnético e da estabilidade das fontes externas.

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Rotação terra
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Fecho: a fusão de erros dissimilares (parte 5)

  • O desempenho de navegação depende do alinhamento inicial: gravidade, rotação da Terra e campo magnético.
  • Depende também da estabilidade das fontes externas de posição, que determina o quanto se pode confiar na fixação.
  • Nenhuma peça sozinha define o desempenho: é a combinação, e não um sensor isolado, que estabelece o nível de navegação.

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Olado define
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Fecho: a fusão de erros dissimilares (parte 6)

  • A qualidade final depende de quatro coisas: da precisão dos sensores inerciais, da fidelidade do modelo de erros embarcado, do alinhamento inicial e da estabilidade das fontes externas de posição.

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