Sistemas de pouso por instrumento
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Aproximação por instrumentos
Sistemas de pouso por instrumentos e radar · Engenharia Aeronáutica
FAA-H-8083-16B, Instrument Procedures Handbook, cap. 4 e 2.
Prof. Fabriciu Alarcão Veiga Benini
Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico · Área Aeronáutica
Engenheiro Eletricista · Mestre em Sistemas Dinâmicos · Doutor em Telecomunicações
IFSP — Campus São Carlos · Engenharia Aeronáutica
Fase de aproximação
FAA-H-8083-16B, cap. 4
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O que é uma aproximação por instrumentos

  • Deixa a estrutura de rotas em rota e voa por procedimento publicado (IAP).
  • Voa com instrumentos de bordo e auxílios instalados em terra.
  • Termina onde a tripulação decide entre visual e aproximação perdida.
  • Em rota: rotas, altitudes mínimas publicadas e auxílios espaçados.
  • Na aproximação: tudo é medido contra uma pista específica.
  • O procedimento é desenhado a partir da pista para fora.
O que é uma aproximação por instrumentos

FAA-H-8083-16B, cap. 4

SiglasIAP = procedimento de aproximação por instrumentos

Fase de aproximação
FAA-H-8083-16B, cap. 4
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A fase de maior carga de trabalho

  • A tripulação avalia continuamente as informações dos instrumentos.
  • Cabe pilotar ou monitorar o piloto automático.
  • Mudanças de velocidade e configuração degradam a consciência situacional.
  • As asas enflechadas em baixas velocidades têm manuseio próprio.
  • A resposta lenta dos motores de muitos turbojatos complica a tarefa.
  • Essas mudanças também dificultam a decisão no ponto de decisão.

FAA-H-8083-16B, cap. 4

Da rota para a aproximação
FAA-H-8083-16B, cap. 4
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A transição da fase em rota

  • A aproximação começa quando a tripulação define procedimento e pista.
  • Rádios, aviônicos e intenções são organizados antes do segmento final.
  • Auxílio primário entra no briefing, é sintonizado e identificado positivamente.
  • Procedimentos RNAV com GPS não têm um auxílio primário.
  • A troca do guia do sistema para o convencional é definida pela empresa.
  • Sem vetoração radar, começa num fixo de aproximação inicial.

FAA-H-8083-16B, cap. 4

SiglasRNAV = navegação por satélite · GPS = sistema de posicionamento global

Os quatro pilares
FAA-H-8083-16B, cap. 4
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Os 4 pilares da aproximação

  • Procedimento publicado: fixos, cursos, distâncias, altitudes, mínimos e notas.
  • Aeronave e aviônicos: os equipamentos que o título do procedimento exige.
  • Controle de tráfego aéreo: autorização, altitudes atribuídas e vetoração.
  • Tripulação: briefing, divisão de tarefas e a decisão no ponto de decisão.
  • Os 4 precisam estar corretos ao mesmo tempo.
  • A autorização não retira a responsabilidade de cumprir regulamentos e cartas.

FAA-H-8083-16B, cap. 4

Limite do serviço radar
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Quando o radar não cobre o terreno

  • Não se pode presumir que o controle garanta separação do terreno.
  • O risco aparece em altitudes não cobertas por radar de centro ou de aproximação.
  • Acidentes de CFIT já foram identificados nessas condições.
  • Pilotes habilitados para voo por instrumentos e visual, voando visualmente à noite.
  • Muitos em contato com o controle e recebendo serviço de radar.
  • Pilotos e controladores não percebiam o perigo.

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SiglasCFIT = voo controlado contra o terreno

Rotas de aproximação
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Rotas de alimentação: da rota estruturada ao fixo inicial

  • Transição de aproximação: rota publicada do fim da rota estruturada ao fixo de aproximação inicial.
  • Publicada com curso ou rumo, distância e altitude mínima.
  • Faz parte da autorização quando a aproximação é autorizada.
  • Separação de obstáculos: 1.000 ft de folga, 2.000 ft em área montanhosa.

FAA-H-8083-16B, cap. 4

Rotas de aproximação
FAA-H-8083-16B, cap. 4
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Rotas terminais: do fixo inicial ao fixo intermediário

  • Rota terminal: segmento que começa no fixo de aproximação inicial.
  • Publicada com curso, altitude mínima e distância até o fixo intermediário.
  • Alimentação termina no fixo inicial; a terminal começa nele.
  • Dispensável se o fixo inicial já pertence à rota estruturada.
  • A rota terminal pode continuar necessária até o fixo intermediário.

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Procedimentos de aproximação
FAA-H-8083-16B, cap. 4, fig. 4-32
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Reversão de curso: quando é exigida e quando é proibida

  • Possível sem aproximação direta, exceto com vetoração radar.
  • Completar dentro de 10 NM do fixo de reversão; até 15 NM na categoria E.
  • Velocidade máxima de 200 kt até o fim da manobra.
  • Proibida com “No PT”, vetoração ao curso final ou aproximação cronometrada.
  • Opções: 45 graus, corrida padrão, gota d’água, 80 por 260 graus.
Reversão de curso: quando é exigida e quando é proibida
Distância de reversão: 10 NM, até 15 NM para aeronave de categoria E · velocidade máxima: 200 kt IAS · altitude prescrita é mínima até a aeronave estar estabelecida no curso de entrada

FAA-H-8083-16B, cap. 4, fig. 4-32

SiglasNM = milhas náuticas · PT = procedimento de reversão de curso · IAS = velocidade indicada

Segmentos da aproximação
FAA-H-8083-16B, cap. 4, fig. 4-28
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Segmento inicial: alinhar e descer rumo ao intermediário

  • Serve para alinhar a aeronave com o segmento intermediário ou final.
  • Permite descida durante esse alinhamento.
  • Realiza-se por arco DME, reversão de curso ou rota terminal.
  • Começa no fixo de aproximação inicial, marcado pelas letras IAF.
  • Termina onde se junta ao segmento intermediário.
Segmento inicial: alinhar e descer rumo ao intermediário

FAA-H-8083-16B, cap. 4, fig. 4-28

SiglasDME = equipamento medidor de distância

Segmentos da aproximação
FAA-H-8083-16B, cap. 4
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Segmento intermediário: posicionar para a descida final

  • Existe para posicionar a aeronave para a descida final.
  • A carta informa curso, distância e altitude mínima.
  • Alinhado normalmente dentro de 30° do curso de aproximação final.
  • Começa no fixo intermediário e termina no início do segmento final.
  • Sem fixo na carta: começa já alinhada com o curso final.
Alinhamento do segmento intermediário: ângulo de até 30° em relação ao curso de aproximação final

FAA-H-8083-16B, cap. 4

Segmentos da aproximação
FAA-H-8083-16B, cap. 4, fig. 4-40
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Segmento final: onde a rampa encontra a altitude de interceptação

  • Com guia vertical: começa onde a rampa intercepta a altitude de interceptação.
  • Se o controle autorizar altitude menor, começa naquela interceptação.
  • Sem guia vertical: começa no fixo final designado ou ao se estabelecer no curso final.
  • Sem fixo designado, esse ponto é o ponto de aproximação final.
Segmento final: onde a rampa encontra a altitude de interceptação

FAA-H-8083-16B, cap. 4, fig. 4-40

Segmentos da aproximação
FAA-H-8083-16B, cap. 4
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FAF: o ponto de referência mais concreto do procedimento

  • Sem guia vertical: é o fixo marcado pela cruz na vista de perfil.
  • Na aproximação de precisão, é a interceptação da rampa, pelo símbolo de raio.
  • Sua altitude é das mais importantes a tratar no briefing.
  • Cumprir e conferir essa altitude afeta o sucesso e a segurança da manobra.
  • Crítico em aproximação sem guia vertical, sobretudo em turbojato grande.

FAA-H-8083-16B, cap. 4

SiglasFAF = fixo de aproximação final

Mínimos de aproximação
FAA-H-8083-16B, cap. 4
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Altitude mínima de segurança (MSA)

  • Publicada nas cartas para uso em emergência.
  • Oferece 1.000 ft de folga sobre todos os obstáculos.
  • Não garante cobertura aceitável de sinal de navegação.
  • Baseada na facilidade omnidirecional primária; se não houver, no ponto de referência do aeroporto.
  • Em aproximações RNAV, baseada em um ponto de referência RNAV.
  • Raio de 25 NM, ampliável a 30 NM; área dividida em até 4 setores.
MSA: folga de 1.000 ft sobre os obstáculos · raio 25 NM, até 30 NM em sistemas convencionais · até 4 setores

FAA-H-8083-16B, cap. 4

SiglasRNAV = navegação por satélite · NM = milhas náuticas

Mínimos de aproximação
FAA-H-8083-16B, cap. 4, fig. 4-41
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DA, MDA e DH: 3 siglas, 3 sentidos

  • MDA: menor altitude para a descida, em pés sobre o nível médio do mar.
  • DA: altitude em que se inicia a aproximação perdida.
  • DH: altura da decisão de continuar ou de executar a aproximação perdida.
  • DH de categoria II e III: altura acima do solo, por radioaltímetro.
  • HAT de categoria I: 200 ft sobre a zona de toque.
DA, MDA e DH: 3 siglas, 3 sentidos
HAT = altura acima da zona de toque · categoria I: 200 ft sobre a elevação da zona de toque · DH de cat. II e III: altura acima do solo medida por radioaltímetro

FAA-H-8083-16B, cap. 4, fig. 4-41

Mínimos de aproximação
FAA-H-8083-16B, cap. 4
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O que restringe os mínimos publicados

  • Restritem: categoria, equipamento inoperante, qualificação e empresa.
  • Empresas podem limitar o circuito a 1.000 ft de MDA e 3 milhas de visibilidade.
  • Visibilidade por NDB pode exceder a publicada, cerca de 2 milhas.
  • A tripulação cumpre o critério mais restritivo entre empresa e procedimento.
  • RNAV com autorização requerida exige treinamento específico e aeronave autorizada.
  • Comandante com experiência limitada: +100 ft e meia milha.
Aumento para comandante com experiência limitada: +100 ft nos mínimos de aproximação e meia milha terrestre na visibilidade

FAA-H-8083-16B, cap. 4

SiglasNDB = radiobaliza não direcional · RNAV = navegação por satélite

Aproximação perdida
FAA-H-8083-16B, cap. 4
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Quando a aproximação perdida é obrigatória

  • Visibilidade abaixo da exigida, natural ou aprimorada.
  • Referências visuais não adquiridas na DA, na DH ou no ponto de aproximação perdida.
  • Sempre em posição de descer e pousar na pista pretendida.
  • A autorização inclui a aproximação perdida publicada.
  • Abaixo da DA, da DH ou da MDA: perder a pista obriga a subir.
  • Pouso rejeitado ou aproximação instável também exigem subir.

FAA-H-8083-16B, cap. 4

Aproximação perdida
FAA-H-8083-16B, cap. 4
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Onde fica o ponto de aproximação perdida

  • Com guia vertical: o MAP ocorre na DA ou na DH, sobre a rampa.
  • Sem guia vertical: fixo, auxiliar de navegação ou tempo desde o FAF.
  • VOR/NDB com auxiliar no aeroporto: o MAP é o próprio auxiliar.
  • Distância fixa do FAF, com tempo pela velocidade em relação ao solo.
  • Tabela com a distância do FAF e o tempo, em passos de 30 nós.
MAP = DA/DH · fixo · auxiliar · FAF + t

FAA-H-8083-16B, cap. 4

SiglasFAF = fixo de aproximação final · VOR = facilidade omnidirecional de alta frequência · NDB = radiobaliza não direcional

Aproximação perdida
FAA-H-8083-16B, cap. 4
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O segmento de aproximação perdida e o gradiente de subida

  • Do MAP ao fixo onde começa o segmento inicial ou a rota.
  • Costuma terminar em fixo de aproximação inicial: nova tentativa sem espera.
  • Separação garantida só a partir do MAP, com subida ≥ 200 ft/NM.
  • Abaixo da MDA, DA ou DH, ou em circuito: sem garantia de separação.
  • Se o gradiente padrão falhar, publica-se alternativa com mínimos mais altos.
O segmento de aproximação perdida e o gradiente de subida
Razão de subida ≥ 200 ft/NM (padrão do segmento de aproximação perdida)

FAA-H-8083-16B, cap. 4

SiglasNM = milhas náuticas

Aproximação perdida
FAA-H-8083-16B, cap. 4
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Rejeição de pouso e arremetida fora do ponto

  • Antes de iniciar, avalie a ação em caso de pouso rejeitado.
  • O regulamento autoriza subir, mas não garante separação de outras aeronaves.
  • Considere posição geográfica, direção do voo e altitudes de curva.
  • Considere performance, obstáculos publicados e tráfego esperado.
  • Fora do MAP e da MDA/DA: separação de obstáculos não garantida.

FAA-H-8083-16B, cap. 4

Proteção do espaço aéreo
FAA-H-8083-16B, cap. 4
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Como o espaço aéreo é protegido

  • Área primária: proteção plena; a secundária decresce até zero nas bordas.
  • Primária: 1.000 ft. Secundária: 500 ft caindo a zero.
  • Zonas de entrada e de manobra dão alívio adicional.
  • Inicial: 1.000 ft. Intermediário: 500 ft. Alimentação: 1.000 ft, 2.000 ft em montanha.
  • Arco do intermediário: 5 a 15 NM, ótimo 10 NM.
Como o espaço aéreo é protegido
Primária 1.000 ft · Secundária 500 ft → 0 · Arco 5–15 NM (ót. 10) · Largura 6 NM = 4 NM primária + 2 NM secundária

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SiglasNM = milhas náuticas

Proteção do espaço aéreo
FAA-H-8083-16B, cap. 4
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Proteção garantida e espaço aéreo sobreposto

  • Separação garantida do segmento final até a pista ou até o MAP.
  • Depende de o piloto manter trajetória nos limites da área final.
  • Altitudes restritas para não invadir espaço protegido sobreposto.
  • Exemplo: fixo a 3 NM DME, com limite de 1.200 ft.
  • Portão: 1 NM além do FAF, no lado oposto ao aeroporto.
  • Vetoração: interceptar pelo menos 2 NM fora do portão.
Portão: ≥ 5 NM da cabeceira · Vetoração: altitude ≤ rampa e ≥ altitude mínima de interceptação · 3 NM DME → 1.200 ft

FAA-H-8083-16B, cap. 4

SiglasNM = milhas náuticas · DME = equipamento medidor de distância · FAF = fixo de aproximação final

Famílias de aproximação
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As 3 famílias de aproximação

  • PA (precisão): desvio de curso e rampa, padrão do Anexo 10.
  • Exemplos de PA: radar de aproximação de precisão, ILS e GLS.
  • APV (com guia vertical): curso e rampa, sem padrão do Anexo 10.
  • Exemplos de APV: VNAV barométrico, localizer com rampa, LPV.
  • NPA (sem guia vertical): só desvio de curso, sem rampa.
  • Exemplos de NPA: VOR, TACAN, LNAV, NDB, localizer e ASR.
PA = curso + rampa (Anexo 10) · APV = curso + rampa · NPA = só curso

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SiglasILS = sistema de pouso por instrumentos · GLS = sistema de aumento por satélite com base em terra · VNAV = modo de navegação vertical

Famílias de aproximação
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A fronteira prática entre as famílias

  • A fronteira define instrumento, guia no painel e tipo de mínimos.
  • Com guia vertical: a decisão é uma altitude definida sobre a rampa.
  • A aproximação chega estabilizada quando as referências são adquiridas.
  • Sem guia vertical: desce até a MDA e segue em direção ao MAP.
  • Trecho entre MDA e MAP exige avaliação contínua de posição e tempo.
Com guia vertical: decisão = um ponto · Sem guia vertical: decisão = um processo (MDA → MAP)

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Famílias de aproximação
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Quantidade e tendência no sistema

  • 1.105 estações VOR e 916 estações NDB em operação.
  • 1.194 instalações ILS, incluindo 25 direcionais e 11 simplificadas.
  • 235 instalações apenas com localizer.
  • 10.212 aproximações RNAV ou GPS publicadas, com publicação a cada ciclo.
  • Intenção: reduzir a dependência de auxílios de solo e ampliar o satélite.
  • Reserva: manter ILS categoria II e III e cerca de metade da rede VOR.
Quantidade e tendência no sistema

FAA-H-8083-16B, cap. 4

SiglasVOR = facilidade omnidirecional de alta frequência · NDB = radiobaliza não direcional · ILS = sistema de pouso por instrumentos

Auxílios de aproximação
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O ILS no conjunto dos auxílios de aproximação

  • ILS: sistema de pouso por instrumentos, o auxílio de aproximação mais preciso.
  • Categoria I: aproximações até 200 ft acima da zona de toque.
  • Visibilidades tão baixas quanto 1.800 ft de alcance visual na pista.
  • Categorias II e III admitem mínimos de visibilidade menores.
  • Alternativas sem guia vertical não oferecem a mesma precisão.

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Auxílios de aproximação
FAA-H-8083-16B, cap. 4 (glossário)
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A definição do manual: um sistema de precisão

  • Aproximação de precisão: localizador, rampa de planeio, marcador externo, marcador médio e luzes.
  • O manual diz normalmente: os marcadores podem ser dispensados.
  • Fixo de aproximação final ou satélite substitui o marcador externo.
  • Localizador + rampa é o par que caracteriza a precisão.
  • Sem rampa, não há guia vertical.
  • Compass locator: radiobeacon junto ao marcador do ILS.

FAA-H-8083-16B, cap. 4 (glossário)

Auxílios de aproximação
FAA-H-8083-16B, cap. 4
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2 guias independentes: curso e rampa

  • Horizontal: o localizador fornece o guia de curso.
  • Vertical: a rampa de planeio fornece o guia de descida.
  • A rampa é referenciada ao ângulo da rampa instalada.
  • A combinação dá um guia tridimensional contínuo.
  • O guia é mantido até uma altitude muito baixa.
Guia horizontal: linha de curso (localizador) · Guia vertical: rampa de planeio (ângulo instalado) · Resultado: guia tridimensional contínuo

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Auxílios de aproximação
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O localizador: guia horizontal com vida própria

  • Parte do ILS e, ao mesmo tempo, auxílio de aproximação isolado.
  • Sempre alinhado dentro de 3° da pista.
  • Mínimo de 250 ft de separação de obstáculos na aproximação final.
  • Com a rampa fora de serviço, oferece aproximação sem guia vertical.
  • DME colocalizado acrescenta a informação de distância.
  • 4 tipos de aproximação a partir de um único sistema.
Alinhamento: ângulo entre o curso do localizador e a pista ≤ 3° · Separação de obstáculos na área de aproximação final: ≥ 250 ft

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SiglasDME = equipamento medidor de distância

Auxílios de aproximação
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Rampa de planeio: captura e interceptação

  • A rampa fornece o guia vertical da aproximação.
  • Entrada pelo símbolo de raio, na altitude de interceptação da carta.
  • A altitude confirma captura correta, não rampa falsa.
  • A interceptação é feita por baixo.
  • No exemplo: 5 NM do fixo, 4.500 ft, piloto automático em localizador.
  • O modo muda para rampa de planeio, a tripulação confirma a captura.
Rampa de planeio: captura e interceptação
Interceptação por baixo: cruzamento do símbolo de raio · Exemplo da fonte: fixo a 5 NM, 4.500 ft, modo localizador e mudança de nível

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SiglasNM = milhas náuticas

Marcadores do ILS
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O que a fonte sustenta sobre os marcadores

  • Marcador externo e marcador médio: radiobalizas direcionais.
  • Podem ter o uso substituído por RNAV quando fora de serviço.
  • O localizador externo tem frequência própria ao lado da do localizador.
  • A fonte não descreve o princípio de funcionamento dos marcadores.
  • Nem suas distâncias à cabeceira, nem o áudio e o painel.

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SiglasRNAV = navegação por satélite

Aproximações sem rampa
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Curso reverso do localizador

  • Existe quando há um ILS instalado, mas sem rampa de planeio.
  • O curso reverso pode projetar sinal falso de rampa.
  • A rampa deve ser ignorada.
  • Há inversão de sensibilidade na apresentação com equipamento VOR padrão.
  • Com indicador de situação horizontal, a inversão é eliminada.
  • O instrumento é ajustado de forma adequada para o curso frontal.

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SiglasVOR = facilidade omnidirecional de alta frequência

Aproximações sem rampa
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LDA: o localizador direcional de uso limitado

  • Uso e acurácia comparáveis aos do localizador.
  • Não faz parte de um ILS completo.
  • O curso costuma ser mais preciso que o da instalação direcional simplificada.
  • O LDA não está alinhado com a pista.
  • Mínimos diretos publicados se o alinhamento não excede 30°.
  • Acima de 30°, publicam-se apenas mínimos para circuito.
Alinhamento curso–pista ≤ 30°: mínimos de aproximação direta · Alinhamento curso–pista > 30°: apenas mínimos para circuito

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SiglasLDA = auxílio direcional do tipo localizador

Aproximações sem rampa
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Instalação direcional simplificada: curso largo

  • Curso final semelhante ao do localizador do ILS.
  • Não há informação de rampa de planeio.
  • O curso pode não estar alinhado com a pista e ser mais largo.
  • Resultado: menor precisão.
  • Mesma garantia de 250 ft de separação de obstáculos.
  • Gradiente máximo de descida de 400 ft por milha náutica.
Área de aproximação final: curso de 6°, largura de 1.000 ft na cabeceira, expandindo até 19.228 ft (10 NM) · Gradiente máximo de descida: 400 ft/NM

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SiglasNM = milhas náuticas

Aproximações paralelas
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3 classificações de aproximação simultânea

  • Dependentes: eixos espaçados 2.500 ft ou mais, sem controlador final.
  • Independentes: eixos espaçados 4.300 ft ou mais, em duplas ou triplas.
  • Independentes em paralelas próximas: menos de 4.300 ft, com sigla PRM.
  • Dependentes: separação diagonal e separação radar padrão.
  • Independentes: exigem controladores de monitoramento final.
  • Convergentes: só aproximações diretas são aprovadas.
3 classificações de aproximação simultânea
Dependentes: espaçamento ≥ 2.500 ft (salvo procedimento aprovado) · Independentes: espaçamento ≥ 4.300 ft · Paralelas próximas: espaçamento < 4.300 ft, com PRM

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SiglasPRM = monitoramento de pista de precisão

Aproximações paralelas
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Zona de operação normal e zona sem transgressão

  • Zona de operação normal: espaço aéreo protegido em torno do curso final.
  • Dentro dela, as aeronaves são consideradas separadas.
  • NTZ: área de 2.000 ft de largura, entre os cursos finais.
  • A NTZ fica equidistante entre os cursos de aproximação final.
  • Adentrar ou prever a NTZ: o controle emite manobra de saída.
  • Exige controlador local por pista e monitoramento final dedicado.
Largura da zona sem transgressão (NTZ): 2.000 ft · Posição: equidistante entre os dois cursos de aproximação final

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Categorias de aproximação
FAA-H-8083-16B, cap. 4
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As 3 classificações e o que elas exigem

  • Categoria I: a aproximação ILS básica.
  • Exige piloto habilitado, com experiência recente para voo por instrumentos.
  • Aeronave adequadamente equipada.
  • Categorias II e III: mínimos mais baixos, com certificação especial.
  • Exigem certificação de operadores, pilotos, aeronaves e equipamentos.
  • Categoria III: usada sobretudo em transporte regular e operações militares.
As 3 classificações e o que elas exigem

FAA-H-8083-16B, cap. 4

Categorias de aproximação
FAA-H-8083-16B, cap. 4
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Os mínimos mais baixos autorizados

  • Categoria I: DH de 200 ft, RVR de 2.400 ft.
  • Com iluminação de zona de toque e eixo: RVR de 1.800 ft.
  • Categoria II: DH de 100 ft, RVR de 1.200 ft.
  • Categoria IIIa: DH abaixo de 100 ft, RVR 700 ft.
  • Categoria IIIb: DH abaixo de 50 ft, RVR 150 a 700 ft.
  • Categoria IIIc: sem DH, sem limite de RVR.
Os mínimos mais baixos autorizados

FAA-H-8083-16B, cap. 4

SiglasDH = altura de decisão · RVR = alcance visual na pista

O MLS na fonte
FAA-H-8083-16B, cap. 4
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O MLS na fonte consultada

  • MLS: sistema de pouso por micro-ondas (Microwave Landing System)
  • Listado entre os tipos de aproximação do espaço aéreo norte-americano
  • Ao lado de RNAV com GPS, ILS, localizer, VOR e NDB
  • Instalação direcional simplificada e aproximações por radar constam também
  • Cada tipo tem critérios de projeto, requisitos de equipamento e capacidades próprios
  • Na altura de decisão, o manual reúne ILS, MLS e PAR

FAA-H-8083-16B, cap. 4

SiglasRNAV = navegação por satélite · GPS = sistema de posicionamento global · ILS = sistema de pouso por instrumentos

A família aumentada por satélite
FAA-H-8083-16B, cap. 4 — figs. 4-13 e 4-14
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GBAS e GLS: a arquitetura e a carta

  • Estações de referência em terra medem o erro do sinal de satélite.
  • Uma facilidade de solo calcula as correções locais.
  • As correções chegam à aeronave pelo enlace VDB.
  • A aproximação que usa essas correções é a GLS.
  • A carta GLS traz mínimos de aproximação de precisão.
O MLS na fonte
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O que a fonte não cobre

  • Faltam a faixa de frequências e a razão das micro-ondas
  • Nem os ângulos e a geometria do guia vertical e horizontal
  • Tampouco a cobertura setorial e as distâncias de alcance
  • Falta a relação com as categorias de aproximação e seus mínimos
  • Desconhece-se o motivo de ter sido criado como alternativa ao ILS
  • Sem estágio de implantação, número de instalações ou carta publicada

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SiglasILS = sistema de pouso por instrumentos

Aproximação por radar
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Os 2 tipos de aproximação por radar

  • PAR: radar de aproximação de precisão
  • ASR: radar de vigilância de aeródromo
  • Dadas a qualquer aeronave a pedido do piloto
  • O controle também as oferece a aeronaves em dificuldade
  • Independentemente do tempo, ou para agilizar o tráfego
  • Maior benefício: aproximação sem indicador de rumo

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Aproximação por radar
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PAR: guia sem indicação no painel

  • Fornece guia vertical e lateral, além de distância
  • É o radar de aproximação mais preciso disponível
  • Não oferece indicações visuais na cabine de comando
  • A interface com a tripulação é a voz do controlador
  • Raras, quase todas militares; praticar é benéfico
  • O piloto segue responsável pelos mínimos em relação ao tempo
rampa de planeio: 2,5° ≤ γ ≤ 3° · curso de aproximação final: alinhado ao eixo da pista

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Aproximação por radar
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ASR: condições e geometria

  • ASR: aprovado só por exigência operacional ou emergência
  • Fornece apenas rumo e distância; altitude dita pelo controlador
  • Requer antena de radar dentro de 20 NM do aeroporto
  • Não autorizado quando há radar de centro em vigor
  • Curso final alinhado ao eixo da pista ou ao centro do aeroporto
  • Gradiente suave: 150 ft/milha, nunca acima de 300 ft/milha
separação mínima de obstáculos na área de aproximação final: 250 ft · gradiente de descida ASR: 150 ft/milha (ótimo) · máximo 300 ft/milha

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SiglasNM = milhas náuticas

Síntese do conjunto
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A aproximação como sistema

  • Procedimento publicado: alimentação, inicial, intermediário, final e aproximação perdida
  • FAF: verificação de altitude, velocidade e configuração
  • MAP: fim do segmento final
  • Espaço protegido em área primária e secundária; 2.000 ft em áreas montanhosas
  • Os aviônicos definem o guia disponível e o tipo de mínimos
  • O serviço de tráfego aéreo define o ambiente de chegada
A aproximação como sistema
gradiente de subida padrão da aproximação perdida: 200 ft/NM · proteção: 1.000 ft (segmento inicial) · 500 ft (intermediário) · 1.000 ft (rotas de alimentação) · 2.000 ft (áreas montanhosas)

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SiglasNM = milhas náuticas

Síntese do conjunto
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Os números que amarram a decisão

  • CAT I: DH 200 ft, alcance visual 2.400 ft
  • CAT II: DH 100 ft, alcance visual 1.200 ft
  • CAT IIIa: abaixo de 100 ft, não menos que 700 ft
  • CAT IIIb: abaixo de 50 ft, não menos que 150 ft
  • CAT IIIc: sem altura de decisão, sem limite de alcance visual
  • Rampa de 3° = 300 ft/NM; rampa do PAR entre 2,5° e 3°
Os números que amarram a decisão
razão de descida: abaixo de 1.000 ft/min nas fases finais · estabilização: antes de 1.000 ft (instrumentos diretas) · antes de 500 ft (visuais e no circuito) · altitude mínima de segurança: 1.000 ft de folga em raio de 25 NM (ampliável a 30 NM)

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SiglasCAT = categoria · NM = milhas náuticas

Síntese do conjunto
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3 conclusões

  • O guia determina a decisão: instante com guia vertical, processo sem ela
  • Sem guia vertical: mínima de descida, tempo e referências até o MAP
  • A proteção tem condições: vale no espaço aéreo e no ponto previstos
  • Aproximação perdida fora do ponto, abaixo do mínimo ou em circuito: sem garantia
  • O radar não substitui o procedimento: quem voa é a tripulação
  • Sem torre: escuta contínua e arremetida sem demora

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Glossário A
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Auxílios à navegação

  • VOR: estação omnidirecional de alta frequência
  • NDB: radiobaliza não direcional
  • DME: equipamento medidor de distância
  • TACAN: instalação que fornece rumo e distância
Glossário B
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Fixos e procedimentos

  • IAP: procedimento de aproximação por instrumentos publicado
  • IAF: fixo de aproximação inicial
  • IF: fixo intermediário do procedimento
  • FAF: fixo de aproximação final
  • MAP: ponto de aproximação perdida
Glossário C
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Altitudes e categorias

  • MDA: altitude mínima de descida
  • DA: altitude de decisão
  • DH: altura de decisão
  • HAT: altura acima da zona de toque
  • MSA: altitude mínima de segurança no espaço aéreo
  • CAT: categoria de aproximação
Glossário D
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Guias verticais

  • ILS: sistema de pouso por instrumentos
  • GLS: aumento por satélite com base em terra
  • MLS: sistema de pouso por micro-ondas
  • LPV: desempenho de localizador com guia vertical
  • APV: aproximação com guia vertical
  • NPA: aproximação sem guia vertical
Glossário E
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Modos de navegação e radar

  • LNAV: modo de navegação lateral
  • VNAV: modo de navegação vertical
  • RNAV: navegação por satélite
  • GPS: sistema de posicionamento global
  • ASR: radar de vigilância de aeródromo
  • PAR: radar de aproximação de precisão
Glossário F
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Risco, medida e operação

  • CFIT: voo controlado contra o terreno
  • CDI: indicador de desvio de curso
  • IAS: velocidade indicada
  • NM: milhas náuticas
  • PT: procedimento de reversão de curso
  • LDA: auxílio direcional do tipo localizador
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