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Radioajudas de solo
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Vigilância, TCAS e RVSM
Instrumentos e Aviônica · Engenharia Aeronáutica
FEDERAL AVIATION ADMINISTRATION (FAA). Introduction to TCAS II, Version 7.1. Washington, DC: FAA. Booklet HQ-111358. FEDERAL AVIATION ADMINISTRATION (FAA). Advisory Circular 91-85B — Authorization of Aircraft and Operators for Flight in Reduced Vertical Separation Minimum (RVSM) Airspace. Washington, DC: FAA.
Prof. Fabriciu Alarcão Veiga Benini
Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico · Área Aeronáutica
Engenheiro Eletricista · Mestre em Sistemas Dinâmicos · Doutor em Telecomunicações
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SÃO PAULO
Campus São Carlos · Engenharia Aeronáutica
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Vigilância do tráfego aéreo: o que é e por que existe

  • Vigilância é saber quem está no ar, onde e a que altitude: sem ela o controle não separa tráfego.
  • A separação não se presume — a colisão de 1956 sobre o Grand Canyon mostrou exatamente isso.
  • A vigilância é cooperativa: sem transponder em funcionamento não há resposta, alvo nem proteção.

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A cadeia de vigilância: transponder, radar secundário, solo

  • Modo A: a identidade — o código que a tripulação seleciona e com que o solo reconhece a aeronave.
  • Modo C: a altitude de pressão; sem codificador operante, a resposta sai sem o campo de altitude.
  • Modo S: acrescenta o endereço único de 24 bits e o enlace de dados, compatível com os Modo A e C.

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Radar secundário (SSR): o interrogador e a resposta

  • Cada resposta Modo C ocupa cerca de 20,3 µs: é essa duração que decide quando duas se destroem.
  • Garbling síncrono: todos respondem ao mesmo chamado — a 1,7 nmi de diferença, as respostas se sobrepõem.
  • Os degarblers decodificam até três respostas sobrepostas; transmissões direcionais cobrem 360 graus.

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Radar secundário (SSR): o interrogador e a respostaRadar secundário (SSR): o interrogador e a resposta
6 — sequência de interrogação whisper-shout, degrau a degrau. · Figura 5 — área de garbling síncrono: o anel de 1,7 nmi
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Modo S: endereço único e interrogatório seletivo

  • Cada aeronave tem o endereço ICAO de 24 bits — o endereço Modo S —, que a distingue de todas as outras.
  • Squitter espontâneo: uma vez por segundo o transponder transmite o endereço sem que ninguém pergunte.
  • Interrogatório seletivo: conhecendo o endereço, a pergunta é dirigida e responde quem foi endereçado.

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O enlace de dados do Modo S: o que o solo pergunta

  • O nome diz o que é: no AC 91-85B, um radar secundário seletivo com enlace de dados.
  • O solo pergunta identidade, altitude e, no Modo S, informação dirigida pelo endereço da aeronave.
  • Uplink — o solo manda: uma mensagem de subida pode alterar parâmetros da aeronave.

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ADS-B: o que muda quando a aeronave transmite sozinha

  • Canal e nome: o extended squitter do Modo S é o ADS-B em 1.090 MHz — o 1090ES.
  • Fonte do dado: posição de uma fonte de navegação de bordo, tipicamente GPS, difundida pelo transponder.
  • Vigilância passiva: o dado chega a quem escuta, sem que ninguém pergunte — o oposto da ativa.

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O elo integrador: ADS-B, Modo S e TCAS vendo o mesmo tráfego

  • Três leitores, um só tráfego: radar de solo, sistema anticolisão e aeronaves vizinhas nos mesmos canais.
  • Compatibilidade eletromagnética: as formas de onda Modo S convivem com os interrogatórios Modo A e C.
  • O espectro é controlado para proteger os canais do DME: ensaios não mostram interferência significativa.

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O elo integrador: ADS-B, Modo S e TCAS vendo o mesmo tráfego
9 — transição da vigilância passiva para a ativa, com as três cadências na régua inferior
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Por que o TCAS existe: as colisões que o criaram

  • 1956: colisão de dois aviões de linha sobre o Grand Canyon.
  • Nasce a busca por um sistema de último recurso quando falha a separação do ATC.
  • Anos 1950–60: sistemas passivos e não cooperativos — exigem manobra complementar.
  • Fim dos anos 1960: interrogador/transponder gera alarmes demais em área densa.

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TCAS, ACAS: o que o sistema é e o que ele não é

  • O TCAS é o ACAS , o Sistema de Prevenção de Colisão Embarcado.
  • Funciona independentemente do ATC de solo — a proteção não passa pelo controlador.
  • TCAS I : só TA , para a aquisição visual. Nos EUA, de 10 a 30 assentos.

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Os componentes de uma instalação TCAS II

  • Computador TCAS : vigilância, rastreamento, detecção de ameaça e seleção da RA.
  • Transponder Modo S : exigido para operar; se falha, o TCAS vai a espera .
  • Painel Modo S/TCAS : um painel controla processador, transponder e mostradores.
  • Antenas : direcional no topo; embaixo, omni ou — quase sempre — direcional.

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Os componentes de uma instalação TCAS II
1. Diagrama de blocos da instalação TCAS II (FAA)
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As duas antenas: direcional e de topo

  • Transmitem em 1.030 MHz , com potência variável, em 4 setores de azimute de 90° .
  • Recebem as respostas em 1.090 MHz e as enviam ao processador do TCAS.
  • Direcional no topo; embaixo, omni ou — na maioria das instalações — direcional.
  • A antena inferior transmite menos, e a diretividade reduz o garbling síncrono.

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As duas antenas: direcional e de topo
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O mostrador de tráfego e a simbologia dos alvos

  • Mostra o tráfego próximo em relação à própria aeronave, com a razão vertical.
  • Objetivo primário: aquisição visual do intruso que tem transponder.
  • Losango vazado: tráfego Other . Losango cheio: Próximo , a 6 nmi e ±1.200 ft.
  • Círculo âmbar: intruso com TA . Quadrado vermelho: intruso com RA .

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O mostrador de tráfego e a simbologia dos alvos
2. Simbologia padronizada dos alvos no mostrador de tráfego (FAA)
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O mostrador de RA: IVSI e PFD

  • Informa a razão vertical ou a atitude a voar ou a evitar no encontro.
  • Implementações: IVSI , fita de razão vertical do PFD , pitch cues e HUD .
  • IVSI e fita usam vermelho (razões a evitar) e verde (razão desejada).
  • Pitch cues e HUD usam forma única; IVSIs de LCD reúnem tráfego e RA num só instrumento.

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O mostrador de RA: IVSI e PFDO mostrador de RA: IVSI e PFD
3. Mostrador de RA do TCAS implementado em um IVSI (FAA). · Figura 4. Mostradores de RA do TCAS implementados em um PFD (FAA)
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A vigilância própria do TCAS: ele não depende do solo

  • Vigilância independente de entrada de solo : interroga em 1.030 MHz, recebe em 1.090 MHz.
  • Confiável até 14 nmi , com 0,3 aeronave por milha náutica quadrada ; ATCRBS e Modo S.
  • Até 30 aeronaves rastreadas ao mesmo tempo, em alcance nominal de 30 nmi .

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A vigilância própria do TCAS: ele não depende do solo
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Whisper-shout: interrogar sem saturar

  • Todos os transponders Mode C respondem ao mesmo interrogatório.
  • O whisper-shout usa potências variáveis e pulsos de supressão .
  • Explora a sensibilidade dos receptores e o ganho das antenas dos alvos.
  • Começa em potência baixa; a supressão vem 2 µs antes de um pulso um pouco maior.
  • Suprime os que já responderam e obtém respostas de um grupo adicional .

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Whisper-shout: interrogar sem saturar
6. Sequência de interrogação whisper-shout (FAA)
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Interferência síncrona (garble) e o degarbling

  • O garbling síncrono vem de todos os Mode C responderem ao mesmo interrogatório.
  • Com resposta de 20,3 µs , alvos dentro de 1,7 nmi de diferença se sobrepõem.
  • Mitigação: transmissões direcionais (360°) e o Mode C Only All Call, que inibe o Modo S.
  • Degarblers de hardware separam até três respostas sobrepostas .

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Interferência síncrona (garble) e o degarbling
5. Área de garble síncrono (FAA)
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Limitação de interferência: por que o alcance é restringido

  • Nenhum transponder pode ser suprimido pelo TCAS por mais de 2 % do tempo .
  • O TCAS não pode criar taxa de fruit inaceitável para os radares ATC.
  • TCAS a menos de 30 nmi entre si limitam as transmissões e contam-se a cada 8–10 s .

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Limitação de interferência: por que o alcance é restringido
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Da vigilância passiva à ativa

  • Vigilância híbrida , opcional no TCAS II: reduz os interrogatórios de vigilância Modo S.
  • Ativa : o TCAS interroga o transponder; a resposta dá distância, marcação e altitude.
  • Passiva : posição de GPS difundida pelo extended squitter do intruso.
  • É o ADS-B em 1.090 MHz , o 1090ES ; padrões na RTCA DO-300 .

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Da vigilância passiva à ativa
9. Transição da vigilância passiva para a vigilância ativa
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Tempo até o ponto de maior aproximação (tau) e o CPA

  • O TCAS decide quando alertar pelo tempo , e não pela distância.
  • Range tau = alcance oblíquo (nmi) ÷ razão de aproximação (nós) × 3600.
  • Vertical tau = separação de altitude (pés) ÷ razão vertical (pés/min) × 60.
  • A TA ou a RA só sai quando os dois taus ficam abaixo dos limiares do SL.
Range tau = alcance oblíquo (nmi) ÷ · Vertical tau = separação de altitude (p

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Tempo até o ponto de maior aproximação (tau) e o CPATempo até o ponto de maior aproximação (tau) e o CPA
10. Limites de alcance de TA/RA para o SL5 com tau não modificado. · Figura 11. Necessidade do tau modificado
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Os níveis de sensibilidade e seus limiares

  • O SL controla os limiares de tau e o volume protegido : mais proteção, mais alertas inúteis.
  • Stand-by → SL1 · TA-ONLY → SL2 (RAs inibidos) · TA-RA → SL automático .
  • SL2 abaixo de 1.000 ft AGL (±100 ft) pelo altímetro radar: só TAs; de SL3 a SL7 , RAs.

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O volume protegido do TCAS

  • Tau e DMOD definem as fronteiras horizontais; o vertical tau e o ZTHR , as verticais.
  • As horizontais vêm de tau mais uma estimativa da distância horizontal de miss .
  • O filtro HMD exclui RAs de quem tem separação lateral suficiente, usando a marcação.

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O volume protegido do TCASO volume protegido do TCAS
14. Volume de proteção do TCAS. · Figura 13. Limites verticais de tau de TA/RA para o SL5
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A lógica de anticolisão (CAS) e suas funções

  • Três funções: rastreamento , aviso de tráfego e detecção de ameaça .
  • Relatos de alcance dão a taxa de variação; altitude quantizada em 25 ou 100 ft.
  • O track dá o tempo até o CPA e a altitude no CPA ; razões até 10.000 fpm.
s = aeronave no solo

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A lógica de anticolisão (CAS) e suas funçõesA lógica de anticolisão (CAS) e suas funções
15. Funções da lógica de anticolisão (CAS). · Figura 16. Determinação de alvo em Modo C no solo
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Aviso de tráfego (TA): os limites de alcance

  • O TA auxilia a busca visual e prepara para a RA: saem tau e separação dentro dos limiares.
  • SL5 : tau de TA de 40 s , DMOD de 0,75 nmi , ZTHR de 850 pés .
  • A fronteira cresce com a taxa de aproximação: a 600 nós, TA a 6,67 nmi .

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Aviso de tráfego (TA): os limites de alcance
12. Limites de alcance de TA/RA para o SL5 com tau modificado
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Resolução de tráfego (RA): as manobras possíveis

  • A RA recomenda manobra no plano vertical para separar em altitude.
  • Positivas : subir ou descer. Negativas : limitar a 0 ou a 500 fpm ( VSL ).
  • Corretivas exigem mudar a razão; preventivas apenas limitam a manobra.
  • Climb/Descend 1.500–2.000 fpm · Maintain 1.500–4.400 fpm · Do Not 500–2.000 fpm .

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Resolução de tráfego (RA): as manobras possíveis
19. RA de aumento de razão
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A seleção do sentido da RA: subir ou descer

  • A RA é escolhida em duas etapas: sentido e força .
  • A lógica modela a trajetória da intrusa e testa os dois sentidos no CPA.
  • Vence o sentido de maior separação vertical no CPA .
  • Havendo cruzamento de altitude, prefere-se o sentido sem cruzamento .

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A seleção do sentido da RA: subir ou descerA seleção do sentido da RA: subir ou descer
17. Seleção do sentido da RA. · Figura 18. Seleção do sentido da RA sem cruzamento
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A inversão de sentido (sense reversal)

  • Se a intrusa frustra a RA, ela é fortalecida (VSL mais restritiva, Aumentar Subida ) ou invertida.
  • Inversões de sentido são permitidas desde a Versão 7.0 , em encontros coordenados.
  • Fraqueza: duas aeronaves próximas, no mesmo sentido, uma seguindo e a outra não.
  • A 7.1 trata a perseguição vertical com baixa distância de miss vertical .

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A inversão de sentido (sense reversal)
20. Inversão de sentido da RA após a introdução da Versão 7.1
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Coordenação TCAS/TCAS: as duas aeronaves combinam a manobra

  • Com dois TCAS II as RAs são coordenadas pelo enlace Modo S e saem complementares .
  • O transponder Modo S provê a troca ar-ar , além do apoio ao ATC de solo.
  • A negociação do sentido ocorre antes de a RA ser exibida ao piloto.
  • RAs opostas somam separação vertical, em vez de se anularem.

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Coordenação TCAS/TCAS: as duas aeronaves combinam a manobra
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Os avisos aural do TCAS

  • Cada TA e cada RA vem acompanhado de um alerta de voz, falado em inglês
  • TA: "Traffic, Traffic" — a mesma anunciação nas três versões
  • Subida: "Climb, Climb" ; descida: "Descend, Descend"
  • Cruzamento de altitude: "Climb, Crossing Climb" / "Descend, Crossing Descend"
  • Fortalecimento: "Increase Climb, Increase Climb" / "Increase Descent, Increase Descent"

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Os avisos aural do TCAS
19. RA de aumento de razão
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Inibições: quando o TCAS fica em silêncio

  • Pinos de programação ou entrada do FMS: RA de Subir e de Aumentar Subida inibidas
  • Altitude relativa acima de ±9900 ft: exibição inibida — há só dois dígitos
  • Versão 7.0 e posteriores: nenhuma RA de manutenção de razão acima de 4400 fpm
  • TA-ONLY (SL2): TAs sim, RAs inibidos; Standby (SL1): sem interrogações

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Monitoração de desempenho e alertas de falha

  • Um software de monitoração verifica contínua e automaticamente a saúde e o desempenho do TCAS sempre que o sistema está energizado
  • Inclui um teste iniciado pelo piloto, que exercita os mostradores e as anunciações aural
  • No solo ficam disponíveis diagnósticos de manutenção ampliados

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O que o piloto faz numa RA e como reporta

  • Num TA, o piloto busca contato visual com o intruso e com as demais aeronaves próximas — e não desvia da autorização atribuída apenas com base em um TA
  • Numa RA, quem está voando responde imediatamente: desconecta o piloto automático e manobra com comandos prontos e firmes, na direção e na magnitude indicadas

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O que o piloto faz numa RA e como reporta
20. Inversão de sentido da RA ( sense reversal )
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Lições aprendidas: os erros de operação que custaram vidas

  • A raiz dos problemas operacionais são equívocos sobre o funcionamento, as capacidades e as limitações do TCAS — daí o treinamento de pilotos e de controladores
  • Europa: desde 1991 a EUROCONTROL organiza a monitoração operacional do ACAS II no espaço aéreo europeu, sob os auspícios da ICAO, a partir de relatos de pilotos e controladores

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O que o TCAS não resolve

  • Sistema de bordo de último recurso: não altera nem diminui a autoridade e a responsabilidade do piloto de assegurar o voo seguro
  • Não detecta aeronaves sem transponder nem com transponder inoperante: sozinho, não garante separação segura em todos os casos

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Por que o RVSM existe: a capacidade do espaço aéreo

  • Retomada: o RVSM é o regime que reduz o espaçamento vertical aplicado na faixa de cruzeiro.
  • Espaço RVSM: espaço aéreo designado em que as aeronaves são separadas por 1.000 ft entre o FL290 e o FL410 , inclusive.
  • É espaço aéreo de qualificação especial : não basta ter os equipamentos — a operação depende de aprovação .

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Por que o RVSM existe: a capacidade do espaço aéreo
B-1. Esquema de orientação de níveis de voo. Fonte: FAA, AC 91-85B
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O espaço RVSM: de FL290 a FL410

  • Faixa do espaço: do FL290 ao FL410, inclusive — a tela acrescenta onde e desde quando ele existe.
  • EUA: implantado às 0901 UTC de a data indicada nos 48 estados contíguos, no Alasca, no espaço offshore do Golfo da América e na FIR de San Juan.

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O envelope RVSM: altitude, Mach e peso

  • Envelope completo: toda a faixa de Mach, todos os W/δ e todas as altitudes operadas no espaço RVSM.
  • Envelope básico: a parte em que a aeronave passa a maior parte do tempo; no completo admite-se ASE maior .
LRC = Mach de 99 % do melhor c

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Requisitos de equipamento: dois sistemas de altitude independentes

  • Configuração mínima: dois sistemas independentes de medição de altitude .
  • Fontes estáticas interconectadas em cruz ( cross-coupled ), com proteção contra gelo onde há acúmulo.
  • Cada sistema mede a pressão estática, converte em altitude de pressão e a apresenta à tripulação.

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O piloto automático e o alerta de altitude

  • Controle automático de altitude: autopilot com modo de manutenção ( ALT HOLD ), operando a partir de qualquer um dos dois sistemas de altitude.
  • Deve manter a altura dentro de ±65 ft (±20 m) da altitude adquirida, em voo reto e nivelado, sem turbulência nem rajadas.

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Os sistemas de dados de ar e as configurações antigas (legacy)

  • Células antigas ( legacy ) em busca de aprovação RVSM: B707, DC-8 , jatos executivos antigos e turboélices.
  • O requisito não obriga entradas duais de ADC no controle automático, e muitos modelos têm autopilot único, alimentado por uma única fonte .

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Os sistemas de dados de ar e as configurações antigas (legacy)Os sistemas de dados de ar e as configurações antigas (legacy)
A-1. Configuração de dados de ar e autopilot. Fonte: FAA, AC 91-85B, Apêndice A. · Figura A-2. Computador de dados de ar único na manutenção de altitude. Fonte:
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O ASE: o erro do sistema altimétrico e seu orçamento

  • ASE: diferença entre a altitude de pressão mostrada à tripulação, referenciada a 29,92 inHg / 1013,25 hPa , e a altitude de pressão de fluxo livre.
  • É componente-chave do erro vertical total (TVE) e é invisível : não aparece na altitude do cockpit nem na resposta do transponder.

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O ASE: o erro do sistema altimétrico e seu orçamento
A-3. Erro do sistema altimétrico e seus componentes. Fonte: FAA, AC 91-85B
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SSE e SSEC: onde o erro nasce e como se corrige

  • SSE: diferença entre a pressão sensoreada pela fonte estática e a pressão ambiente não perturbada — nasce da perturbação aerodinâmica do fluxo pela célula.
  • SSEC: correção aplicada ao sistema altimétrico para deixar o SSE residual mínimo; se a geometria das fontes não basta, ela é aplicada automaticamente na aviônica.

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SSE e SSEC: onde o erro nasce e como se corrige
A-4. Relações entre o erro da fonte estática e sua correção. Fonte: FAA, AC 91-85B
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Monitoração de altura: quem mede e como

  • Monitoração de altura é verificar que o ASE permanece dentro dos limites de desempenho: garantia de qualidade operacional , separada da certificação de aeronavegabilidade.
  • É necessária porque o ASE não aparece na altitude do cockpit nem no reporte do transponder: sem monitoração, passa despercebido.

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Aeronaves de grupo e de não grupo: como se aprova

  • Duas etapas: o fabricante desenvolve o pacote de dados e o submete ao escritório de certificação (ACO); aprovado, o operador obtém do escritório de Padrões de Voo a autorização de uso.
  • A elegibilidade é declarada na seção de limitações do AFM/AFMS ; a conformidade vem de fábrica ou de SB, SL, EO ou STC .

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Aeronaves de grupo e de não grupo: como se aprova
A-5. Processo de demonstração de conformidade inicial e continuada. Da mesma família do processo: Figuras A-6 (correlação solo–voo) e A-7. Fonte: FAA, AC 91-85B
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Práticas operacionais no espaço RVSM

  • Plano de voo: marcar a letra W no Item 10 do plano ICAO (7233-4); sem aprovação ou sem equipamento operável, a aeronave é não-RVSM e o piloto informa o controlador.
  • Fraseologia: o controle pergunta “Confirm RVSM approved” e o piloto responde “ Affirm RVSM ”; depois de uma contingência, “ Ready to resume RVSM ”.

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Prática operacional
ICAO Doc 4444, cap. 16 / AIM 4-6-7
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SLOP: o deslocamento lateral estratégico

  • Procedimento aprovado para o espaço oceânico.
  • Permite voar uma pista paralela, sempre à direita da linha de centro.
  • Mitiga a sobreposição lateral criada pela exatidão da navegação.
  • Reduz o encontro com turbulência de esteira.
  • Nos EUA o deslocamento exige autorização do controle.
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Contingência, turbulência severa e onda de montanha

  • Contingência: ao perceber que não consegue mais cumprir os requisitos de RVSM — falha de sistema, meteorologia, perda de comunicação —, pedir nova autorização ao ATC.
  • Sem nova autorização, ou se a emergência exigir ação rápida, a tripulação notifica o ATC da ação adotada e avisa quando os procedimentos deixarem de ser necessários.

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Integração CNS: as três funções amarradas

  • Três funções, um par de canais: interrogatórios em 1.030 MHz ; respostas e emissões espontâneas em 1.090 MHz .
  • Navegação: a posição vem de bordo (tipicamente o GPS ) e sobe no extended squitter do Modo S — ADS-B em 1.090 MHz .

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Fecho: a aeronave que se vê e se anuncia

  • O Modo S responde ao solo e emite os squitters : a aeronave se anuncia — e é ele que o TCAS II exige.
  • A posição do GPS sobe no extended squitter : ADS-B em 1.090 MHz (1090ES) .

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Fecho: a aeronave que se vê e se anuncia