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Manutenção e Regulagem
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Manutenção e Regulagem de Geradores
IAC AC 65-9A / FAA Ch.12
Prof. Fabriciu Alarcão Veiga Benini
Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico · Área Aeronáutica
Engenheiro Eletricista · Mestre em Sistemas Dinâmicos · Doutor em Telecomunicações
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SÃO PAULO
Campus São Carlos
Executar inspeção
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Objetivos

  • Executar inspeção visual e funcional de um gerador CC instalado
  • Avaliar condições de escovas, comutador, molas e pigtails
  • Realizar assentamento de escovas e rebaixamento de mica
  • Compreender e corrigir efeitos da reação do induzido
  • Explicar o princípio de funcionamento de cada tipo de regulador
  • Realizar procedimentos básicos de ajuste e verificação

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

Fonte primária
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Por que a manutenção do gerador é crítica?

  • O gerador é a fonte primária de energia elétrica da aeronave em voo
  • Uma falha no gerador significa depender exclusivamente da bateria
  • Bateria tem autonomia limitada (tipicamente 30–60 min)
  • Manutenção preventiva evita falhas em voo e danos ao sistema elétrico

IAC Cap. 9, p. 9-19; MCA 58-13 Item 4

Por que a manutenção do gerador é crítica?
Segurança fixação
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Os 6 Itens de Inspeção do Gerador Instalado (Parte 1)

  • Segurança da fixação do gerador
  • Condição das conexões elétricas
  • Sujeira e óleo no gerador
  • Condição das escovas do gerador
  • Operação do gerador
  • Operação do regulador de voltagem

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Parafusos suportes
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Os 6 Itens de Inspeção (Parte 2) (parte 1)

  • Parafusos e suportes apertados conforme especificação
  • Verificar trincas na base ou carcaça
  • Cabos sem folga, terminais sem corrosão
  • Isolação sem ressecamento ou rachaduras
  • Se houver óleo, investigar o selo do motor (vazamento)
  • Remover sujeira com ar comprimido (baixa pressão)

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Gerador degrada
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Os 6 Itens de Inspeção (Parte 2) (parte 2)

  • Óleo no gerador degrada escovas e isolamento

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Comprimento mínimo
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Os 6 Itens de Inspeção (Parte 3)

  • Comprimento mínimo, desgaste uniforme, centelhamento
  • Molas com tensão adequada
  • Teste funcional com carga (amperímetro e voltímetro)
  • Verificar saída dentro da especificação
  • Voltagem estabilizada dentro dos limites
  • Sem oscilações ou sobretensão

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Os 6 Itens de Inspeção (Parte 3)
Cobre grafite
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Escovas de Carvão: Tipos e Materiais

  • O cobre-grafite conduz melhor, mas desgasta mais o comutador
  • Escovas são sacrificiais — protegem o comutador, que é mais caro de reparar

IAC p. 9-19; FAA p. 12-138

Escovas de Carvão: Tipos e Materiais
Faíscas reduz
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Centelhamento nas Escovas (parte 1)

  • O centelhamento (faíscas) reduz rapidamente a área efetiva de contato
  • Causas comuns:
  • Escova desgastada abaixo do comprimento mínimo
  • Mola com tensão insuficiente
  • Comutador sujo, oleoso ou com micas altas
  • Reação do induzido não corrigida

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Centelhamento nas Escovas (parte 1)
Monitorado
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Centelhamento nas Escovas (parte 2)

  • Grau de centelhamento deve ser monitorado
  • Centelhamento excessivo → inspeção mais detalhada necessária

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Centelhamento nas Escovas (parte 2)
Escova carvão
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Pressão das Escovas (1½–2½ psi)

  • Escova de carvão, grafite ou levemente metalizada: 1½ a 2½ psi no comutador
  • Tensão da mola: 32 a 36 onças (pode variar por fabricante)

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Pressão das Escovas (1½–2½ psi)
Fabricante especifica
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Comprimento Mínimo da Escova

  • Cada fabricante especifica o comprimento mínimo admissível
  • Escova muito curta → contato falho com o comutador
  • Escova curta também reduz a força da mola (a mola não consegue pressionar adequadamente)

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Comprimento Mínimo da Escova
Levantar escova
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Assentamento de Escovas (Brush Seating)

  • Levantar a escova o suficiente para inserir a lixa
  • Usar lixa nº 000 (ou mais fina) — lado áspero para cima
  • Puxar a lixa no sentido da rotação do induzido
  • Manter as extremidades da lixa próximas à superfície do comutador
  • Evitar arredondar as bordas da escova

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Cabos flexíveis
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Rabichos (Pigtails) — Função e Inspeção (parte 1)

  • Cabos flexíveis de baixa resistência que conectam a escova ao circuito externo
  • Conduzir a corrente sem passar pela mola da escova
  • Evitar superaquecimento da mola (corrente alteraria a ação da mola)
  • Eliminar faíscas entre escova e guias do porta-escovas
  • Minimizar desgaste lateral da escova
  • Ligação firme e segura em ambas as extremidades

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Rabichos (Pigtails) — Função e Inspeção (parte 1)
Sinais superaquecimento
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Rabichos (Pigtails) — Função e Inspeção (parte 2)

  • Sem sinais de superaquecimento (descoloração)
  • Rabicho solto ou queimado → substituir escova

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Rabichos (Pigtails) — Função e Inspeção (parte 2)
Superfície polida
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Inspeção do Comutador

  • Superfície lisa e polida (sem ranhuras profundas)
  • Coloração marrom-escura uniforme — anel de fogo (sinal de boa comutação)
  • Sem marcas de queima, picotamento ou descoloração irregular
  • Camada de óxido de cobre que se forma naturalmente
  • Não deve ser removido — protege o comutador e melhora a comutação
  • Só remover se houver irregularidades

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Inspeção do Comutador
Isolamento entre
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Mica Alta (High Mica)

  • O isolamento de mica entre as barras do comutador se projeta acima da superfície
  • O cobre das barras desgasta mais rápido que a mica com o tempo
  • Resultado: a mica fica "alta" e as escovas perdem contato efetivo
  • Vibração e centelhamento excessivo
  • Desgaste irregular das escovas
  • Ruído durante a operação

IAC p. 9-20

Mica Alta (High Mica)
Sempre houver
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Rebaixamento de Mica (Undercut)

  • Sempre que houver mica alta
  • Sempre após torneamento do comutador no torno
  • Serra manual de lâmina fina
  • Ferramenta especial de undercut (elétrica ou manual)
  • Nunca usar ferramentas que danifiquem as barras de cobre

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Rebaixamento de Mica (Undercut)
Alguns comutadores
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Ranhuras de Lubrificação no Comutador

  • Alguns comutadores possuem ranhuras helicoidais ou canais na superfície
  • Função: Auxiliar na dissipação do pó de carvão e na lubrificação natural
  • Importante: Não confundir com danos mecânicos
  • A ranhura de lubrificação é projetada — o undercut é feito na manutenção

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Ranhuras de Lubrificação no Comutador
Soprar comprimido
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Poeira de Carvão: Risco de Incêndio

  • Soprar todo o pó com ar comprimido seco e limpo
  • Inspecionar cantos, fendas e enrolamentos acessíveis
  • Não usar solventes que possam danificar o isolamento
  • Verificar se não há acúmulo de pó + óleo (combustível)

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Poeira de Carvão: Risco de Incêndio
Corrente campos
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Reação do Induzido: O que é? (parte 1)

  • A corrente que flui no induzido cria campos eletromagnéticos nos enrolamentos
  • Estes campos distorcem ou inclinam o fluxo magnético entre os polos
  • Esta distorção é chamada de reação do induzido
  • Quanto maior a carga, maior a corrente no induzido
  • Quanto maior a corrente, maior a distorção do campo magnético
  • O plano neutro (onde as escovas devem estar) se desloca

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Reação do Induzido: O que é? (parte 1)
Escovas curto
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Reação do Induzido: O que é? (parte 2)

  • As escovas curto-circuitam bobinas que estão gerando tensão → faíscas

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Reação do Induzido: O que é? (parte 2)
Faíscas entre
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Efeitos da Reação do Induzido (parte 1)

  • Faíscas entre escovas e segmentos do coletor
  • Picotamento do comutador
  • Desgaste acelerado das escovas
  • Redução da vida útil
  • Superaquecimento localizado
  • Danos ao isolamento

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Redução saída
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Efeitos da Reação do Induzido (parte 2)

  • Redução da saída do gerador
  • Queda de eficiência

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Movidas posição
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Correção da Reação do Induzido (Método 1: Deslocamento de Escovas)

  • As escovas são movidas para a nova posição do plano neutro
  • O plano das bobinas curto-circuitadas fica perpendicular ao campo distorcido
  • Movimento no sentido da rotação
  • Este ajuste é válido para uma condição de carga específica
  • Se a carga variar (como em aeronaves), o plano neutro se desloca novamente
  • Solução paliativa — não resolve para toda a faixa de operação

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

Correção da Reação do Induzido (Método 1: Deslocamento de Escovas)
Mantém plano
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Correção (Método 2: Interpólos)

  • Mantém o plano neutro estacionário para qualquer carga
  • Melhora a comutação em toda a faixa de operação
  • Aumenta vida útil das escovas

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

Correção (Método 2: Interpólos)
Bobinas embutidas
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Correção (Método 3: Enrolamentos de Compensação) (parte 1)

  • Bobinas embutidas em fendas nas faces polares
  • Conectadas em série com o induzido
  • Produzem campo magnético que neutraliza o campo do induzido
  • Interpólos: atuam entre os polos
  • Enrolamentos de compensação: atuam dentro da zona dos polos
  • O plano neutro permanece estacionário para qualquer magnitude de corrente

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Correção (Método 3: Enrolamentos de Compensação) (parte 1)
Essencial geradores
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Correção (Método 3: Enrolamentos de Compensação) (parte 2)

  • Essencial em geradores de alta potência

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Correção (Método 3: Enrolamentos de Compensação) (parte 2)
Operar motor
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Teste "A-B" do Gerador (Curto nos Terminais)

  • Operar o motor em aproximadamente 1.800 RPM
  • Aplicar um curto-circuito nos terminais A e B na base do regulador
  • Observar a resposta:

IAC pp. 9-20 a 9-21; MCA Item 4.3

Teste "A-B" do Gerador (Curto nos Terminais)
Gerador recém
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Recuperação de Magnetismo Residual (parte 1)

  • Gerador novo ou recém-reparado
  • Após longos períodos sem operar
  • Após sobrecarga ou curto-circuito severo
  • Remover o regulador de voltagem
  • Com o motor em RPM de cruzeiro
  • Conectar momentaneamente o terminal A da base ao positivo da bateria

IAC p. 9-21; MCA Item 4.3

Recuperação de Magnetismo Residual (parte 1)
Corrente bateria
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Recuperação de Magnetismo Residual (parte 2)

  • A corrente da bateria energiza o campo, restaurando o magnetismo residual
  • Conexão momentânea apenas (segundos)
  • Observar polaridade correta

IAC p. 9-21; MCA Item 4.3

Recuperação de Magnetismo Residual (parte 2)
Fixação gerador
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Manutenção Preventiva: Checklist Resumido (parte 1)

  • Fixação do gerador
  • A cada inspeção
  • Conexões elétricas
  • A cada inspeção
  • Limpeza externa (ar comprimido)
  • A cada inspeção

Compilado de IAC e FAA

Escovas comprimento
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Manutenção Preventiva: Checklist Resumido (parte 2)

  • Escovas — comprimento e desgaste
  • A cada 50 h
  • Tensão das molas
  • A cada 100 h
  • Comutador — micas e anel de fogo
  • A cada 100 h

Compilado de IAC e FAA

Pigtails integridade
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Manutenção Preventiva: Checklist Resumido (parte 3)

  • Pigtails — integridade
  • A cada 100 h
  • Teste de saída do gerador
  • A cada 100 h
  • Undercut (se necessário)
  • Conforme inspeção

Compilado de IAC e FAA

Rolamentos ruído
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Manutenção Preventiva: Checklist Resumido (parte 4)

  • Rolamentos (ruído/fuga)
  • A cada overhaul

Compilado de IAC e FAA

Correta tensão
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Ligação entre Manutenção e Regulagem (parte 1)

  • Sem a regulagem correta, a tensão de saída varia com a carga
  • Sobretensão danifica equipamentos (lâmpadas, rádios, aviônicos)
  • Subtensão não carrega a bateria adequadamente
  • O regulador de voltagem é o cérebro do sistema de geração
  • Princípio da regulagem de voltagem
  • Regulador tipo vibratório

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Ligação entre Manutenção e Regulagem (parte 1)
Regulador pilha
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Ligação entre Manutenção e Regulagem (parte 2)

  • Regulador a pilha de carvão (carbon pile)
  • Regulador de três unidades
  • Relé diferencial e paralelismo
  • GCU (Generator Control Unit)
  • Procedimentos de ajuste e pesquisa de panes

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Ligação entre Manutenção e Regulagem (parte 2)
Velocidade rotação
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Princípio da Regulagem de Voltagem

  • Velocidade de rotação
  • Intensidade do campo magnético
  • Número de espiras do induzido
  • A intensidade da corrente de campo
  • Manter a voltagem constante (ex.:
  • 14 V ou 28 V) variando a corrente de campo conforme a carga e a rotação do motor

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

Princípio da Regulagem de Voltagem
Solenoide enrolamento
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Regulador Tipo Vibratório — Princípio (parte 1)

  • Solenoide (S): enrolamento de tensão que detecta a voltagem de saída
  • Mola calibrada: mantém o contato (B) fechado
  • Reostato (R): resistência em série com o campo
  • Contato (B): interruptor que insere ou retira o reostato
  • Capacitor (C): elimina centelhamento nos contatos
  • Pistão amortecedor (P): evita oscilação

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

Regulador Tipo Vibratório — Princípio (parte 1)
Quando voltagem
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Regulador Tipo Vibratório — Princípio (parte 2)

  • Quando voltagem sobe → solenoide puxa → contato abre → reostato no circuito → corrente de campo cai → voltagem cai → contato fecha → ciclo recomeça

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

Regulador Tipo Vibratório — Princípio (parte 2)
Voltagem baixa
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Regulador Tipo Vibratório — Ciclo de Operação

  • Voltagem baixa → Contato fechado → Reostato em curto
  • Corrente de campo máxima ← Resistência mínima
  • Voltagem sobe → Solenoide atrai → Contato abre
  • Reostato inserido → Resistência aumenta
  • Corrente de campo cai → Voltagem cai → Ciclo recomeça

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Regulador Tipo Vibratório — Ciclo de Operação
Contatos abrem
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Regulador Tipo Vibratório — Limitações

  • Os contatos abrem e fecham com corrente de campo passando por eles
  • Em geradores de alta corrente de campo, os contatos furam ou queimam rapidamente
  • Adequado para aeronaves leves com geradores de até ~30 A
  • Inadequado para aeronaves de grande porte ou sistemas de alta potência

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

Regulador Tipo Vibratório — Limitações
Discos sobrepostos
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Regulador a Pilha de Carvão — Princípio

  • Pilha de discos de carvão sobrepostos
  • A resistência da pilha varia inversamente com a pressão aplicada:

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

Regulador a Pilha de Carvão — Princípio
Voltagem acima
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Regulador a Pilha de Carvão — Operação

  • Voltagem sobe acima do ajuste → eletroímã atrai mais
  • Pressão na pilha diminui
  • Resistência da pilha aumenta
  • Corrente de campo diminui
  • Voltagem do gerador cai

IAC pp. 9-12 a 9-13

Voltagem
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Regulador de Três Unidades — Visão Geral

  • 1 — Regulador de voltagem
  • Mantém a tensão constante (~14 V ou ~28 V)
  • 2 — Limitador de corrente
  • Protege o gerador contra sobrecarga
  • 3 — Relé de corte de corrente reversa
  • Desconecta a bateria quando o gerador para

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

Regulador de Três Unidades — Visão Geral
Solenoide sensível
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Unidade 1: Regulador de Voltagem

  • Solenoide sensível à tensão
  • Mola calibrada
  • Contato que insere/retira reostato
  • Aeronaves de 14 V: regula para ~13,5–14,2 V
  • Aeronaves de 28 V: regula para ~27,5–28,5 V

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

Unidade 1: Regulador de Voltagem
Limitar saída
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Unidade 2: Limitador de Corrente (parte 1)

  • Limitar a corrente de saída do gerador automaticamente no valor nominal
  • Proteger o gerador contra sobrecarga (exceder a capacidade nominal)
  • Bobina L3 em série com a linha principal (corrente total de saída)
  • Quando a corrente excede o limite → L3 atrai a armadura → contato C2 abre
  • Resistor R2 inserido no circuito de campo → corrente de campo reduzida
  • Corrente de saída do gerador cai

IAC p. 9-14

Unidade 2: Limitador de Corrente (parte 1)
Voltagem responde
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Unidade 2: Limitador de Corrente (parte 2)

  • A unidade de voltagem responde a tensão
  • O limitador responde a corrente (atuado por L3 em série)

IAC p. 9-14

Unidade 2: Limitador de Corrente (parte 2)
Quando gerador
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Unidade 3: Relé de Corte de Corrente Reversa (Parte 1)

  • Sem este relé, quando o gerador está em marcha-lenta ou parado:
  • A bateria descarregaria através do gerador
  • O gerador tentaria operar como motor (motorização do gerador)
  • Corrente excessiva poderia danificar os enrolamentos

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

Unidade 3: Relé de Corte de Corrente Reversa (Parte 1)
Bobina tensão
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Unidade 3: Relé de Corte de Corrente Reversa (Parte 2)

  • Relé L5 (bobina de tensão): conectada entre a saída do gerador e a bateria
  • Relé L4 (bobina de corrente): em série com a linha
  • A bateria é isolada do gerador automaticamente
  • Evita descarga e motorização

IAC pp. 9-14 a 9-15

Unidade 3: Relé de Corte de Corrente Reversa (Parte 2)
Conecta gerador
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Relé Diferencial

  • Conecta cada gerador à barra principal do sistema elétrico
  • Permite operação em paralelo dos geradores
  • Fecha quando o gerador excede a tensão da barra em 0,35 a 0,56 V
  • Abre quando há corrente reversa (barra → gerador)

IAC p. 9-15; FAA pp. 12-164 a 12-165; MCA Item 2

Relé Diferencial
Sobrevoltagem dispara
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Proteção Contra Sobretensão (Overvoltage)

  • Relé de sobrevoltagem (OV) dispara quando a tensão excede o limite seguro
  • Relé de sobrevoltagem fecha
  • Energiza a bobina de disparo do relé de campo
  • Relé de campo abre → interrompe a excitação do gerador
  • Gerador para de produzir tensão
  • Toda a carga passa para a bateria

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

Proteção Contra Sobretensão (Overvoltage)
Aeronaves multimotoras
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Sistema de Paralelismo de Geradores (parte 1)

  • Aeronaves multimotoras precisam de mais potência elétrica
  • Dois ou mais geradores alimentam a mesma barra
  • As tensões devem ser iguais para evitar corrente circulante
  • A carga deve ser compartilhada proporcionalmente
  • A falha de um gerador não pode sobrecarregar os outros
  • Relés diferenciais (um por gerador)

IAC p. 9-15; FAA pp. 12-164 a 12-165

Sistema de Paralelismo de Geradores (parte 1)
Reguladores voltagem
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Sistema de Paralelismo de Geradores (parte 2)

  • Reguladores de voltagem com ajuste fino (equalização)
  • Barras de interconexão e contatores

IAC p. 9-15; FAA pp. 12-164 a 12-165

Sistema de Paralelismo de Geradores (parte 2)
Substitui reguladores
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GCU — Generator Control Unit (Parte 1) (parte 1)

  • A GCU substitui os reguladores eletromecânicos por circuitos eletrônicos
  • Mais comum em aeronaves com motores a turbina
  • Voltage Regulation — Regulagem de tensão
  • Overvoltage Protection — Proteção contra sobretensão
  • Parallel Generator Operations — Operação paralela
  • Over-Excitation Protection — Proteção contra sobreexcitação

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

GCU — Generator Control Unit (Parte 1) (parte 1)
Differential voltage
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GCU — Generator Control Unit (Parte 1) (parte 2)

  • Differential Voltage — Tensão diferencial
  • Reverse Current Sensing — Sensor de corrente reversa

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

GCU — Generator Control Unit (Parte 1) (parte 2)
Regulador eletromecânico
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GCU — Generator Control Unit (Parte 2) (parte 1)

  • Regulador eletromecânico
  • ±0,5 V ou mais
  • Tempo de resposta
  • Centenas de ms
  • Partes móveis
  • Sim (desgaste)

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

GCU — Generator Control Unit (Parte 2) (parte 1)
Estado sólido
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GCU — Generator Control Unit (Parte 2) (parte 2)

  • Não (estado sólido)
  • Parafusos e molas
  • Potenciômetros / software
  • BITE (Built-In Test)

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

GCU — Generator Control Unit (Parte 2) (parte 2)
Verificar todos
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Procedimentos de Ajuste do Regulador (IAC pp. 9-21 a 9-23) (parte 1)

  • Verificar se todos os componentes estão em boas condições
  • Bateria completamente carregada
  • Motor na RPM especificada (geralmente cruzeiro)
  • Instrumentos calibrados (voltímetro, amperímetro)
  • Girar o parafuso de ajuste do regulador (mola do solenoide)
  • Sentido horário → aumenta tensão regulada

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

Procedimentos de Ajuste do Regulador (IAC pp. 9-21 a 9-23) (parte 1)
Sentido horário
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Procedimentos de Ajuste do Regulador (IAC pp. 9-21 a 9-23) (parte 2)

  • Sentido anti-horário → diminui tensão regulada
  • Ajustar para o valor especificado no manual da aeronave

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

Procedimentos de Ajuste do Regulador (IAC pp. 9-21 a 9-23) (parte 2)
Aplicar carga
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Procedimentos de Ajuste — Limitador de Corrente (parte 1)

  • Aplicar carga crescente ao sistema (ligar equipamentos)
  • Observar o amperímetro
  • O limitador deve atuar no valor nominal do gerador
  • Ajustar a tensão da mola ou parafuso de calibração
  • Ligar faróis de pouso, aquecimento de para-brisa, etc.
  • A corrente deve estabilizar no limite sem excedê-lo

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

Procedimentos de Ajuste — Limitador de Corrente (parte 1)
Ultrapassar nominal
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Procedimentos de Ajuste — Limitador de Corrente (parte 2)

  • Se a corrente ultrapassar o nominal → limitador mal ajustado

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

Procedimentos de Ajuste — Limitador de Corrente (parte 2)
Acelerar motor
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Ajuste do Relé de Corte Reverso (parte 1)

  • Acelerar o motor lentamente desde a marcha-lenta
  • Observar o voltímetro e o amperímetro
  • Anotar a tensão no momento em que o relé fecha (amperímetro indica carga)
  • Comparar com a especificação do manual (tipicamente 12,5–13,5 V em sistemas de 14 V)
  • Reduzir o motor para marcha-lenta
  • Observar quando o relé abre (amperímetro volta a zero)

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

Ajuste do Relé de Corte Reverso (parte 1)
Corrente reversa
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Ajuste do Relé de Corte Reverso (parte 2)

  • A corrente reversa deve estar dentro do especificado

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

Ajuste do Relé de Corte Reverso (parte 2)
Causa possível
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Pesquisa de Panes — Gerador (IAC pp. 9-23 a 9-25) (parte 1)

  • Causa possível
  • Magnetismo residual perdido
  • Teste de excitação momentânea (Slide 24)
  • Escovas desgastadas ou soltas
  • Inspeção visual e medição
  • Comutador sujo ou com mica alta

IAC AC 65-9A / FAA Ch.12

Pesquisa de Panes — Gerador (IAC pp. 9-23 a 9-25) (parte 1)
Inspeção limpeza
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Pesquisa de Panes — Gerador (IAC pp. 9-23 a 9-25) (parte 2)

  • Inspeção e limpeza/undercut
  • Campo aberto ou em curto
  • Teste de continuidade e resistência
  • Conexões soltas ou corroídas
  • Inspeção visual e torque
  • Fusível ou disjuntor aberto

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Pesquisa de Panes — Gerador (IAC pp. 9-23 a 9-25) (parte 2)
Verificar painel
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Pesquisa de Panes — Gerador (IAC pp. 9-23 a 9-25) (parte 3)

  • Verificar painel

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Pesquisa de Panes — Gerador (IAC pp. 9-23 a 9-25) (parte 3)
Causa provável
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Pesquisa de Panes — Regulador (parte 1)

  • Causa provável no regulador
  • Voltagem muito alta
  • Mola muito tensa, contato soldado, aterramento deficiente
  • Voltagem muito baixa
  • Mola frouxa, resistor queimado, contato oxidado
  • Voltagem oscilante

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Capacitor defeituoso
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Pesquisa de Panes — Regulador (parte 2)

  • Capacitor defeituoso, pistão amortecedor travado
  • Limitador não atua
  • Bobina L3 aberta, contato C2 queimado
  • Relé não fecha
  • Bobina L5 aberta, baixa tensão do gerador
  • Relé não abre

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Contato soldado
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Pesquisa de Panes — Regulador (parte 3)

  • Contato C3 soldado, mola quebrada

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Suspeito retirar
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Teste em Bancada do Regulador (parte 1)

  • Regulador suspeito — retirar e testar em bancada
  • Equipamentos: fonte variável, voltímetro, amperímetro, resistores de carga
  • Conectar o regulador conforme esquema do fabricante
  • Variar a tensão de entrada e observar a resposta
  • Medir resistência das bobinas (comparar com manual)
  • Verificar continuidade dos contatos

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Ajustar conforme
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Teste em Bancada do Regulador (parte 2)

  • Ajustar conforme especificações

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Contatos queimam
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Resumo Comparativo: Tipos de Reguladores (parte 1)

  • Contatos queimam em alta corrente
  • Aeronaves leves (≤ 30 A)
  • Carbon Pile
  • Alta corrente, sem contatos
  • Desgaste mecânico dos discos, ajuste delicado
  • Aeronaves médias

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Unidades
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Resumo Comparativo: Tipos de Reguladores (parte 2)

  • Três unidades
  • Proteção completa (V, I, reversa)
  • Aeronaves leves (Cessna, Piper)
  • GCU eletrônica
  • Custo mais elevado, reparo especializado

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Geradores manutencao
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Conclusão

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