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Motores de Corrente Contínua
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Motores de Corrente Contínua
IAC AC 65-9A / FAA Ch.12
Prof. Fabriciu Alarcão Veiga Benini
Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico · Área Aeronáutica
Engenheiro Eletricista · Mestre em Sistemas Dinâmicos · Doutor em Telecomunicações
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SÃO PAULO
Campus São Carlos
Explicar princípio
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Objetivos (parte 1)

  • Explicar o princípio de funcionamento de um motor CC
  • Descrever o papel da força contra-eletromotriz (FCEM)
  • Calcular torque em função do fluxo e da corrente de armadura
  • Identificar as partes construtivas de um motor CC
  • Distinguir motores série, paralelo e compound
  • Inverter o sentido de rotação e controlar a velocidade

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Executar inspeção
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Objetivos (parte 2)

  • Executar inspeção e diagnóstico de panes

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Partida starter
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Motor CC: Definição e Aplicações Aeronáuticas

  • Motor de partida (*starter*)
  • Acionamento de flaps e cowl flaps
  • Trem de pouso (recolhimento/liberação)
  • Piloto automático
  • Bombas de combustível e hidráulicas

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Motor CC: Definição e Aplicações Aeronáuticas
Energia elétrica
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Motor CC × Gerador CC: Reversibilidade (parte 1)

  • Motor CC
  • Gerador CC
  • Energia elétrica → Energia mecânica
  • Energia mecânica → Energia elétrica
  • Corrente aplicada → Rotação
  • Rotação aplicada → Tensão gerada

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Torque produzido
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Motor CC × Gerador CC: Reversibilidade (parte 2)

  • Torque produzido
  • Corrente induzida

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Atração repulsão
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Condutor Percorrido por Corrente em Campo Magnético

  • Não é de atração nem de repulsão
  • Forma ângulo reto com o fio
  • Forma ângulo reto com o campo magnético

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Condutor Percorrido por Corrente em Campo Magnético
Mesmo sentido
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Força entre Condutores Paralelos

  • Mesmo sentido → atraem-se
  • Sentidos opostos → repelem-se

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Força entre Condutores Paralelos
Constante construtiva
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Torque: Definição

  • $\tau$ = torque (N·m)
  • $k$ = constante construtiva do motor
  • $\phi$ = fluxo magnético (Wb)
  • $I_a$ = corrente de armadura (A)

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Torque: Definição
Força campo
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Fatores que Afetam o Torque

  • Força do campo magnético — intensidade do fluxo ($\phi$)
  • Número de espiras na bobina — mais espiras → mais torque
  • Posição da bobina no campo — torque máximo quando a bobina está perpendicular às linhas de campo; torque nulo quando paralela

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Fatores que Afetam o Torque
Indicador direção
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Regra da Mão Direita (Motor)

  • Dedo indicador → direção do campo magnético (N → S)
  • Dedo médio → direção da corrente (convencional: + → −)
  • Polegar → direção do movimento do condutor

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Regra da Mão Direita (Motor)
Campo
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Regra da Mão Esquerda (Gerador) — Comparação

  • Campo (N→S)
  • Campo (N→S)
  • Corrente induzida

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Regra da Mão Esquerda (Gerador) — Comparação
Problema bobina
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Motor CC Básico: O Comutador

  • PROBLEMA: Uma bobina simples inverte o torque a cada meia-volta.
  • SOLUÇÃO — O COMUTADOR (COLETOR) (IAC 9-57 / FAA 12-141):
  • > "A parte do motor que transfere a corrente de um fio para o outro é denominada coletor (comutador)."
  • Função: Inverte a corrente na bobina exatamente quando a bobina se torna paralela às linhas de força.
  • ➡ Mantém o torque sempre no mesmo sentido, permitindo rotação contínua.

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Motor CC Básico: O Comutador
Torque contínuo
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Motor CC Prático: Múltiplas Bobinas

  • Torque contínuo (nunca há torque nulo)
  • Menos pulsação de torque
  • Partida mais suave
  • Melhor rendimento

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Motor CC Prático: Múltiplas Bobinas
Conjunto rotor
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Construção: Visão Geral

  • Conjunto do rotor (armadura)
  • Conjunto do campo (estator)
  • Conjunto das escovas
  • Extremidades da carcaça (tampos)

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Construção: Visão Geral
Núcleo ferro
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Conjunto do Rotor (Armadura)

  • Núcleo: ferro doce laminado — reduz correntes parasitas (*eddy currents*)
  • Bobinas (enrolamentos): fio de cobre esmaltado
  • Comutador (coletor): segmentos de cobre isolados entre si e do eixo

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Conjunto do Rotor (Armadura)
Carcaça frame
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Conjunto do Campo (Estator)

  • Carcaça (frame): estrutura externa de aço
  • Peças polares: núcleos de ferro doce que concentram o fluxo
  • Bobinas de campo: enrolamentos de fio de cobre
  • Motores pequenos: 2 polos (1 par N-S)
  • Motores maiores: 4 a 8 polos
  • Os polos são alternados (N-S-N-S…)

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Conjunto do Campo (Estator)
Bloco escova
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Conjunto das Escovas

  • Bloco de escova
  • Carvão grafítico — condutor, autolubrificante, baixo atrito
  • Suporte que mantém a escova alinhada
  • Pressão constante para contato firme (sem faiscar)
  • Flextubo (pig-tail)
  • Condutor flexível que liga a escova ao circuito externo

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Conjunto das Escovas
Contém rolamento
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Extremidades da Carcaça (Tampos)

  • Contém o rolamento do eixo
  • Flange de fixação à unidade acionada
  • Proteção contra contaminantes
  • Contém o rolamento do eixo
  • Alojamento das escovas (acesso para inspeção)
  • Abertura para ventilação/refrigeração

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Extremidades da Carcaça (Tampos)
Sentido contrário
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Força Contra-Eletromotriz (FCEM)

  • Sentido contrário à tensão aplicada
  • Também chamada de *back EMF* ou *counter EMF*
  • Aumenta com a velocidade do rotor
  • Limita a corrente de armadura

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Relação
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FCEM: Efeito na Corrente de Armadura (parte 1)

  • RELAÇÃO FCEM × CORRENTE (IAC 9-61 / FAA 12-145):
  • $$I_a = \frac{V_{aplicada} - V_{FCEM}}{R_a}$$
  • Exemplo didático (IAC 9-61): Motor 28 V, resistência de armadura 0,1 Ω:
  • Partida (FCEM = 0): $I_a = \frac{28 - 0}{0,1} = 280\ \text{A}$ (surto inicial alto!)
  • Operação normal (FCEM ≈ 27,6 V): $I_a = \frac{28 - 27,6}{0,1} = 4\ \text{A}$

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Reduz operação
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FCEM: Efeito na Corrente de Armadura (parte 2)

  • ➡ A FCEM ≈ 27,6 V reduz a corrente para ~4 A na operação normal (IAC 9-61) — a FCEM se opõe a quase toda a tensão aplicada.
  • > "Quanto mais rápido o rotor girar, maior será a força contra-eletromotriz." (IAC 9-61)

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Corrente partida
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FCEM: Implicações Práticas

  • Corrente de partida elevada — fusíveis e relés devem suportar o surto
  • Proteção contra sobrecarga — a FCEM regula automaticamente a corrente
  • Motor travado = corrente máxima — risco de queima dos enrolamentos
  • Velocidade sem carga é a máxima — FCEM quase igual à tensão aplicada

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Núcleo laminado
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Perdas de Energia em Motores CC

  • Núcleo laminado (chapas finas isoladas entre si)
  • Liga de ferro-silício (baixa histerese)

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Operação curtos
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Tipos de Trabalho (Duty)

  • Operação por curtos períodos
  • Deve esfriar entre operações
  • Exemplo: motor de partida (starter) — opera segundos, longa pausa
  • Operação por longos períodos à potência nominal
  • Exemplo: bombas de combustível, ventiladores de cabine

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Aeronáutico
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Rendimento do Motor CC

  • Motor CC aeronáutico: η ≈ 70-85%
  • Perdas principais: cobre (I²R) ≈ 10-15%, ferro ≈ 5-10%
  • Escovas desgastadas (aumento da resistência de contato)
  • Rolamentos com folga (atrito mecânico)
  • Comutador sujo ou oxidado

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Motor elétrica
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[Resumo Parcial] Parte 1 — Até Aqui (parte 1)

  • ✅ Motor CC: elétrica → mecânica (reversível com gerador)
  • ✅ Força sobre condutor em campo magnético (regra da mão direita)
  • ✅ Torque: τ = k · φ · Ia
  • ✅ Comutador: inverte a corrente para manter torque unidirecional
  • ✅ Partes: rotor, campo, escovas, tampos
  • ✅ FCEM: limita corrente, aumenta com a velocidade

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Perdas cobre
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[Resumo Parcial] Parte 1 — Até Aqui (parte 2)

  • ✅ Perdas: cobre (I²R), histerese, eddy — núcleo laminado

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Surto inicial
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[Exercícios de Fixação] Checkpoint Parte 1 → Parte 2 (1/2) (parte 1)

  • a) I_a = (V - V_FCEM)/R_a = (28 - 0)/0,1 = 280 A — surto inicial alto (IAC 9-61)
  • b) I_a = (28 - 27,6)/0,1 = 0,4/0,1 = 4 A — consumo normal do motor (IAC 9-61)
  • a) τ = k · φ · I_a = 0,5 × 0,4 × 4 = 0,8 N·m
  • b) τ = 0,5 × 0,4 × 8 = 1,6 N·m — o torque dobra (proporcional direto à corrente de armadura)

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Curva queda
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[Exercícios de Fixação] Checkpoint Parte 1 → Parte 2 (1/2) (parte 2)

  • Curva A: queda acentuada de velocidade com o aumento da carga
  • Curva B: velocidade praticamente constante
  • Curva C: queda intermediária entre A e B
  • Curva D: velocidade aumenta com a carga
  • A = série (velocidade muito dependente da carga — dispara sem carga)
  • B = paralelo (shunt) (velocidade quase constante)

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Misto cumulativo
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[Exercícios de Fixação] Checkpoint Parte 1 → Parte 2 (1/2) (parte 3)

  • C = misto cumulativo (compromisso entre A e B)
  • D = misto diferencial (instável — velocidade sobe com a carga; raramente usado)

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Exercício motor
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[Exercícios de Fixação] Checkpoint Parte 1 → Parte 2 (2/2) (parte 1)

  • EXERCÍCIO 4 — Motor série sem carga (IAC 9-60): Por que um motor CC série não deve operar sem carga mecânica acoplada?
  • Resposta: Sem carga, a corrente de armadura cai bastante.
  • Como o campo do motor série é alimentado pela mesma corrente,
  • o fluxo φ também cai → a FCEM cai → o motor acelera para reequilibrar.
  • A velocidade pode atingir valores excessivos (*disparo*), com risco de desintegração por força centrífuga.
  • Por isso o motor série nunca deve operar sem carga (IAC 9-60).

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Exercício compound
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[Exercícios de Fixação] Checkpoint Parte 1 → Parte 2 (2/2) (parte 2)

  • EXERCÍCIO 5 — Compound cumulativo × diferencial (IAC 9-61): Por que o motor compound cumulativo é preferido ao diferencial em aplicações aeronáuticas?
  • Resposta: No cumulativo, a bobina série soma fluxo ao da bobina shunt: torque de partida elevado com velocidade estável.
  • No diferencial, a bobina série subtrai fluxo:
  • com o aumento da carga, a corrente aumenta, mas o fluxo total diminui — a velocidade torna-se instável.
  • Por isso o motor diferencial é raramente usado em aeronaves (IAC 9-61).

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Motor série
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[Transição] Parte 2 — Tipos e Manutenção

  • Motor série — alto torque de partida
  • Motor paralelo (shunt) — velocidade constante
  • Motor compound — o melhor dos dois mundos
  • Inversão de rotação e controle de velocidade
  • Manutenção e diagnóstico de panes

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Bobina campo
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Motor CC Série: Ligação

  • [Bobina de campo] ← poucas espiras, fio grosso
  • [Escova / Comutador / Rotor]

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Motor CC Série: Ligação
Fluxo produzido
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Motor Série: Características

  • No motor série: φ ∝ Ia (o fluxo é produzido pela corrente do campo)
  • Portanto: τ ∝ Ia²
  • Motor de partida (*starter*)
  • Acionamento de trem de pouso
  • Flaps e cowl flaps

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Motor Série: Características
Perigoso excessiva
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Motor Série: Velocidade × Carga

  • │ Sem carga (perigoso! — velocidade excessiva)
  • │ ● (carga nominal)

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Motor Série: Velocidade × Carga
Bobina campo
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Motor Paralelo (Shunt): Ligação

  • [Bobina de campo] ← muitas espiras, fio fino
  • │ [Escova / Comutador / Rotor]│ │

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Motor Paralelo (Shunt): Ligação
Velocidade estável
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Motor Paralelo: Características

  • Velocidade estável
  • Boa regulação sob carga variável
  • Operação segura mesmo sem carga (não dispara)
  • Torque de partida menor que o motor série

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Motor Paralelo: Características
Bobina shunt
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Motor Compound (Misto): Ligação

  • [Bobina shunt (paralelo)] [Bobina série]
  • │ [Escova / Rotor] │

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Motor Compound (Misto): Ligação
Bobina série
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Motor Compound: Subtipos (parte 1)

  • Bobina série soma fluxo ao da bobina shunt
  • Torque de partida maior que shunt
  • Velocidade mais estável que série
  • ➡ Mais utilizado na prática
  • Bobina série subtrai fluxo ao da bobina shunt
  • Torque de partida reduzido

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Motor Compound: Subtipos (parte 1)
Raramente usado
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Motor Compound: Subtipos (parte 2)

  • ➡ Raramente usado (instabilidade potencial)

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Motor Compound: Subtipos (parte 2)
Paralelo shunt
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Comparação entre os Três Tipos (parte 1)

  • Paralelo (Shunt)
  • Torque de partida
  • Muito alto
  • Velocidade sem carga
  • Dispara (perigoso)
  • Regulação de velocidade

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Comparação entre os Três Tipos (parte 1)
Corrente campo
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Comparação entre os Três Tipos (parte 2)

  • Corrente de campo
  • = Corrente do rotor
  • Aplicação típica
  • Cargas mistas

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Comparação entre os Três Tipos (parte 2)
Inverte
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Inversão do Sentido de Rotação (parte 1)

  • O que inverte
  • DPDT switch
  • Corrente no campo
  • Interruptor DPDT (Double Pole Double Throw)
  • Motor reversível
  • Campo dividido

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Enrolamentos campo
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Inversão do Sentido de Rotação (parte 2)

  • Dois enrolamentos de campo opostos no mesmo polo

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Simples robusto
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Método 1: Interruptor DPDT

  • Simples e robusto
  • Um único interruptor
  • Mantém a corrente no rotor inalterada

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Método 1: Interruptor DPDT
Enrolamento direita
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Método 2: Motor Reversível (Split Field)

  • Enrolamento A: gira para a direita
  • Enrolamento B: gira para a esquerda
  • Apenas um enrolamento é energizado por vez

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Método 2: Motor Reversível (Split Field)
Reostato campo
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Controle de Velocidade: Motor Shunt

  • + [Reostato] [Campo shunt] -
  • Reduz corrente de campo
  • → Reduz fluxo φ

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Controle de Velocidade: Motor Shunt
Reostato campo
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Controle de Velocidade: Motor Série (parte 1)

  • 1. Reostato em série com campo
  • Aumenta resistência total
  • Reduz corrente → reduz velocidade
  • 2. Reostato em paralelo com campo
  • Desvia corrente do campo
  • Reduz fluxo → aumenta velocidade

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Controle de Velocidade: Motor Série (parte 1)
Reostato paralelo
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Controle de Velocidade: Motor Série (parte 2)

  • 3. Reostato em paralelo com o rotor
  • Desvia corrente do rotor — com resistência máxima, menos desvio
  • Mais corrente no rotor → maior velocidade (IAC 9-64)

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Controle de Velocidade: Motor Série (parte 2)
Bateria múltiplas
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Controle por Tensão Aplicada

  • Bateria com taps — múltiplas tensões (12 V, 24 V, 28 V)
  • Chopper / PWM — controle eletrônico por largura de pulso
  • Gerador dedicado — tensão ajustável
  • Alta eficiência (sem perda em reostato)
  • Controle preciso
  • Usado em atuadores modernos aeronáuticos

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Verificar
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Manutenção de Motores CC: Visão Geral (parte 1)

  • O que verificar
  • Unidade acionada
  • Se está livre, sem travamento
  • Circuito externo
  • Limpeza geral
  • Motor limpo, parafusos apertados

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Fiação exposta
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Manutenção de Motores CC: Visão Geral (parte 2)

  • Fiação exposta
  • Sinais de superaquecimento
  • Conforme manual do fabricante
  • Caixa de engrenagens
  • Ajuste e lubrificação

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Comprimento mínimo
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Inspeção de Escovas

  • Comprimento: Mínimo especificado pelo fabricante (tipicamente > 50% do original)
  • Contato: Face da escova deve estar assentada no comutador (curvatura correspondente)
  • Mola: Pressão adequada — nem fraca (faísca) nem forte (desgaste prematuro)
  • Folga no porta-escova: Deve deslizar livremente, sem emperrar
  • Pig-tail (flextubo): Conexão firme, sem fraturas

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Inspeção de Escovas
Causa provável
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Inspeção do Comutador (parte 1)

  • Causa provável
  • Ação corretiva
  • Superfície polida
  • Apenas limpeza
  • Escova desgastada ou mola fraca
  • Retificar comutador, trocar escovas

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Inspeção do Comutador (parte 1)
Queimado pitting
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Inspeção do Comutador (parte 2)

  • Queimado / pitting
  • Faísca excessiva
  • Verificar escovas, circuito
  • Mica alta
  • Desgaste irregular do cobre
  • Subcortar mica (undercut)

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Inspeção do Comutador (parte 2)
Sujeira
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Inspeção do Comutador (parte 3)

  • Sujeira / óleo
  • Contaminação externa
  • Limpar com solvente apropriado
  • Oxidação (verde)

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Inspeção do Comutador (parte 3)
Ruído rangido
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Manutenção de Rolamentos (parte 1)

  • Ruído: rangido, estalido, chiado durante a rotação
  • Folga axial/radial: movimento excessivo do eixo
  • Superaquecimento: carcaça quente próximo ao mancal
  • Vazamento de graxa: selo danificado
  • Girar o rotor manualmente — sentir se há "pontos duros"
  • Verificar folga com relógio comparador (se disponível)

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Lubrificar conforme
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Manutenção de Rolamentos (parte 2)

  • Lubrificar conforme especificação (tipo e quantidade de graxa)
  • NÃO superlubrificar — excesso causa aquecimento e vazamento

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Verificar fusível
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Diagnóstico de Panes: Abordagem Geral

  • ├→ 1. Verificar FUSÍVEL (queimado? → curto ou massa acidental)
  • ├→ 2. Verificar BATERIA (tensão baixa? → relé trepida)
  • ├→ 3. Verificar RELÉ/CONTATOR (aciona? contatos limpos?)
  • ├→ 4. Verificar FIAÇÃO (conectores, terminais, rupturas)
  • ├→ 5. Verificar UNIDADE ACIONADA (travada? lubrificada?)
  • └→ 6. Se tudo OK → motor com defeito interno (substituir)

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Causa provável
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Diagnóstico: Tabela de Panes (parte 1)

  • Causa provável
  • Motor não parte
  • Fusível queimado
  • Motor não parte
  • Relé com contato queimado
  • Limpar ou substituir

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Motor lento
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Diagnóstico: Tabela de Panes (parte 2)

  • Motor gira lento
  • FCEM baixa (tensão baixa da bateria)
  • Recarregar bateria
  • Motor esquenta
  • Rolamento travando ou sobrecarga
  • Lubrificar ou reduzir carga

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Faísca excessiva
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Diagnóstico: Tabela de Panes (parte 3)

  • Faísca excessiva
  • Escova desgastada ou mola fraca
  • Trocar escovas
  • Eixo empenado ou massa desbalanceada
  • Balancear ou substituir
  • Ruído anormal

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Rolamento danificado
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Diagnóstico: Tabela de Panes (parte 4)

  • Rolamento danificado
  • Substituir rolamento
  • Motor não para
  • Relé soldado ou contato preso
  • Substituir relé

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Apenas substituir
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Motor com Fusível Queimado

  • NÃO apenas substituir o fusível — investigar a causa!
  • Medir resistência entre o terminal do motor e a carcaça (massa)
  • Se leitura baixa (< 1 Ω) → curto no motor (enrolamento queimado)
  • Se leitura infinita → curto no chicote externo

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Partida motor
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Relé com Trepidação (Chatter)

  • A partida do motor exige alta corrente
  • Se a bateria está fraca, a tensão cai abaixo da tensão de retenção do relé
  • O relé abre → a corrente cai → a tensão sobe → o relé fecha → ciclo se repete
  • Medir tensão da bateria em repouso (> 24 V para sistema 28 V)
  • Medir tensão com o motor acionando (não deve cair abaixo de 18 V)
  • Verificar conexões dos cabos da bateria

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Enrolamento queimado
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Critérios para Substituição do Motor (parte 1)

  • Enrolamento queimado (cheiro de queimado, resistência fora do especificado)
  • Comutador danificado (ranhuras profundas, segmentos soltos)
  • Eixo empenado ou quebrado
  • Rolamento fundido no eixo
  • Carcaça trincada
  • Escovas (troca)

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Rolamentos
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Critérios para Substituição do Motor (parte 2)

  • Rolamentos (substituição)
  • Comutador (retífica, se viável)

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Motor
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Aplicações Aeronáuticas: Síntese (parte 1)

  • Tipo de motor
  • Atuador de trem de pouso
  • Série ou compound
  • Série reversível
  • Bomba de combustível
  • Shunt ou compound

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Aplicações Aeronáuticas: Síntese (parte 1)
Ventilador cabine
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Aplicações Aeronáuticas: Síntese (parte 2)

  • Ventilador de cabine
  • Piloto automático (servo)
  • Limpador de para-brisa
  • Série reversível
  • Aquecedor de cabine (blower)

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Aplicações Aeronáuticas: Síntese (parte 2)
Motor máquina
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[Encerramento] Resumo Geral (parte 1)

  • Motor CC = máquina que transforma energia elétrica em mecânica
  • FCEM regula a corrente de armadura e limita a velocidade
  • Torque: τ = k · φ · Ia
  • Construção: rotor laminado, campo, escovas de grafite, comutador
  • Série: alto torque de partida, velocidade variável com a carga
  • Shunt: velocidade constante, torque moderado

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[Encerramento] Resumo Geral da Semana 7 (parte 1)
Compound compromisso
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[Encerramento] Resumo Geral (parte 2)

  • Compound: compromisso entre torque e regulação
  • Inversão: inverta o campo OU a armadura (DPDT ou split field)
  • Controle: reostato no campo (shunt) ou reostato série/paralelo (série)
  • Manutenção: escovas, comutador, rolamentos, circuito externo
  • Diagnóstico: fusível queimado → curto; relé trepida → bateria fraca

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[Encerramento] Resumo Geral da Semana 7 (parte 2)
Disciplinas
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[Encerramento] Resumo Geral (parte 3)

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[Encerramento] Resumo Geral da Semana 7 (parte 3)
Relatorio
75 / 75

[Encerramento] Resumo Geral (parte 4)

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[Encerramento] Resumo Geral da Semana 7 (parte 4)